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NOTÍCIAS

Depressão: Campanha pede empatia com as pessoas que sofrem com a doença

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Lançada esta semana no país, a campanha de esclarecimento sobre a depressão "Pode Contar", com enfoque na empatia, ou seja: a capacidade de familiares e amigos se colocarem no lugar da pessoa que sofre  com a depressão. O conteúdo da ação está disponível no portal coletivopodecontar.com.br.

 

A presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Carmita Abdo, fala que a empatia não é passar a mão na cabeça ou sentir pena de quem sofre com a doença, mas se colocar no lugar do outro: “É se reconhecer no outro. Nós na ABP falamos muito de combater o estigma da depressão e nada melhor que exercitar a empatia”, disse.

 

De acordo com a médica, a empatia envolve processos afetivos e cognitivos e se traduz na capacidade de perceber os sentimentos e emoções da outra pessoa, sem julgamentos. Segundo ela, as doenças mentais estão entre as dez patologias mais prevalentes de um total de 32 doenças incapacitantes para o trabalho.

 

Diagnóstico

Para a cardiologista Roberto Miranda, da Faculdade de Medicina da USP, muitas vezes é o médico primário, como cardiologista ou ginecologista, que identifica os sintomas.

 

“Muitos pacientes têm alterações cardíacas, dor de cabeça, dor no peito, palpitações e crises de hipertensão. Eles vinham ao pronto-socorro com essas crises e, após o tratamento contra a depressão, não voltavam mais ao atendimento de emergência”, alerta.

 

O especialista explica que a depressão tem também relação com outros eventos cardiovasculares e está associado ao aumento do risco de infarto.

 

Tratamento

Táki Cordás, coordenador de ambulatório no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, disse que quanto menos desenvolvida é a sociedade, maior a demora para se buscar ajuda. “Estima-se que 70% das pessoas que precisam de tratamento não estão recebendo”, disse ele.

 

O tempo do tratamento pode variar conforme a quantidade de crises apresentadas pelo paciente. Dependendo do caso, pode ser de um ano ou, para aqueles que sofreram mais de três crises na vida, o tratamento pode durar a vida inteira. O paciente que toma a medicação por seis meses e decide descontinuar o uso tem 80% de chances de sofrer uma recaída.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil.
 

Oito em cada 10 homens dizem cuidar mais da saúde após participar de pré-natal

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De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, oito em cada dez homens presentes em consultas de pré-natal passaram a ficar mais cuidadosos com a própria saúde.

 

O estudo indica que 72,25% dos pais ou cuidadores entrevistados pela pasta participaram das consultas de pré-natal com suas parceiras. Desse total, 80,71% afirmaram que esse envolvimento os motivou a cuidar melhor de sua saúde.

 

Nesta terceira etapa da pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, foram feitas 37.322 entrevistas com pais ou cuidadores que assumiram a figura paterna e que acompanharam o pré-natal, parto e pós-parto de crianças nascidas no Sistema Único de Saúde (SUS) no ano de 2015.

 

O objetivo do estudo, de acordo com a pasta, é obter dados sobre acesso, acolhimento e cuidados com a saúde masculina nos serviços públicos de saúde e levantar informações sobre o envolvimento do pai no pré-natal e no nascimento da criança. A coleta de informações foi feita entre março de 2017 e março deste ano.

 

Embora a pesquisa aponte maior conscientização em relação à saúde, ainda é alto o número de homens que não têm na sua rotina o cuidado com a saúde. Quando questionados sobre o costume de buscar estabelecimentos públicos de saúde, 36,36% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de ir a esses locais. Desse total, 47,57% (6.455) informaram como motivo nunca ter precisado, falta de interesse ou não gostar de hospital.

 

Novembro Azul

 

O tema da campanha Novembro Azul este ano é Homem, da Infância à Velhice, Cuide de Sua Saúde, de Novembro a Novembro. A proposta, segundo a pasta, é chamar a atenção da população, dos gestores e dos profissionais de saúde para a importância de olhar para a saúde do homem de forma integral, e não apenas para a questão da próstata.

 

Extrato da casca de jabuticaba combate pré-diabetes

07
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Um grupo de pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas, com apoio da  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, constatou que o extrato da casca da jabuticaba, uma fruta nativa da Mata Atlântica, foi capaz de combater o pré-diabetes e o aumento do acúmulo de gordura no fígado em camundongos envelhecidos.

