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A dieta que promete salvar vidas, o planeta e alimentar a todos nós

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Cientistas desenvolveram uma dieta que promete salvar vidas, alimentar 10 bilhões de habitantes e não causar danos catastróficos ao planeta. Os pesquisadores estavam tentando descobrir como alimentar bilhões de pessoas a mais nas próximas décadas.

A resposta para o desafio consta no relatório elaborado por uma comissão de 37 especialistas de diversas áreas, publicado na revista científica The Lancet.

 

Trata-se da "dieta para saúde planetária" — que não elimina completamente a carne e os laticínios. Mas requer uma enorme mudança em relação ao que colocamos em nossos pratos.

 

Quais são as mudanças?

Se você come carne todos os dias, então esta é a primeira questão. No caso da carne vermelha, significa um hambúrguer por semana ou um bife grande por mês — esta é sua cota. Em paralelo, você pode comer algumas porções de peixe e frango por semana. Mas as verduras e legumes serão a fonte do restante de proteína que seu corpo precisa.

Os pesquisadores recomendam consumir nozes e uma boa porção de leguminosas (como feijões, grão de bico e lentilhas) todos os dias.

 

Há também um grande incentivo em relação a todas as frutas, verduras e legumes, que devem representar metade de cada refeição.

Embora haja restrições para "legumes ricos em amido", como batata e aipim.

Como é a dieta?

 

Veja abaixo o que a dieta permite comer por dia:

 

  1. Nozes: 50g por dia

  2. Feijão, grão de bico, lentilhas e outras leguminosas: 75g por dia

  3. Peixe: 28g por dia

  4. Ovos: 13g por dia (pouco mais de um por semana)

  5. 5. Carne: 14g de carne vermelha por dia e 29g de frango por dia

  6. 6. Carboidratos: 232g por dia de grãos integrais, como pão e arroz, e 50g por dia de legumes e verduras ricos em amido

  7. 7. Laticínios: 250g, o equivalente a um copo de leite

  8. 8. Legumes (300g) e frutas (200g)

 

Anvisa libera registro de genérico para combater infecções

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o registro do genérico levofloxacino hemi-hidratado na forma solução injetável para infusão. O remédio é indicado para tratar infecções bacterianas, como infecções no trato respiratório, infecções de pele, infecções do trato urinário e infecção nos ossos.

 

“Com o registro do medicamento genérico, a Anvisa garante que o produto possui qualidade, eficácia e segurança comprovadas, sendo equivalente terapêutico ao medicamento de referência”, informou, por meio de nota, a agência reguladora.

 

Outro benefício da concessão do registro, de acordo com o comunicado, é a redução do custo do tratamento, já que medicamentos genéricos devem entrar no mercado com valor pelo menos 35% menor que o do medicamento de referência.

 

Fonte: Agência Brasil.

 

Café antes de exercícios físicos pode causar danos à saúde, diz pesquisa

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Pesquisa realizada por fisioterapeutas da Unesp de Marília, localizada em São Paulo, mostra que tomar café antes da prática de exercícios físicos pode ser prejudicial à saúde. O estudo consistiu em analisar o comportamento cardiovascular de 32 homens, com idades entre 18 e 25 anos, que consumiram cafeína antes de realizarem atividades físicas.

 

A pesquisa foi realizada em três etapas com duração de 30 minutos cada. No primeiro dia foi aplicado um teste de esforço físico máximo para identificar os limites de cada participante. No segundo e terceiro dia tiveram que correr em intensidade moderada e tomaram alternadamente uma cápsula de cafeína e outra de farinha de trigo, sem propriedades químicas. Os participantes não sabiam quais das cápsulas estavam ingerindo.

 

Após os testes, os pesquisadores constataram que os batimentos cardíacos, dos que haviam tomado cafeína, demorou uma hora para voltar ao normal. Ou seja, o dobro do tempo necessário de quando não estavam com a substância no corpo. Isso acontece em função do poder estimulante da cafeína, que aumenta a concentração de catecolaminas no sangue e pode causar sobrecarga no coração, ocasionando assim um infarte.


