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Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psico-oncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psicooncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psicooncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Até o fim do ano mais de 14 mil pessoas terão câncer de boca no Brasil

05
11

De segunda-feira (5) até sexta-feira (9), celebra-se no país a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal. A iniciativa é do Ministério da Saúde e tem como objetivo alertar a população sobre hábitos simples e saudáveis, como a boa higiene, não ingerir álcool e não fumar.

 

Dados revelam que o câncer de boca está mais presente entre homens e que 70% dos casos são diagnosticados em indivíduos com idade superior a 50 anos.

 

De acordo com o ministério, a doença afeta os lábios e o interior da cavidade oral. Dentro da boca, devem ser observados gengivas, bochechas, céu da boca e língua (principalmente as bordas), além da região embaixo da língua.

 

A estimativa de novos casos de câncer de boca para 2018, segundo o Instituto Nacional do Câncer , é de 14,7 mil, sendo 11,2 mil homens e 3,5 mil mulheres.

 

A Organização Mundial da Saúde estima que a prevenção pode ajudar a reduzir a incidência de câncer em até 25% até 2025.

 

Diante de alguma lesão que não cicatrize em um prazo máximo de 15 dias, a orientação do ministério é procurar um profissional de saúde, seja ele médico ou dentista, para a realização do exame completo da boca.

 

A visita periódica ao dentista favorece o diagnóstico precoce do câncer de boca, já que permite identificar lesões suspeitas.

Pessoas com maior risco para desenvolver câncer de boca são fumantes e consumidores frequentes de bebidas alcoólicas, segundo a pasta, devem ter cuidado redobrado.

Se diagnosticados no início e tratados da maneira adequada, a maioria dos casos desse tipo de câncer, cerca de 80% deles, tem cura. Geralmente, o tratamento envolve cirurgia oncológica e/ou radioterapia. A avaliação médica, conforme cada caso, vai decidir qual melhor forma de tratamento.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 
 

Campanha global alerta para os sintomas do AVC e quando as pessoas devem procurar ajuda

31
10

Você sabia que, em todo o mundo, há cerca de 80 milhões de pessoas que sobreviveram a um AVC, Acidente Vascular Cerebral. Popularmente conhecido como derrame, mais de 50 milhões vivem com algum tipo de incapacidade permanente por conta de um AVC.

 

Entidades médicas especializadas explicam que o AVC acontece quando algum dos vasos sanguíneos (responsáveis pela nutrição e oxigenação) param de funcionar por obstrução, seja um coágulo, uma placa de gordura ou ainda por uma hemorragia

 

Quando isso ocorre, uma parte do cérebro não recebe mais sangue e oxigênio e começa a morrer. A extensão e localização do dano cerebral determina a gravidade do AVC, que pode variar de leve a catastrófico.

 

Dados da campanha mostram que em torno 87% de todos os casos são do tipo isquêmico, resultado de uma obstrução num vaso sanguíneo que fornece sangue ao cérebro. Essa obstrução pode acontecer devido ao desenvolvimento de depósitos de gordura que revestem as paredes dos vasos.

 

Já o AVC hemorrágico é responsável por cerca de 13% dos casos, resultado de um vaso enfraquecido que rompe e sangra no cérebro circundante.

 

Os sinais de alerta de que alguém está tendo um AVC, de acordo com a campanha, incluem: dormência súbita ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo; súbita confusão, dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade súbita de enxergar em um ou ambos os olhos; súbita dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação; dor de cabeça súbita, intensa, sem causa conhecida.

 

A orientação da campanha global é que, na presença de um ou mais desses sinais, o paciente não espere, chame um serviço médico de emergência (no Brasil, Samu 192) ou procure um hospital imediatamente.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Estudo mostra que uma em cada 4 mulheres não têm acesso a saneamento básico

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Desigualdade social, impactos à saúde, acesso à educação, renda e bem-estar. Estes são apenas alguns dos problemas causados pela falta de saneamento básico no país.

 

Um estudo recente do Instituto Trata Brasil e divulgado esta semana, mostra que uma em cada quatro mulheres no país não tem acesso adequado a infraestrutura sanitária e saneamento. A falta desses serviços atinge cerca de  27 milhões de brasileiras

 

Na idade escolar, por exemplo, as meninas sem acesso a banheiro têm desempenho estudantil pior, com, em média, 46 pontos a menos no Enem quando comparadas à média dos estudantes brasileiros.