 

Esses animais foram escolhidos porque o envelhecimento está diretamente associado à redução da capacidade metabólica e alterações do metabolismo hepático, glicídico e lipídico.

Durante o envelhecimento há uma deficiência de controle do nível de glicose no sangue, um aumento da deposição de triglicerídeos no fígado e desequilíbrio hormonal.

Além disso, é comum os idosos apresentarem dislipidemia (aumento de gordura no sangue), hiperinsulinemia (aumento de insulina no sangue), diabetes e doenças cardiovasculares.

Para elevar os danos do envelhecimento, os camundongos foram alimentados com ração rica em gordura para promover ganho de peso, aumentar a gordura no fígado, estimular o aumento de gordura no sangue e aumentar os níveis de glicose. A dieta possuía cinco vezes mais gordura do que uma dieta normal.

 

Os estudos analisaram ainda qual a quantidade adequada para consumo, já que a dieta oferecida aos camundongos possuía cinco vezes mais lipídeos do que uma dieta normal.

Outras pesquisas já indicavam que, se os animais consumissem essa dieta por 60 dias, seria suficiente para desenvolverem pré-diabetes e alterações hepáticas.

 

As análises mostraram que a dieta impediu o ganho de peso e o processo inflamatório e favoreceu uma melhoria na morfologia do fígado.

 

Agora, os pesquisadores estudam o uso do extrato da casca de jabuticaba no atraso da progressão do câncer de próstata em camundongos transgênicos. Os resultados preliminares mostraram diminuição das lesões.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Estudo mostra que taxa de mortalidade por melanoma aumentou entre os homens

06
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De acordo com pesquisa apresentada na Conferência de Câncer do NCRI de 2018, a taxa de homens que morrem de melanoma maligno aumentou em populações em todo o mundo, enquanto em alguns países as taxas são constantes ou decrescentes para as mulheres.

 

O melanoma é o tipo mais letal de câncer de pele, apesar de não ser o mais comum. Ele tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina e representa apenas 5% dos casos de câncer de pele. Entretanto, tem uma grande capacidade de produzir metástases e se espalhar para outros órgãos, como fígado, pulmões e o cérebro.

 

Quase sempre surge como uma lesão cutânea enegrecida, ou com uma parte enegrecida e outra de várias cores.

 

Pesquisadores estudaram dados mundiais sobre mortes coletados pela Organização Mundial de Saúde, com foco em 33 países com os dados mais confiáveis. Eles descobriram que as taxas de morte por melanoma em homens estavam aumentando em todos os países, com exceção da República Tcheca.

 

Eles dizem que mais pesquisas são necessárias para entender o motivo dessa tendência, mas, enquanto isso, mais esforços de saúde pública direcionados aos homens podem ser necessários para aumentar a conscientização sobre a doença.

 

Os pesquisadores estudaram as taxas de mortalidade padronizadas por idade nos 33 países entre 1985 e 2015. Essas taxas levam em conta os efeitos de alguns países que têm uma população envelhecida e outros que têm um público mais jovem. Eles extraíram as taxas de melanoma maligno, a forma mais perigosa de câncer de pele, e compararam as taxas para homens e mulheres analisando as tendências ao longo do tempo.

 

Em todos os países, as taxas foram maiores nos homens do que nas mulheres.

 

*Texto adaptado G1 Saúde e Ciência.

 

 

Estudo aponta que vírus da gripe deixa paciente sujeito a desenvolver pneumonia

01
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Uma pessoa infectada com vírus da gripe está mais propensa a desenvolver uma pneumonia – infecção pela bactéria pneumococo – do que aquela que não contraiu a gripe.

 

A  conclusão é de estudo realizado pelo Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID) da Universidade de São Paulo - USP -, financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Faculdade de Medicina Tropical de Liverpool (Reino Unido).

 

A bactéria pneumococo pode ser encontrada no nariz de uma pessoa, mas não necessariamente provoca a doença no paciente.

 

Conforme explicam pesquisadores, para haver pneumonia a bactéria precisa estar no pulmão. No entanto, por algum motivo, principalmente em pacientes mais vulneráveis, a bactéria sai do nariz e é transportada para o pulmão.

 

Vírus da gripe

O estudo mostrou que, por causa do vírus da gripe, houve um grande aumento das bactérias do nariz dos voluntários que participaram do estudo.