O resultado da pesquisa surpreendeu os participantes voluntários e deixa o alerta aos praticantes de atividade física, principalmente os com hipertensão e diabetes.

 

Fonte: Agência Brasil

 

Manchas e rugas podem indicar como andam órgãos importantes

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Você sabia que a pele é o espelho da saúde? Pois é, as manchas, acnes, rugas podem indicar como andam órgãos importantes, como o pulmão. Através da pele também é possível saber a chance de ter diabetes,  algumas manchas indicam resistência à insulina.

 

Diabetes

A diabetes se manifesta de três formas diferentes na pele:

 

Acantose: é um sintoma da resistência periférica à insulina. Quando pele do pescoço, axila e virilha fica grossa e escura.

Micose: imunidade do diabético é mais baixa e o aparecimento da micose é mais fácil e recorrente. O diabético pode ter micose pelo corpo todo.

Perda da sensibilidade: quando não é controlada, pode afetar os nervos e causar a neuropatia, perda de sensibilidade nos pés.

 

Herpes e herpes zoster

Estima-se que 97% da população já teve contato com vírus do herpes. Os gatilhos são diversos: bebida alcoólica, ciclo menstrual, exposição solar, privação de sono. Costuma aparecer na boca ou na região genital. Quando a imunidade cai, o herpes zoster pode aparecer. As manifestações são: vermelhidão, bolinhas de água na pele com uma dor latejante, que queima. É preciso procurar tratamento logo.

 

Tabagismo

O rosto típico do fumante é com rugas mais profundas e precoces, flacidez da pele e a cor que é acinzentada e amarelada. Quanto mais comprometida está a pele, mais obstruções aparecem no pulmão.

 

Alteração hormonal

A desregulação do hormônio da tireoide deixa a pele seca, unha fraca e provoca queda de cabelo. A boa notícia é que se o hormônio está controlado, o metabolismo volta ao normal e os sintomas também. Na menopausa, é comum a reposição de testosterona. Uma das consequências é o aumento da produção de sebo, que resulta no aumento da acne.

 
Texto adaptado de Agência Brasil
 

Casca da jabuticaba pode prevenir diabetes e melhorar funções hepáticas, revela pesquisa

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Pesquisa do Instituto de Biologia da Unicamp realizada em camundongos idosos comprovou o poder do extrato da casca da jabuticaba na redução de gordura e inflamação no fígado, além da prevenção do pré-diabetes.

 

As doses do extrato do fruto aumentaram os índices do colesterol bom- o HDL-, diminuíram a hiperglicemia, além de trabalhar como um aliado do metabolismo de lipídios – moléculas de gordura.

 

Descontrolados, fatores como o colesterol bom e hiperglicemia estão presentes no pré-diabetes. A pesquisa, que foi publicada no Journal of Functional Foods, durou quatro anos e foi coordenada pela professora do IBUnicamp Valéria Helena Alves Cagnon Quitete, para defesa de tese de doutorado da pesquisadora Celina de Almeida Lamas.

 

O uso do extrato da casca da jabuticaba foi feito pelo Instituto de Biologia em parceria com o Instituto de Engenharia de Alimentos da Unicamp, que estuda frutas vermelhas.

Para se chegar ao resultado, os pesquisadores dividiram os camundongos em vários grupos.

 

Um deles tinha animais jovens com três meses de idade. Eles receberam a dieta padrão. Outro grupo tinha camundongos com 11 meses de idade, mas com dieta rica em gordura.

Dois outros grupos, que tinham animais envelhecidos, receberam doses de 2,9 ou 5,8 gramas de extrato de jabuticaba por quilo de peso. Também receberam uma dieta padrão por dois meses, segundo a professora Valéria Quitete.