 

A falta de saneamento é uma das principais causas de incidência de doenças diarreicas, que levam as mulheres a se afastarem, em média, por 3,5 dias ao ano de atividades rotineiras, como escola ou trabalho.

 

A incidência de afastamentos por motivo de diarreia ou vômito é maior entre as mulheres, com 80,1 casos para cada mil habitantes, segundo dados de 2013. A proporção entre os homens é de 73,4 para cada mil habitantes. Este fator também impacta a mulher pelas características familiares no Brasil que levam a afastamento mais frequentes delas como cuidadoras dos filhos ou pais idosos que adoecem.

 

Especialistas alertam: Laxantes não ajudam a emagrecer

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Tanto nas conversas informais, quanto na internet e nas redes sociais, este assunto é mito. A "moda" perigosa que indica que se tome laxante para perder peso, é mentira! Essa afirmação ganhou mais força por conta do preço do medicamento, que é baixo. Mas quando se trata de saúde, pode sair caro.

 

O uso crônico de laxante quando mal indicado atrapalha a absorção de micronutrientes. Não porque eles vão embora com a água, mas porque a irritação na mucosa do intestino causada pelos laxantes prejudica o trabalho de absorção que algumas células do intestino fazem, especialmente de micronutrientes.

 

Quando a pessoa não tem problema para evacuar as fezes, mas usa o laxante de forma excessiva para emagrecer, além de não perder peso, pode mudar os hábitos intestinais e a microbiota.

 

Você quer melhorar o trânsito intestinal? Então siga estes três passos:

 

  • Tomar bastante água

  • Comer fibras

  • Fazer atividade física

 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, o uso inadequado pode criar uma dependência no organismo. O intestino fica tão viciado que perde os movimentos naturais.

 

Apenas os laxantes ditos naturais ou a base de frutas é que podem ser consumidos por algum tempo. Os outros, de base química, só sob supervisão médica. Alguns destes, se usados cronicamente, podem causar arritmias e, às vezes,  morte.

 

#saúde #laxante #BML

 
 

18 de outubro: Dia do Médico - Profissional responsável por cuidar da nossa saúde

17
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Um profissional que está sempre disposto a cuidar da saúde da população. Responsável pelo incentivo de vida saudável e prevenção, diagnóstico e tratamento doenças. Hoje, dia 18 de outubro, é celebrado o Dia do Médico.

 

A data, no Brasil, também comemora o Dia de São Lucas, santo protetor dos médicos, mas a data acaba variando de país para país. A origem para homenagear os profissionais no Brasil é cristã. São Lucas, é um santo que em vida foi médico e, por isso, é considerado o protetor dos médicos pelos católicos.

 

O estabelecimento do Dia do Médico no Brasil é atribuído a Eurico Branco Ribeiro, um conhecido médico paranaense. Entretanto, não existem informações exatas sobre quando a data foi estabelecida no país.

 

A data é celebrada de uma forma que a sociedade como um toda possa reconhecer e homenagear este profissional. Afinal, os médicos dedicam boa parte das suas vidas, do seu tempo, a cuidar da vida das pessoas, do bem-estar e minimizar sofrimentos.

 

A data é simbólica, mas serve como maneira de agradecimento. Além da responsabilidade, muitos médicos enfrentam dificuldades todos os dias, como a falta de recursos e de estrutura em muitos hospitais do Brasil.

 

Mais do que um reconhecimento da importância dessa classe, o Dia do Médico é também uma data para se pedir mais investimentos na área da saúde e por condições de trabalho adequadas.

 

O tratamento do câncer de mama

09
10

Durante o mês de outubro, abordaremos quase que diariamente o tema em nossos canais as questões relacionadas ao Outubro Rosa, o Câncer de Mama e todos os seus assuntos. Hoje falaremos sobre o tratamento da doença.

 

O câncer de mama é um dos principais tipos de câncer que podem atingir a mulher, e acontece devido à multiplicação de células anormais no tecido mamário, formando um tumor maligno, inicialmente imperceptível, que pode aumentar e atingir outros locais do corpo.

 

Apesar de, nas fases iniciais, a doença não causar sintomas, o principal sinal que pode indicar a presença do tumor é a palpação de um nódulo endurecido, além de sintomas como dor, vermelhidão ou saída secreção pelos mamilos, por exemplo.

