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Cigarro e câncer: relação não está limitada apenas ao pulmão

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O hábito de fumar é o mais associado no mundo relacionado a mortalidade causada pelo câncer. A Organização Mundial de Saúde relata que o tabagismo é o responsável pela morte por câncer de 6 milhões de pessoas a cada ano, e também de outras doenças, como enfisema e bronquite.

 

O cigarro chega a apresentar mais de sete mil produtos químicos, sendo pelo menos 250 reconhecidamente prejudiciais e mais de 50 com potencial de causar câncer. Segundo a OMS, caso a população mundial deixasse de fumar, mais de um terço de todos os casos de câncer seriam evitados.

 

A relação entre tabaco e câncer é mais prevalente quando o assunto é câncer de pulmão, sendo que o tabagismo é responsável direto por 80% a 90% dos casos de tumores pulmonares.

 

O consumo de cigarro é também refletido na incidência de câncer de esôfago, estômago, pâncreas, rim, bexiga, mama e em tumores da região de cabeça e pescoço, como boca, laringe e garganta.

 

No Brasil, medidas antifumo implantadas nos últimos anos têm mostrado eficácia, dentre elas a proibição da propaganda e do fumo em locais fechados; a inserção de imagens impactantes nos maços; a maior taxação dos preços dos cigarros; assim como a realização de campanhas de conscientização sobre os males do tabagismo.

 

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 10% da população é fumante, o índice é menos da metade do registrado há duas décadas. Por sua vez, embora o cerco ao tabagismo tenha trazido esses resultados positivos, é alta a prevalência de adolescentes que são consumidores dos produtos da indústria do tabaco, como o narguilé.

 
 

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