 

Dois outros grupos de animais envelhecidos receberam uma dose de 2,9 ou 5,8 gramas de extrato por quilo e uma dieta rica em gordura por 60 dias. Os resultados apontaram que os camundongos envelhecidos não tiveram ganho de peso, reduziram o processo inflamatório e os parâmetros do pré-diabetes. Este estudo associado a uma segunda pesquisa do grupo comprovou também a melhora significativa na estrutura da próstata e nos processos inflamatórios.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

"Revolução sexual” contra impotência faz 20 anos em 2018

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O ano que se encerra neste mês guarda uma marca histórica, especialmente, para os homens. Em 2018, os comprimidos contra a disfunção erétil completaram 20 anos de venda em farmácias do Brasil e de outros países.

 

A descoberta, feita ao acaso pela ciência que investigava medicação para pressão alta, permitiu a milhões de homens reativar sua vida sexual. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil consideram que a oferta desses gêneros de medicamentos impactou a sociedade.

 

Além de mudar o comportamento, o advento da medicação contra a disfunção erétil estabeleceu para a ciência novos paradigmas, assinala Lucio Flavio Gonzaga Silva, cirurgião-urologista e professor aposentado da Universidade Federal do Ceará. Segundo ele, décadas antes da venda de medicamentos “a disfunção erétil era tratada como problema de fundo psicológico. A ciência não sabia como se processa a via metabólica da ereção”.

 

Princípio ativo

O urologista Carlos da Ros acompanhou de perto a evolução da pesquisa científica na área e participou de estudos de eficácia e tolerabilidade do fármaco citrato de sildenafila feitos no país e outras partes do mundo ainda em 1996.

 

O princípio ativo testado resultou dois anos depois no pioneiro Viagra (da empresa norte-americana Pfizer) e hoje, após a quebra de patente em meados desta década, está disponível em medicamentos fabricados por mais de 20 laboratórios instalados no Brasil, conforme consulta à página de produtos regularizados no portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

 

Conforme dados auditados pela consultoria IVQVIA, nesse período as vendas desses medicamentos somaram R$ 560 milhões. O valor equivale a uma participação de 0,91% no mercado total de remédios no país.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil.
 

"Dezembro Laranja" quer conscientizar para prevenção ao câncer de pele

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A Sociedade Brasileira de Dermatologia lançou no início do mês a campanha Dezembro Laranja. O objetivo é estimular a população para a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele, o mais comum no Brasil. Em 2018, o tema da campanha é “Se exponha, mas não se queime”. As ações da campanha incluem iluminação de monumentos, iniciativas de conscientização em praias e parques com distribuição de filtro solar, entre outras.

 

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, 30% de todos os tumores malignos do Brasil correspondem ao câncer de pele. Para o biênio 2018 a 2019, a estimativa é de 165.580 mil novos casos de câncer de pele não melanoma – uma redução de 10 mil casos em relação ao biênio anterior. A expectativa é que a doença acometa mais homens (85.170 mil) do que mulheres (80.410 mil).

 

Segundo a SBD, de dezembro deste ano a março de 2019, durante todo o verão, serão promovidas ações e atividades de informação na internet, ruas, praias e parques.

 

As recomendações básicas incluem a adoção de medidas fotoprotetoras, como evitar os horários de maior incidência solar (das 10h às 16h); utilizar chapéus de abas largas, óculos de sol com proteção UV e roupas que cubram boa parte do corpo; procurar locais de sombra e manter hidratação corporal. É necessário ainda usar protetor solar com fator 30 (no mínimo) diariamente, reaplicando a cada duas a três horas ou depois de longos períodos na água.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Acordo pretende reduzir 144 mil toneladas de açúcar de alimentos

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O governo brasileiro assinou um acordo com a indústria de alimentos para reduzir o consumo de 144 mil toneladas de açúcar até 2022. Isso representa, por exemplo, uma redução de até 62,4% do açúcar presente hoje em biscoitos.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, os brasileiros consomem, em média, 80 gramas de açúcar por dia, o que equivale a 18 colheres de chá. A maior parte, 64% desse consumo, é de açúcar adicionado ao alimento. Os outros 36% tratam-se do açúcar presente nos alimentos industrializados.

 

A meta, seguindo a recomendação da OMS, é reduzir o consumo de açúcar, por pessoa, para 50 gramas por dia, o equivalente a cerca de 12 colheres de chá de açúcar. Se possível, esse consumo deverá ser reduzido para 25 gramas, aproximadamente, 6 colheres de chá.