 

O câncer de mama pode sim ter cura. Mas isso vai variar de acordo com o tipo e com o estágio em que se encontra, por isso, é muito importante a realização da prevenção através do auto-exame e da mamografia.

 

O tratamento geralmente irá variar de acordo com a extensão do tumor, e costuma ser feito com tratamentos com cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia, imunoterapia, além de medicamentos para aliviar sintomas que podem surgir, como enjoo ou dor.

 

O tratamento dependerá da gravidade e do estágio do câncer e, por isso, o médico oncologista poderá optar por um ou pela combinação de vários tratamentos. Ele é disponível através do SUS, nos centros de oncologia da cidade, assim como pode ser feito de forma particular.

 

Geralmente, são utilizadas intervenções com quimioterapia, radioterapia e cirurgia para a retirada do tumor, e a ordem do tratamento depende das condições em que o tumor foi diagnosticado. A cirurgia também é variável, podendo-se retirar toda a mama ou parte dela, podendo ser necessária a remoção dos nódulos linfáticos da axila, se estes tiverem sido atingidos.


 

Após a cirurgia, em alguns casos, o tratamento pode ser continuado, como forma de tentar eliminar ou evitar a progressão da doença, o que também depende das características e gravidade do tumor. Para saber como é o pós-operatório da cirurgia confira como é a recuperação após retirada da mama.


 

*Texto adaptado de Abril Saúde.

 

Alerta: mulheres não sabem qual é o tipo de câncer de mama que possuem

08
10

O mês de outubro é dedicado à conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Em pleno Outubro Rosa, um levantamento do Instituto Oncoguia traçou o perfil das pacientes com câncer de mama metastático, ou seja, um estágio avançado da doença, marcado pela disseminação do tumor para outras partes do corpo.

 

Entre as descobertas, o que chama atenção é que parte dessas mulheres não sabe qual subtipo de câncer de mama está enfrentando.

 

Das 250 entrevistas realizadas pela internet, notou-se que 20% das portadoras não têm ideia de qual é o seu subtipo de tumor de mama.

 

Com os avanços da ciência, houve a descoberta de que existem várias categorias de câncer de mama, cada uma com mutações e características moleculares distintas.

 

Conforme o Oncoguia, essa falta de conhecimento por parte das mulheres é mais comum naquelas que são atendidas pelo SUS, o Sistema Único de Saúde, se for comparado com a rede privada.

 

Outro dado, é que 50% das entrevistas, ainda busca por pesquisas em sites especializados, mas há muita informação online desencontrada.

 

Os principais erros na hora de usar o protetor solar

19
09

O Inverno está chegando ao fim e no dia 23 de setembro tem início no Hemisfério Sul a Primavera. Com isso, o tempo começará a mudar e o sol ficará ainda mais forte. O calor e as altas temperaturas já irão fazer parte da vida dos brasileiros.

 

Se você é desses que não pode ver o sol aparecendo com mais intensidade e já quer ficar deitado tomando um bronze, é bom ficar atento. Ficar horas exposto ao sol exige uma série de cuidados, entre eles o uso do filtro solar. Se você não reaplica o produto, vai para água, ou fica direto no sol: sua pele corre um sério risco.

 

Entre os principais erros ao usar o protetor solar, é que as pessoas usam o produto apenas quando estão na praia ou na piscina. O filtro solar deve ser passado pela manhã, especialmente nas áreas que ficam expostas durante o dia. Além disso, fique ligado quanto ao tipo de pele correta descrito na embalagem. Se você tem a pele oleosa e usa um produto tipo seco, corre um sério risco de ressecamento, surgimento de espinhas e cravos.

 

Reaplique o protetor solar depois de entrar na água ou se expor por mais de duas horas ao sol. Assim, você estará constantemente protegido. Aliás, o filtro solar deve ser passado sempre de 15 a 30 minutos antes de sair de casa. Desta forma o produto é melhor absorvido pela pele e o efeito químico causado terá a proteção desejada.

 

E se você gosta de praticar esportes, sempre utilize o filtro solar. O bloqueador dos atletas precisa ser específico, contendo dióxido de titânio e óxido de zinco. As substâncias formarão uma espécie de filme na pele, criando uma barreira contra os raios.