 

Os mecanismos imunológicos para combater a colonização de pneumococos já tinham sido estudados em camundongos, mas eram ainda pouco conhecidos em humanos.

 

A infecção pelo vírus da gripe causa uma supressão do sistema imune, a bactéria da pneumonia se instala em maior número e a chance de ela ir para o pulmão é maior.

O professor ressalta a importância da pesquisa para que se possa pensar em estratégias de tratamento e prevenção da pneumonia.

 
 
Texto adaptato de Agência Brasil.

93% das crianças respiram poluição acima do recomendável, alerta OMS

29
10

Em um relatório divulgado esta semana pela Organização Mundial de Saúde mostra que 93% das crianças e adolescentes respiram ar com nível de partículas finas acima do que é considerado recomendável para a saúde. Na Ásia, África e países de renda média e baixa, a situação se agrava

 

A publicação do relatório antecede a realização da Primeira Conferência Global da Organização Mundial de Saúde sobre Poluição do Ar e Saúde, que começa amanhã na Suíça. O tema do encontro é "Melhoria da Qualidade do Ar, Combate às Mudanças Climáticas".

 

Nos países com renda baixa e média, 98% dos menores de 5 anos são expostos a níveis maiores do que é recomendado para a saúde, enquanto nos países de renda elevada, o percentual é de 52%.

 

Na África e no Mediterrâneo Oriental, 100% das crianças com menos de 5 anos estão expostas a níveis acima do recomendável.

 

No continente americano, países de renda baixa e média, como o Brasil, expõem 87% das crianças menores de 5 anos a esses níveis de partículas finas.

 

No Brasil, a OMS estima que 50 mil pessoas morrem por ano de doenças relacionadas à poluição do ar. Quase 10% da população do país ainda queima madeira para cozinhar, o que contribui para a exposição à poluição.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Pesquisa indica que a Salmonella tem resistência a diferentes tipos de antibióticos

26
10

A pesquisa foi feita por cientistas da USP, em São Paulo. Os estudiosos sequenciaram o genoma da bactéria salmonella e descobriram que a maioria das 90 amostras pesquisadas apresentou resistências a diferentes classes de antibióticos.

 

O estudo, desenvolvido na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, identificou 39 genes responsáveis por essa resistência.

 

A salmonella é a bactéria mais frequente nos surtos de infecções alimentares, diarreias e gastroenterites, representando 14,4% dos quase 220 mil casos entre 2000 e 2015, segundo dados do Ministério da Saúde.

 

De acordo com os pesquisadores, as amostras fornecem um retrato da epidemiologia de salmonelose no Brasil nos últimos 30 anos, pois são provenientes de todas as regiões do país, tendo sido coletadas em pacientes acometidos por infecções alimentares ou em alimentos contaminados, como carne aviária e carne suína, incluindo embutidos, ou em vegetais, como alface, entre outros.

 

O estudo definiu o grau de resistência aos antibióticos de cada uma das 90 amostras. De acordo com os resultados, 65 (72,2%) das 90 amostras de S. Typhimurium se mostraram resistentes aos antibióticos da classe das sulfonamidas, 44 (48,9%) eram resistentes à estreptomicina, 27 (30%) à tetraciclina, 21 (23,3%) a gentamicina e sete (7,8%) as cefalosporinas.

 

Entre medidas necessárias para impedir o desenvolvimento de bactérias resistentes está o controle na venda de antibióticos. No caso da salmonella, a prevenção é o tratamento sanitário adequado de alimentos.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Pessoas altas podem ter maior risco de desenvolver câncer, aponta estudo

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Pesquisadores americanos analisaram a população em três continentes e descobriram que o risco de câncer em homens e mulheres é 10% maior para cada 10 cm de altura.

 

Segundo especialistas, o câncer se desenvolve quando o controle normal pelo corpo das células deixa de funcionar, abrindo caminho para o desenvolvimento de células cancerígenas que se manifestam como tumores.

 

O estudo, publicado na revista "Proceedings of Royal Society B", sugere que o risco de desenvolver diferentes tipos de câncer é mais provável em pessoas altas, simplesmente porque eles têm mais células e, portanto, maior probabilidade que essas células se tornem cancerosas.