 

Segundo a OMS, o consumo de açúcar deve ser equivalente a até 10% do total das calorias diárias. Se possível, deve chegar a 5% das calorias diárias. De acordo com o Ministério da Saúde, maus hábitos como alimentação inadequada, além de tabagismo, inatividade física e uso nocivo do álcool aumentam a obesidade em mais de 60%, o diabetes em homens em 54% e em mulheres, 28%. A estimativa de casos de câncer aumenta em 27,6% com esses hábitos.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil.
 

37 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo

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Em 2018, comemora-se os 30 anos de luta contra a aids, e a Organização Mundial da Saúde, alertou que cerca de 1 milhão de pessoas morrem todos os anos por não saber que estavam contaminadas pelo HIV ou por começarem tarde demais o tratamento contra a doença.

 

A estimativa é que 37 milhões de pessoas vivam com o vírus em todo o planeta, sendo que apenas 75% sabe de sua condição e 60% recebem tratamento. O mundo percorreu um longo caminho nas últimas três décadas, mas a epidemia de infecções não terminou.

 

Os dados mostram que cerca de 75% das novas infecções por HIV registradas fora da África subsaariana ocorre entre profissionais do sexo; homens que fazem sexo com homens; pessoas que usam drogas injetáveis; transgêneros; e presidiários, além dos parceiros sexuais de todos que integram o grupo.

 

Ações com o tema Conheça seu status, promovidas pela OMS, as pessoas recebem orientação para o acesso aos exames laboratoriais, métodos de prevenção ao HIV, medicamentos antirretrovirais e serviços de saúde. A entidade pede ainda políticas públicas que promovam saúde para todos, com foco no combate à aids e a doenças relacionadas, como tuberculose e hepatite.

 

Em risco

De acordo com a organização, podem estar em risco as pessoas que estiveram nas seguintes condições: mantiveram relação sexual sem o uso de preservativo; receberam transfusões de sangue de forma insegura; foram expostas a algum tipo de equipamento injetável contaminado, como agulhas.

 

Morte de crianças por câncer caiu 13% em 10 anos, diz Saúde

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O Ministério da Saúde informou esta semana que o número de óbitos por câncer de crianças com idade até 14 anos caiu 13,4% entre os anos de 2006 e 2016. Em 2006, houve 2.222 mortes de crianças nessa faixa etária. Em 2016, o número caiu para 1.924 óbitos. Entre menores de 1 ano, o número de mortes caiu 27,8%. Entre as crianças de 1 a 4 anos, a queda foi de 9%, e entre os de 5 a 14 anos, a redução foi de 13,4%. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).

 

A pasta atribui a queda a melhorias na detecção e no tratamento precoce do câncer nos serviços de saúde. “Isso é imprescindível, pois, para a obtenção de melhores resultados, é preciso ter diagnóstico precoce e o ágil encaminhamento para início de tratamento. Houve também importante mudança de tecnologia no tratamento do câncer, muitos procedimentos cirúrgicos, desnecessários, foram reduzidos”, disse a diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não Transmissível e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Fatima Marinho, por meio da assessoria de imprensa.

 

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores as chances de cura. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 80% das crianças e adolescentes que têm câncer podem ser curados se receberem diagnóstico precoce e forem tratados em centros especializados, e a maioria tem boa qualidade de vida após o tratamento correto.

 

Apesar dos avanços, o câncer continua sendo a principal doença que causa a morte de crianças de 5 a 14 anos, mesmo com a redução observada nos últimos anos. Os tipos de cânceres mais comuns entre crianças e adolescentes são as leucemias, seguidas por linfomas e tumores cerebrais. No Brasil, o câncer infantojuvenil responde por 3% de todos os tipos de câncer.