 

Setembro Roxo e a lembrança aos cuidados com a Fibrose Cística

18
09

Preste atenção a estes sintomas: tosse que não passa, suor mais salgado que o normal, pneumonia de repetição, diarreia e dificuldade para ganhar peso e estatura.

 

Estas situações costumam aparecer com frequência? Pois então, é bom ligar o sinal vermelho, pois estes sintomas podem indicar fibrose cística.

 

Especialistas afirmam que o diagnóstico dessa doença é como um quebra-cabeça, ou seja, se você não conhecer a imagem que ele vai formar no final, certamente sua montagem será mais difícil e demorada.

 

No Brasil, existe a Unidos pela Vida, conhecido como Instituto Brasileiro de Atenção à Fibrose Cística. O foco é contribuir para a busca do diagnóstico precoce e tratamento adequado.

 

Setembro Roxo

 

Um dos projetos desenvolvidos pelo instituto é o Setembro Roxo – Mês Nacional de Conscientização da Fibrose Cística. O mês foi o escolhido porque, no dia 5, assinala-se a passagem do dia nacional de conscientização da doença, e, no 8, o dia mundial.

 

A novidade no tratamento da fibrose cística, segundo o instituto, é a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária de novos medicamentos considerados “inovadores”, que ainda melhoram a qualidade de vida dos pacientes.

 

Os cuidados, o diagnóstico e a prevenção do câncer colorretal

12
09

Setembro também é pintado de verde em muitas cidades do país. Isso, porque o mês também é dedicado à prevenção do Câncer Colorretal. Mas essa doença ainda causa muitas dúvidas.

 

Este é o terceiro tipo de tumor mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres, o câncer colorretal deve registrar 36.360 novos casos em 2018, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer, Inca. Trata-se de um aumento de 6% em relação ao ano de 2017.

 

Um dos motivos pelo aumento no número de novos casos do tumor é o maior acesso das pessoas a métodos de diagnóstico, como é o caso da colonoscopia. No Brasil, a realização desse exame está indicada atualmente a partir dos 50 anos para indivíduos sem histórico na família de tumor ou pólipo no intestino.

 

Mas como prevenir este tipo de câncer?

 

Especialistas pensam em mudanças radicais, como corte total de um ou outro alimento. Mas, o que deve ser reavaliado é o estilo de vida. A obesidade, o sedentarismo, a má qualidade da alimentação, ou seja, pobre em fibras alimentares, rica em carne vermelha e alimentos processados, o alcoolismo e o tabagismo são os grandes vilões da vida moderna e, consequentemente, os precursores de mudanças nocivas nos hábitos intestinais.

 

Lembre que a radicalidade nunca é recomendada. A alimentação tem que ser balanceada, com boa ingestão hídrica, já que a água é fundamental.

 

Usar o celular no vaso sanitário pode aumentar o risco de desenvolver a hemorroida

09
09

A hemorroida nada mais é do que uma uma doença que acontece por conta da dilatação dos vasos sanguíneos que existem no ânus. É isso que causa a dor, coceira e os sangramentos. A doença é comum, segundo médicos, em uma a cada duas pessoas que apresentam sintomas ao longo da vida.

 

A hemorroida pode acontecer no organismo em dois tipos:

 

Interna - dentro do ânus

Externa - surgimento na abertura anal, saindo para fora do ânus

 

Mas será que usar o celular enquanto você está no vaso sanitário pode agravar a doença? Pode parecer inofensivo, mas sentar no vaso sanitário durante muito tempo usando o celular ajuda no surgimento do quadro. Segundo especialistas, permanecer em posições corporais que fazem pressão no abdômen e no ânus ampliam o risco de dilatar veias dessa região, o que consequentemente causa as hemorroidas.

 

As pessoas que sofrem com prisão de ventre e sempre precisam fazer excesso de força para defecar, bem como grávidas cujo peso do feto pressiona a região abdominal, também correm maiores riscos de ter hemorroidas.


 

Mas a doença tem tratamento que varia de acordo com a gravidade do problema. Geralmente é feito com a mudança de hábitos alimentares, que auxiliam no fluxo intestinal, uso de pomadas e até mesmo cirurgias.

 

Que tal ficar 30 dias sem acessar as redes sociais?