 

Acredita-se que certos mamíferos, como elefantes e girafas, cujos corpos têm mais células do que animais menores, desenvolveram defesas adicionais contra o câncer. Mas não há evidências de que isso funcione da mesma maneira em indivíduos como seres humanos.

 

Em particular, pessoas de maior estatura têm um risco maior de desenvolver melanoma porque têm uma proporção maior de células e simplesmente mais pele do que pessoas de estatura média.

 

No entanto, o risco de câncer de estômago, bucal ou cervical em mulheres parece não estar relacionado à altura. A altura é largamente determinada por genes, o ambiente durante a infância também tem um efeito e, portanto, um impacto associado ao risco de câncer.

 

Fonte: G1

 
 

Novos tratamentos contra o câncer são aprovados pela Anvisa

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10

A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, aprovou esta semana três novos tratamentos para o câncer. Para pacientes com câncer de próstata, foi aprovado o registro do medicamento Erleada - apalutamida - que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, na concentração de 60 mg.

 

Conforme informou a Anvisa, o remédio, com dose de 240 mg, em combinação com terapia de privação androgênica, ou seja castração medicamentosa ou cirúrgica, é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de próstata não metastático resistente à castração.

 

Câncer nos rins

 

Pacientes diagnosticados com carcinoma de células renais, um tipo de câncer nos rins, passaram a contar com uma nova indicação terapêutica, resultado da combinação de dois produtos biológicos usados em tratamentos oncológicos.

 

Os medicamentos são o Opdivo (nivolumabe) e o Yervoy (ipilimumabe), que integram o rol de novas opções de terapias para o combate ao câncer, denominadas imunoterapias.

 

A nova indicação aprovada pela Anvisa é direcionada para o tratamento de primeira linha em pacientes adultos com carcinoma de células renais de risco intermediário ou alto.

 

A agência também aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento de carcinoma de células renais avançado. O produto é o Cabometyx (levomalato de cabozantinibe), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, nas concentrações de 20 mg, 40 mg e 60 mg.

 

Estudo relaciona 12% das mortes por câncer de mama ao sedentarismo

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No mês do Outubro Rosa, onde se alerta os cuidados e a prevenção ao câncer de mama, um dado tem chamado atenção. Uma pesquisa publicada na revista Nature e que contou com a colaboração do Ministério da Saúde revela que uma em cada dez mortes em decorrência de câncer de mama no Brasil, cerca de 12%, poderiam ter sido evitadas com a prática de atividade física regular.

 

De acordo com a pasta, os números mostram que, em 2015, 2.075 mortes poderiam ter sido evitadas se as pacientes realizassem pelo menos uma caminhada de 30 minutos ao dia cinco vezes por semana.

 

Segundo o ministério, um dos fatores que causam o câncer de mama é o excesso de estrogênio no organismo, que pode levar à formação de mutações e carcinogênese estimulando a produção de radicais.

 

O destaque fica por conta da atividade física que, por sua vez, diminui o estradiol e aumenta a globulina de ligação a hormonas sexuais, provocando uma redução de circulantes inflamatórios e aumentando as substâncias anti-inflamatórias.

 

Abuso de analgésicos pode causar dor de cabeça

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Existe hoje um tipo de cefaleia cada vez mais frequente entre a população e os consultórios médicos, é a dor de cabeça causada pelo uso em excesso de analgésicos. A informação foi repassada durante o Congresso Brasileiro e Panamericano de Neurologia, em São Paulo.

 

De acordo com o médico neurologista, Márcio Nattan Portes Souza, o paciente que sofre constantemente com dores de cabeça e passa a abusar da medicação pode desenvolver ainda mais cefaleia.

 

Por ser um desconforto comum entre a população, poucas pessoas procuram ajuda médica, o que só piora o problema. A Sociedade Brasileira de Neurologia recomenda que em casos de mais de três dias com dor de cabeça por mês ou de mais de três meses de dores de cabeça frequentes, é preciso procurar a ajuda de um neurologista.

 

Tratamento

 

Em primeiro lugar precisa-se da conscientização do paciente para eliminar os abusos. Existe ainda o tratamento contínuo que evita o surgimento das dores.

 

Quando se está fazendo o tratamento profilático, você toma uma medicação todos os dias. Em quatro semanas, começa a diminuir a frequência da dor de cabeça. Sem esse tratamento, principalmente para quem tem dor muito frequente, não há como melhorar.