 

Para ter acesso a tratamento oncológico pelo SUS, independentemente do tipo de tumor, o paciente deve buscar atendimento em estabelecimentos habilitados como Unacon ou Cacon, que oferecem assistência especializada e integral, atuando no diagnóstico, estadiamento e tratamento de câncer.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

População vulnerável submetida a ondas do calor cresceu em todo mundo

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A elevação da temperatura global aumentou a exposição de populações vulneráveis a ondas de calor extremo em todas as regiões do mundo no ano passado. A informação consta de estudo sobre os efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde feito por especialistas de 27 instituições internacionais em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e divulgado na revista médica “The Lancet”, em Londres.

 

De acordo com a publicação, o número de pessoas consideradas vulneráveis que foram submetidas a uma onda de calor aumentou em 157 milhões na comparação com 2000 e em 18 milhões comparado a 2016.

 

As regiões com maior risco são a Europa e o Leste do Mediterrâneo, que tem mais de 40% da população acima de 65 anos, faixa etária mais vulnerável. Já as populações da América do Sul e parte da Ásia estão mais expostas a enchentes e secas.

 

De acordo com o estudo, são consideradas populações vulneráveis os idosos, principalmente em áreas urbanas; os profissionais que trabalham expostos na agricultura, na área de construção e trabalhadores manuais. Também apresentam maior vulnerabilidade às variações climáticas pessoas que têm condições médicas pré-existentes, como doenças neurológicas, cardiovasculares, pulmonares renais e diabetes.

 

Os pesquisadores mostram que um dos efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde é o chamado estresse por calor. Os médicos explicam que o corpo humano precisa manter uma temperatura média de 37º para funcionar normalmente. Quando expostos ao calor extremo, os mecanismos de defesa do corpo se alteram, com a dilatação das veias para aumentar o fluxo de sangue e o aumento do suor para equilibrar a temperatura, causando estresse nas funções de alguns órgãos.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Semana Nacional de Combate ao Aedes aegypti segue até sexta-feira

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Todos os municípios do país promovem, desde o último domingo (25), diversas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, como visitas domiciliares, mutirões de limpeza e distribuição de materiais informativos.

 

A Semana Nacional de Combate ao Aedes será realizada até a próxima sexta-feira (30), sendo a sexta o dia D de combate ao mosquito. No total, 210 mil unidades públicas e privadas estão sendo mobilizadas, sendo 146 mil escolas da rede básica, 11 mil centros de Assistência Social e 53 mil unidades básicas de Saúde, informou o Ministério da Saúde.

 

Estados e municípios já foram orientados pela Sala Nacional de Coordenação e Controle do ministério para que promovam nas comunidades atividades instrutivas sobre a importância do combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

 

O verão é o período que requer maior atenção e intensificação dos esforços para não deixar o mosquito nascer. No caso da população, além dos cuidados, como não deixar água parada nos vasos de plantas, é possível verificar melhor as residências, apoiando o trabalho dos agentes de endemias. Esses profissionais utilizam técnicas simples e diferenciadas para vistoriar as casas, apartamentos e espaços abertos.

 

Os dados nacionais mostram redução de casos nas três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, entre janeiro e novembro de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017. Porém, alguns estados apresentam aumento expressivo de casos de dengue, zika ou chikungunya. Por isso, é necessário intensificar agora as ações de eliminação do foco do mosquito, para evitar surtos e epidemias das três doenças no verão.

 

Hemosc tem programação especial em comemoração ao Dia do Doador de Sangue

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O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) preparou uma programação especial para esta semana, em comemoração ao Dia Nacional do Doador de Sangue, que foi celebrado no último domingo (25).

 

O tema da campanha deste ano é “Independente do seu tipo sanguíneo, seja do tipo que faz o bem”.

 

No Vale do Itajaí, o evento conta com a parceria do Rotary Club Blumenau Garcia, que realizará simultaneamente a 8ª Semana Rotária de Doação de Sangue. Para atender os doadores, a unidade, localizada na Rua Theodoro Holtrup, nº 40, na Vila Nova, ficará aberto de segunda a sexta-feira, das 07h15 às 18h30, e no sábado (1º), das 8h15 às 11h.