05
09

Já pensou ficar 30 dias sem acessar as suas redes sociais? Você toparia este desafio? Pois é, a iniciativa é da Royal Society for Public Health, uma instituição britânica sem fins lucrativos, para o mês de setembro.

 

A campanha desafia as pessoas a ficarem um mês longe do Facebook, Instagram ou Twitter. O site oficial informa que campanha "oferece uma oportunidade única de tirar um descanso dos perfis nas redes sociais", citando estudos sobre o impacto que o uso excessivo das redes pode causar na saúde mental, incluindo o aumento da ansiedade e depressão, cyberbullying, insônia e problemas de autoestima.

 

O que será que você perderia ou até mesmo ganharia sem deixar de entrar nas redes sociais? Essa é a pergunta-chave da campanha. A ideia é que todos reflitam durante os 30 dias sobre a importância do contato social e, claro, pensando na saúde mental.

 

Sabendo da dificuldade que é se desligar num mundo hiperconectado, a campanha oferece diferentes caminhos para lidar melhor com as redes sociais, seja se desligando completamente por um mês, ou de forma mais gradual, como não postar nada ao sair de casa para festas ou eventos, ou então, não usar as redes após às 18h.

A iniciativa visa destacar as preocupações crescentes sobre como as redes sociais estão contribuindo para aumentar problemas de saúde mental em pessoas jovens. Lembre-se, tudo que é demais pode prejudicar a sua saúde.

 

Você toparia o desafio?

 

Pesquisa sugere que Vitamina B-3 possa ser utilizada na prevenção de dano renal agudo

29
08

Um novo estudo sugere que tomar vitamina B-3 por via oral pode em breve se tornar uma maneira eficaz de tratar ou mesmo prevenir a lesão renal aguda. Essa lesão ocorre quando os resíduos se acumulam no sangue e os rins lutam para manter um bom equilíbrio de fluidos no corpo.

 

Estão mais vulneráveis a esta condição os idosos, pessoas já hospitalizadas e pacientes em unidades de terapia intensiva. Especialistas estudaram o metabolismo de ratos com lesão renal aguda. Os exames de urina revelaram níveis mais baixos de uma substância chamada nicotinamida adenina dinucleotide, que é a forma final metabolizada da vitamina B-3 após a ingestão da vitamina.

 

Os testes também mostraram altos níveis de outra substância chamada quinolinato, que é um precursor do NAD +. Os pesquisadores concluíram a partir das descobertas que uma enzima que normalmente transforma o quinolinato em nicotinamida adenina dinucleotide  pode estar com defeito. Esta enzima é chamada QPRT.

 

Eles também descobriram que os pacientes que haviam sido submetidos a grandes cirurgias e, portanto, eram propensos a desenvolver lesão renal aguda tinham altos níveis de quinolinato em sua urina.

 

Por fim, os resultados sugerem que a biossíntese de NAD + fica prejudicada durante a lesão renal aguda humana e que o aumento dos níveis de vitamina B-3 pode ser seguro e potencialmente benéfico para os pacientes. A restauração da nicotinamida adenina dinucleotide pode constituir um avanço importante para pacientes com risco de lesão renal aguda, embora sejam necessários mais estudos para verificar esses achados.

 

Dermatite atópica: saiba quais são os sintomas e os tratamentos

27
08

A dermatite atópica é uma reação de hipersensibilidade do organismo e não é contagiosa, isto é, não passa de uma pessoa para outra pelo contato físico ou objetos utilizados pela pessoa que é atópica.

Este problema crônico atinge cerca de 7% da população adulta e 25% das crianças no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A dermatite acompanhará a pessoa por toda sua vida. Entretanto, isso não significará que não vá viver tranquilamente. É possível sim controlar a doença por meio de medidas simples e medicamentos.

Ao sinal de qualquer sintoma é importante procurar por um especialista. São vários os fatores possíveis, variando de pessoa para pessoa, que acabam causando as crises. Entre eles estão o contato com materiais ásperos, a poeira, detergentes, produtos de limpeza em geral, roupas de lã e tecido sintético.

As temperaturas extremas e mudanças bruscas de clima, infecções, alguns alimentos e o estresse também são gatilhos para as crises alérgicas.

 

Sintomas: ressecamento da pele, erupções, coceira, como machucados vermelhos.