 

A sugestão ao paciente é que ele invista em atividade física, na redução do peso (para obesos), melhora do sono, no combate ao estresse e tratamento dos sintomas de depressão e ansiedade. A meditação também pode ser uma boa aliada.

 

Dor de cabeça pode ser sintoma de uma doença mais grave. Se ela for forte, em si, não significa sinal de alarme. Mas quando a dor de cabeça começa subitamente e, em poucos segundo já está extremamente intensa, é chamada de trovoada. Parece que está explodindo a cabeça. A pessoa não deve marcar consulta e sim ir para o Pronto-Socorro.

 

Outros sinais citados são desmaio, dor de cabeça diferente do habitual e associada a febre. Além disso, pessoas com mais de 50 anos, sem histórico de dores, devem se preocupar se apresentar os sintomas. Pacientes transplantados ou com doenças imunodepressoras também devem ficar atentos.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Marcas de azeite são reprovadas no Brasil

08
10

Uma pesquisa feita pela Proteste, Associação de Consumidores, avaliou 69 marcas de azeite de oliva extravirgem, amostras e nacionais. De todos os produtos testados, sete apresentaram problemas e foram considerados fraudes.

 

Embora a embalagem mostrasse que se tratava do tipo extravirgem, na verdade havia vestígios da adição de outros óleos vegetais na embalagem, o que é irregular.

 

A maioria das marcas desclassificadas ainda foi considerada lampante, ou seja, isso significa que o produto veio de azeitonas deterioradas ou fermentadas e, por esse motivo, nem deveria chegar ao mercado.

 

Para ser comercializado, o certo seria refinar o produto para retirar as impurezas e misturar ao azeite.

 

Fique atento a algumas dicas para comprar um produto de qualidade e que não seja prejudicial à saúde.

 

O desejável é que o produto tenha sido embalado no país de origem. Isso ajuda a reduzir o risco de fraudes, como inclusão de outros óleos. Quanto aos ingredientes, deve constar apenas “azeite de oliva extravirgem”. Afinal, o produto nada mais é do que o sumo da azeitona.

 

Evite marcas baratas, pois isso é um indicativo de misturas. Escolha garrafas escuras e do fundo da prateleira. Sinal de que os polifenóis estão mais blindados. Ao ler “tempero português” ou “tempero espanhol”, significa que é mistura, e não azeite puro

 

Governo deverá anunciar acordo que pretende reduzir o açúcar nos alimentos

03
10

Ainda este mês, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, deverá anunciar o acordo feito com a indústria de alimentos processados que prevê a redução do nível do açúcar em vários itens alimentícios.

 

Inicialmente, a proposta incluirá iogurtes, achocolatados, sucos em caixinha, refrigerantes, bolos e biscoitos. De acordo com o ministro, A taxa de redução do açúcar será estabelecida até 2021, já que daqui três anos, a indústria definirá um novo patamar.

 

Esta é uma das ações preventivas contra problemas de saúde provocados pela ingestão excessiva do açúcar. Portanto, a ideia, é melhorar a qualidade de vida do brasileiro, que está em crescente processo de envelhecimento.

 

Hoje, o Brasil tem cerca de 29,3 milhões de idosos, o que representa 14,3% da população.

 

Brasil poderá perder o certificado de erradicação do sarampo

02
10

Até fevereiro do ano que vem, o Brasil terá que reverter os surtos de sarampo registrados em diversas regiões do território. Sendo que o país está sob pena de perder o certificado de eliminação da doença que é concedido pela Opas, a Organização Pan-Americana da Saúde, há dois anos.

 

Conforme dados do Ministério da Saúde: até 24 de setembro, foram confirmados 1.766 casos de sarampo, dos quais 1.367 no Amazonas e 325 em Roraima.

 

Há ainda, segundo a pasta, quase 8 mil casos em investigação em ambos os estados, além de casos isolados em São Paulo (3), no Rio de Janeiro (18), no Rio Grande do Sul (29), em Rondônia (2), em Pernambuco (4), no Pará (14) e em Sergipe (4).

 

As autoridades sanitárias brasileiras, agora correm contra o tempo, já que o critério adotado pela Opas para conferir transmissão sustentada é que o surto se mantenha por um período superior a 12 meses. Os primeiros casos da doença no Norte do país foram identificados no início do ano.