 

Doação de sangue

A doação é a retirada de aproximadamente 450 mls de sangue. O processo leva em torno de 55 minutos. Não dói, nem prejudica a saúde do doador. Para doar, é preciso ter idade entre 18 e 69 anos, estar em boas condições de saúde e pesar mais de 50 quilos, entre outros requisitos. Mais informações no site: http://www.hemosc.org.br/doacao-de-sangue.html

 
 

Brasil tem mais de 9.800 casos de sarampo confirmados neste ano

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Desde o início deste ano, até 21 de novembro, foram confirmados 9.898 casos de sarampo no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o país enfrenta dois surtos de sarampo: no Amazonas, foram confirmados 9.477 casos e, em Roraima, 347 casos. Três estados registraram mortes pela doença: quatro em Roraima, seis no Amazonas e três no Pará.

 

O ministério informou, no entanto, que o número de casos novos vem caindo nos estados do Amazonas e de Roraima desde agosto. As informações foram repassadas pelas secretarias estaduais de Saúde ao atualizar os dados sobre a doença no país.

 

Dos mais de 7 mil casos que estavam em investigação no Amazonas, apenas nove continuam sendo avaliados. No Amazonas, a confirmação dos casos desta semana refere-se a notificações acumuladas, principalmente dos meses de julho e agosto. Em Roraima, a maior concentração de casos ocorreu entre fevereiro e abril deste ano.

 

Desde o início do ano, o Ministério da Saúde encaminhou aos Estados de Rondônia, do Amazonas, de Roraima, do Pará, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Rio Grande do Sul, de Pernambuco e de Sergipe, bem como ao Distrito Federal, 14,8 milhões de doses da vacina tríplice viral para atender à demanda dos serviços de rotina e à realização de ações de bloqueio, além da intensificação e campanha de vacinação para prevenção de novos casos de sarampo.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

 

 

Brasileiro com ELA cria aplicativo para pessoas com distúrbios na fala

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José Afonso Braga, 47 anos, foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como ELA, em 2013. A doença ataca o sistema nervoso central e provoca paralisia motora progressiva e irreversível. Já no primeiro ano após a confirmação do diagnóstico, Zé, como prefere ser chamado, perdeu todos os movimentos do corpo e também a voz.

 

Ele chegou a experimentar aplicativos voltados para pessoas com distúrbios na fala, mas a maioria das opções no mercado era limitada ao idioma inglês, possuía dicionários fixos e uma interface confusa. Com formação em tecnologia da informação, o mineiro, pai de três filhos, traçou uma espécie de luta contra o tempo para desenvolver uma forma alternativa de se comunicar. Foi quando surgiu o WeCanSpeak.

 

O lançamento oficial do WeCanSpeak aconteceu no último dia 3. Em menos de dez dias, foram mais de 300 downloads. A ferramenta pode ser utilizada em computadores e tablets e é disponibilizada de forma gratuita. Uma versão paga é oferecida a “usuários mais exigentes”, como o próprio Zé classifica.

 

Entre as premissas básicas fixadas para o desenvolvimento do aplicativo estavam: ser universal; ser configurável (o usuário pode criar seu próprio dicionário com palavras e frases completas adequadas ao seu cotidiano); ser simples, prático e intuitivo (o usuário não precisa passar por vários comandos para falar uma simples frase); e ser acessível (pessoas com todo tipo de poder aquisitivo podem ter acesso à ferramenta).

 

O aplicativo permite até mesmo que ele receba os amigos em casa às quintas-feiras para uma partida de pôquer.  

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 
 

Cientistas sintetizam molécula que elimina vírus da hepatite C

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Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista sintetizaram um novo composto que inibe a replicação do vírus da hepatite C em diversos estágios de seu ciclo. O estudo, feito com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, consistiu na combinação de moléculas já existentes para produzir novos compostos biológicos, método denominado bioconjugação.

 

O novo composto, denominado AG-hecate, também é capaz de agir em bactérias, fungos e células cancerosas. Segundo um dos autores do estudo, o químico Paulo Ricardo da Silva Sanches, esse tipo de atuação não é comum nos antivirais que normalmente têm alvos específicos isolados, inibindo processos específicos como a entrada do vírus nas células, a síntese do material genético e de proteínas, a montagem e liberação de novas partículas virais.