 

Tratamento: geralmente são receitados remédios anti-histamínicos e, em casos mais graves, corticosteróides, para diminuir a coceira. Boa parte desses medicamentos está disponível na rede pública de saúde.

 

Em breve, devem chegar ao Brasil os chamados imunobiológicos, que são injeções que devem ser aplicadas a cada uma ou duas semanas para fortalecer a barreira protetora.

 

Bursite: a inflamação que afeta e incomoda muitos brasileiros

21
08

A bursite nada mais é do que uma inflamação das bursas, que são pequenas bolsas que ficam entre ossos, músculos e tendões. Aquela história que a bursite afeta apenas os ombros é mito!

 

Essa lesão pode atingir e incomodar o quadril, os joelhos, os pés e cotovelos. Entre suas principais causas estão o envelhecimento e o uso repetitivo de determinadas articulações.

 

Didaticamente, as bursas estão em todas as juntas do corpo e são como almofadas achatadas, compostas de uma membrana recheada por líquido sinovial que serve como lubrificante, nas quais os tendões encontram os ossos e os músculos. Elas têm a função de evitar o atrito entre essas estruturas, sendo que são cerca de 70 distribuídas por todo o organismo.

 

Os movimentos repetitivos com as articulações podem deixar a bursa inflamada. É nesse momento que o corpo passa a produzir mais líquido sinovial, menos viscoso, e aquela bolsinha aumenta de tamanho. Além do inchaço, a inflamação gera dor e, às vezes, vermelhidão. O incômodo é mais intenso ao movimentar a junta ou mesmo ao apalpá-la.

 

Quanto ao tratamento, o repouso é necessário para que a pessoa afetada pare com os movimentos repetitivos. Alguns anti-inflamatórios aceleram o controle dos sintomas, principalmente quando o paciente está em repouso.

 

Técnica reduz o número de radioterapias para o tratamento de câncer de próstata

25
07

Mais uma vez a ciência e a tecnologia estão a favor da saúde. Uma nova técnica tem permitido reduzir o número de sessões de radioterapia contra o câncer de próstata. Em média, são previstas cerca de 40 sessões para os pacientes acometidos com a doença. Mas com o hipofracionamento moderado este número caiu para 20. Agora com as primeiras iniciativas de radioterapia ultra hipofracionada contra este tipo de tumor, a redução baixou para apenas cinco sessões.

 

Como funciona:

Com esta técnica, são aplicadas altas doses de radiação onde o tumor está localizado, o que permite menos aplicações. Esta abordagem já acontece com outros tipos de câncer, como o de pulmão, por exemplo. Neste ano, estima-se que serão 68 mil novos casos do câncer de próstata.

Entre os benefícios da nova técnica está o encurtamento do tratamento, com menos transtornos e deslocamentos do paciente. Desta forma, gera melhorias no índice de controle bioquímico da doenças nos homens

É sempre importante ressaltar que os pacientes devem procurar por um médico de confiança antes de realizar qualquer tipo de procedimento.

 

 

Sociedade americana defende exames de câncer colorretal aos 45 anos

11
07

Ao completarem 50 anos de idade, muitas pessoas sem sintomas ou histórico família começam a fazer exames que detectam o câncer colorretal em seu primeiro estágio. Entretanto, esta idade deve ser diminuída sendo a ACS, American Cancer Society. Os testes, sendo os especialistas americanos deve ser antecipado para os 45 anos em diante.

Conforme explicações, nas últimas décadas têm se observado um aumento expressivo na incidência dos tumores de intestino em adultos mais jovens. Há estimativas que, por exemplo, as pessoas nascidas na década de 1990 possuem um risco quatro vezes maior de desenvolver câncer no reto (a porção final do intestino) do que as que vieram ao mundo nos anos 1950.

 

Entre os fatores  e possíveis causas que levam à doença estão a obesidade, sedentarismo, falta de fibras e excesso de carnes vermelhas na dieta. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer  estima 36.360 novos casos da doença só este ano.

 

Vale então reforçar que pessoas sem sintomas ou histórico familiar devem começar a fazer exames para detectar o câncer colorretal a partir dos 45 anos, segundo a ACS. Basta procurar pelo seu médico de confiança para saber o melhor exame que se encaixa com você. Afinal, cada caso é um caso e precisa ser estudado a fundo.

 
 
Proxima
 

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