 

Atualmente cerca de 4,4 mil municípios atingiram a meta de vacinação estipulada por meio de campanha, o que representa que aproximadamente 1,3 mil cidades permanecem com coberturas vacinais que deixam a desejar.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

OMS aponta que o álcool foi o responsável pela morte de 3 milhões de pessoas em 2016

28
09

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, a OMS, o consumo de álcool foi o responsável pela morte de mais de 3 milhões de pessoas em todo planeta em 2016. Esste número representa uma a cada 20 mortes.

 

De acordo com o relatório global sobre o consumo mundial de álcool e suas consequências adversas para a saúde, os homens representam mais de três quartos das mortes. No geral, o uso nocivo do álcool causa mais de 5% das doenças no mundo.

 

Outro dado que chama atenção é que 28% das mortes relacionadas ao álcool são resultado de lesões, como as causadas por acidentes de trânsito, autolesão e violência interpessoal; 21% se devem a distúrbios digestivos; 19% a doenças cardiovasculares e o restante por doenças infecciosas, câncer, transtornos mentais e outras condições de saúde.

 

Em relação ao consumo, a estimativa da OMS é que 2,3 bilhões de pessoas  ingerem álcool atualmente. O consumo representa mais da metade da população das Américas, Europa e Pacífico Ocidental.

 

Em todo o mundo, 27% dos jovens com idade entre 15 e 19 anos consomem álcool atualmente. Por outro lado, o estudo indica que mais da metade (57% ou 3,1 bilhões de pessoas) da população global com 15 anos ou mais se absteve de consumir álcool nos últimos 12 meses.

 

A perspectiva da OMS é que até 2025, o consumo total de álcool per capita em pessoas com 15 anos ou mais de idade aumente nas Américas, no Sudeste Asiático e no Pacífico Ocidental.

 

*Texto adaptado do portal Agência Brasil

 

Vacinação hoje pode ajudar a aumentar a expectativa de vida em 2050

27
09

Até 2050, o mundo terá um total de 2,1 bilhões de pessoas com mais de 60 anos. Dese número, mais de 200 milhões serão na América Latina e no Caribe. Conforme os dados divulgados pela Opas, a Organização Pan-Americana da Saúde, a expectativa de vida na região, no mesmo ano, será de 78 anos, contra entre 68 e 70 anos na média global.

 

Mas um outro dado alarmante apontado pela organização mostra que as pessoas estão envelhecendo sem saúde. A organização informa que a vacinação em crianças é altamente reconhecida hoje, mas a necessidade de programas de imunização ao longo da vida e, sobretudo, em idosos, é frequentemente subestimada.

 

Ressalta-se que a gravidade de muitas infecções é maior em idosos, quando comparada à de adultos jovens. Além disso, as doenças infecciosas estão comumente associadas a sequelas de longo prazo entre os que têm mais de 60 anos, como o comprometimento das atividades diárias, a fragilidade e a perda de independência.

 

A orientação é que as pessoas procurem se imunizar antes do estabelecimento da chamada imunossenecência - diminuição da função do sistema imune em razão da idade.

 

Estudo europeu indica que poluição do ar pode chegar aos bebês durante a gravidez

26
09

Cientistas europeus descobriram através de estudos iniciais que a poluição atmosférica pode sim ter efeitos no corpo humano, isso acaba incluindo as mulheres grávidas. Em um primeiro momento, os estudiosos encontraram partículas de materiais poluentes, comumente detectados em grandes cidades, nas células da placenta de cinco mulheres.

 

Esta é a primeira evidência científica de que os componentes da poluição do ar atingem a placenta depois de passar pelos pulmões e cair na corrente sanguínea.

 

Com o consentimento das gestantes, os pesquisadores examinaram os macrófagos, que são as células do sistema imunológico que "comem" partículas danosas ao corpo, presentes suas placentas. Estas células estão presentes nos pulmões e também fazem parte do sistema que protege o feto no tecido da placenta.

 

Os pesquisadores encontraram 72 partículas negras entre 3.500 células, com a ajuda de um microscópio. As partículas, examinadas com instrumentos ainda mais potentes, se parecem com as partículas de sujeira encontradas nos macrófagos dos pulmões.

 

O sistema respiratório humano funciona como uma espécie de peneira para as partículas de poluentes. As maiores costumam ser destruídas pelas células de defesa pulmonares, mas as mais finas podem cair na corrente sanguínea e chegar a outros órgãos do corpo.