 

De acordo com o estudo, o composto também mostrou alto índice de seletividade, o que significa que ele ataca muito mais o vírus do que a célula hospedeira, mostrando potencial para atacar a doença.

 

O estudo e o desenvolvimento da molécula AG-hecate demorou cerca de dois anos. Até que entre no mercado e passe a ser utilizada serão necessários mais oito anos, já que o tempo médio para planejamento e desenvolvimento desse tipo de medicamento é de dez anos.

 

Para o professor Eduardo Maffud Cilli, orientador do estudo, a molécula também age em bactérias, fungos e células cancerosas. No caso do câncer, a molécula interage e destrói a membrana da célula afetada. “Além disso, como os vírus do zika e da febre-amarela apresentam ciclos replicativos bastante parecidos com o do HCV, vamos testar a efetividade do AG-hecate também em relação a esses vírus”, concluiu.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

 

SBC diz que diagnóstico precoce do câncer de próstata salva vidas

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Por preconceito e medo, muitos homens ainda deixam de se submeter aos exames preventivos do câncer de próstata, um dos mais comuns no sexo masculino.

 

Caso houvesse maior conscientização sobre os benefícios do diagnóstico precoce, além das chances de cura, haveria uma substancial redução nos custos do tratamento, alerta o cirurgião oncológico Ricardo Antunes, presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC).

 

Diante dessa constatação ele lembra a importância da campanha Novembro Azul, um movimento que surgiu na Austrália, em 2003, e mais recentemente no Brasil, de alerta sobre a necessidade de os homens cuidarem melhor de sua saúde, especialmente nos cuidados preventivos, como o toque retal, onde o médico pode perceber o aumento da glândula, e o PSA, exame de sangue pelo qual pode-se detectar a enzima produzida pela próstata.

 

De acordo com o oncologista, o ideal é começar a fazer esses exames anualmente a partir dos 50 anos.  Segundo ele, a recomendação àqueles com histórico familiar de câncer é que os exames sejam feitos aos 45 anos. Nesse caso, o risco de contrair o mal cresce de três a dez vezes.

 

Para Ricardo Antunes, o grande desafio é que “existem dois grandes fantasmas que aterrorizam os homens: o medo de uma evolução para disfunção erétil e incontinência urinária”.

 

Ele garante, no entanto, que houve um grande avanço no conhecimento científico e na medicina para tratamento e que deixar para buscar a cura tardiamente implica em altos custos e perda da qualidade vida, além do risco de morte.

 

As causas do câncer de próstata ainda são desconhecidas. Entretanto, existem evidências de maior suscetibilidade entre homens com histórico familiar, com dieta à base de carnes vermelhas e gorduras, que consomem mais álcool ou fazem uso de tabaco. A doença é menos comuns entre os que dão preferência para alimentos à base de frutas e vegetais, entre eles tomate, cenoura e leguminosas (feijões, ervilha e soja).

 

#Texto adaptado de Agência Brasil.

 
 

Alerta: Um em cada oito adultos no mundo é obeso

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Organização Mundial da Saúde alerta que um em cada oito adultos em todo o planeta é obeso. A projeção é de que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de indivíduos estejam com excesso de peso, sendo mais de 700 milhões com obesidade.

 

Já o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75 milhões caso nada seja feito – incluindo 427 mil crianças com pré-diabetes, 1 milhão com hipertensão arterial e 1,4 milhão com aumento do acúmulo de gordura no fígado.

 

A campanha global em 2018 tem como proposta combater o estigma da obesidade e tratar o assunto com respeito, disseminando informações de maneira responsável, reconhecendo a obesidade como uma doença crônica multifatorial e investindo em políticas públicas de prevenção e tratamento.

 

Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) apontam que mais de 50% da população brasileira tem excesso de peso.

