NOTÍCIAS

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

09
11

A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psico-oncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

09
11

A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psicooncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

09
11

A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psicooncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 
 

© 2018 BML PATOLOGIA - Todos os direitos reservados | (47) 3326-2230 | contato@bmlpatologia.com.br