 

O estudo foi apresentado, mas ainda não foi publicado oficialmente em periódicos científicos.

 

Fake News: Governo lançará vídeo combatendo as notícias falsas sobre vacinação

21
09

O combate às fake news está tomando proporções maiores em todo país. Seja qual for o setor, as notícias falsas têm circulado pelas redes sociais. Compartilhamentos que não contribuem para o desenvolvimento sadio e correto da sociedade.

 

Por conta disso, o governo federal decidiu abrir ofensiva contra as fake news sobre vacinação. O Planalto divulgará vídeos que irão enfatizar a importância da vacinação e combatendo a divulgação de notícias falsas sobre o tema.

 

Um desses boatos diz que as imunizações são desnecessárias. No primeiro vídeo, um ator se passa por responsável por uma montanha-russa em um parque de diversões. Filmado por uma câmera escondida, ele tenta convencer os pais a deixarem seus filhos andarem no brinquedo sem cinto de segurança. Na tentativa de convencê-los, ele argumenta que “viu na internet” e queria testar com as crianças. Os pais ficam surpresos com a proposta e a recusam.

 

O vídeo compara o perigo de não vacinar as crianças a andar numa montanha-russa sem cinto de segurança apenas com base em informações encontradas na internet.

 

No mês passado, o Ministério da Saúde lançou um canal de Whatsapp chamado Saúde sem Fake News, já divulgado aqui pelo BML Patologia. O canal foi criado para que a sociedade possa perguntar se determinadas informações que são repassadas em grupos são verdadeiras ou falsas. O número do canal é o (61) 99289-4640.

 

*Texto adaptado do portal Agência Brasil

 

Brasil atinge a meta da Campanha de Vacinação Contra o Sarampo e a Polio

17
09

95% do público-alvo da campanha nacional, estabelecido pelo governo federal, foi atingido na última semana. Enquanto a média geral de imunização contra sarampo foi de 95,3%, a para paralisia infantil ficou em 95,4%. No total, mais de 21,4 milhões de doses foram aplicadas, beneficiando 10,7 milhões de crianças.

 

A campanha havia sido prorrogada uma vez pelo Ministério da Saúde. Alguns estados, no entanto, mantêm a iniciativa. O Rio de Janeiro, estado com o pior desempenho (83,3% de vacinação para pólio e 84,4% contra sarampo), seguirá até o dia 22 com a ação.

 

Aliás, números do governo mostram variações da cobertura vacinal entre estados. Quinze atingiram a meta para as duas doenças. Já São Paulo e Tocantins alcançaram o índice mínimo de 95% somente contra a poliomielite.

 

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 516 mil crianças não tomaram as vacinas contra as duas infecções no país. A única faixa etária que não chegou ao índice esperado foi o de crianças de 1 ano, cuja cobertura está em 88%.

 

A orientação era de que todas as crianças com mais de 1 e menos de 5 anos de idade recebessem as vacinas, inclusive se já tivessem sido imunizadas anteriormente. A medida foi adotada em um contexto de surtos de sarampo no país.

 

Estudo aponta que ingerir derivados do leite pode reduzir o risco de doença cardíaca

16
09

Um novo estudo canadense, trouxe uma novidade interessante. Comer três porções de laticínios por dia por ajudar a diminuir o risco de de uma pessoa desenvolver doenças cardíacas.

 

Foram avaliadas 136.384 pessoas, com idade entre 35 e 70 anos, em 21 países do mundo. Os participantes foram analisados por quase dez anos. As porções de laticínios podem ser variadas entre um copo de leite, uma xícara de iogurte e uma fatia de 15 gramas de queijo ou uma colher de chá de manteiga.

 

De acordo com um levantamento, o consumo de laticínios foi maior na América do Norte e Europa, com mais de quatro porções por dia, e menor no sul e sudeste da Ásia e países africanos, com menos de uma porção diária. O consumo de produtos lácteos não deve ser desencorajado em países de baixa renda e renda média, segundo a conclusão dos pesquisadores.

 

A pesquisa separou os participantes em quatro categorias: sem laticínios, menos de uma porção por dia, de uma a duas, e aqueles que consumiam mais. Em comparação com o grupo sem ingestão, o grupo que se alimentou mais apresentou menores taxas de mortalidade cardiovascular e de acidente vascular cerebral.

 
Proxima
 

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