 

As entidades alertam que a obesidade é uma doença crônica que tende a piorar com o passar dos anos, caso o paciente não seja submetido a um tratamento adequado e contínuo.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil
 

Depressão: Campanha pede empatia com as pessoas que sofrem com a doença

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Lançada esta semana no país, a campanha de esclarecimento sobre a depressão "Pode Contar", com enfoque na empatia, ou seja: a capacidade de familiares e amigos se colocarem no lugar da pessoa que sofre  com a depressão. O conteúdo da ação está disponível no portal coletivopodecontar.com.br.

 

A presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Carmita Abdo, fala que a empatia não é passar a mão na cabeça ou sentir pena de quem sofre com a doença, mas se colocar no lugar do outro: “É se reconhecer no outro. Nós na ABP falamos muito de combater o estigma da depressão e nada melhor que exercitar a empatia”, disse.

 

De acordo com a médica, a empatia envolve processos afetivos e cognitivos e se traduz na capacidade de perceber os sentimentos e emoções da outra pessoa, sem julgamentos. Segundo ela, as doenças mentais estão entre as dez patologias mais prevalentes de um total de 32 doenças incapacitantes para o trabalho.

 

Diagnóstico

Para a cardiologista Roberto Miranda, da Faculdade de Medicina da USP, muitas vezes é o médico primário, como cardiologista ou ginecologista, que identifica os sintomas.

 

“Muitos pacientes têm alterações cardíacas, dor de cabeça, dor no peito, palpitações e crises de hipertensão. Eles vinham ao pronto-socorro com essas crises e, após o tratamento contra a depressão, não voltavam mais ao atendimento de emergência”, alerta.

 

O especialista explica que a depressão tem também relação com outros eventos cardiovasculares e está associado ao aumento do risco de infarto.

 

Tratamento

Táki Cordás, coordenador de ambulatório no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, disse que quanto menos desenvolvida é a sociedade, maior a demora para se buscar ajuda. “Estima-se que 70% das pessoas que precisam de tratamento não estão recebendo”, disse ele.

 

O tempo do tratamento pode variar conforme a quantidade de crises apresentadas pelo paciente. Dependendo do caso, pode ser de um ano ou, para aqueles que sofreram mais de três crises na vida, o tratamento pode durar a vida inteira. O paciente que toma a medicação por seis meses e decide descontinuar o uso tem 80% de chances de sofrer uma recaída.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil.
 

Oito em cada 10 homens dizem cuidar mais da saúde após participar de pré-natal

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De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, oito em cada dez homens presentes em consultas de pré-natal passaram a ficar mais cuidadosos com a própria saúde.

 

O estudo indica que 72,25% dos pais ou cuidadores entrevistados pela pasta participaram das consultas de pré-natal com suas parceiras. Desse total, 80,71% afirmaram que esse envolvimento os motivou a cuidar melhor de sua saúde.

 

Nesta terceira etapa da pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, foram feitas 37.322 entrevistas com pais ou cuidadores que assumiram a figura paterna e que acompanharam o pré-natal, parto e pós-parto de crianças nascidas no Sistema Único de Saúde (SUS) no ano de 2015.

 

O objetivo do estudo, de acordo com a pasta, é obter dados sobre acesso, acolhimento e cuidados com a saúde masculina nos serviços públicos de saúde e levantar informações sobre o envolvimento do pai no pré-natal e no nascimento da criança. A coleta de informações foi feita entre março de 2017 e março deste ano.

 

Embora a pesquisa aponte maior conscientização em relação à saúde, ainda é alto o número de homens que não têm na sua rotina o cuidado com a saúde. Quando questionados sobre o costume de buscar estabelecimentos públicos de saúde, 36,36% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de ir a esses locais. Desse total, 47,57% (6.455) informaram como motivo nunca ter precisado, falta de interesse ou não gostar de hospital.

 

Novembro Azul

 

O tema da campanha Novembro Azul este ano é Homem, da Infância à Velhice, Cuide de Sua Saúde, de Novembro a Novembro. A proposta, segundo a pasta, é chamar a atenção da população, dos gestores e dos profissionais de saúde para a importância de olhar para a saúde do homem de forma integral, e não apenas para a questão da próstata.

 
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