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NOTÍCIAS

Como o carro mais caro afastou 1 milhão de franceses do tabagismo

31
05
Um milhão de pessoas pararam de fumar na França em um ano: o número impressionante foi divulgado pelo Ministério da Saúde do país. Em 2017, 26,9% dos adultos entre 17 e 75 anos fumavam todos os dias, contra 29,4% no ano anterior.
 
Para o governo, a diminuição drástica é explicada pelo aumento do preço do maço de cigarro, que reduziu, pela primeira vez em 17 anos, o consumo entre a população de baixa renda. Entre os menos favorecidos, a queda foi de 4%; já entre os desempregados foi de 6%. Mas o uso de substitutos como o cigarro eletrônico e o reembolso em tratamentos contra a dependência da nicotina também influenciaram no abandono do vício.
 
Após um aumento de 2005 a 2010, o número de fumantes no país tinha estagnado até 2017. “Esses resultados são encorajadores, eles marcam uma próxima etapa”, declarou a ministra da Saúde Agnès Buzyn. “Com o aumento da fiscalização, podemos esperar que os resultados continuem bons”.
 

OMS diz que cinco mulheres morrem por dia no Brasil por questões relacionadas à gravidez

29
05
Em 2016, 1.829 mulheres morreram no Brasil por causas relacionadas a ou agravadas por gravidez, parto ou o puerpério (período pós-parto de 42 dias). Isso equivale a cinco mortes diárias. No mundo, 830 mulheres morreram por dia por essas causas, apontam dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
Esse tipo de óbito preocupa tanto as autoridades de saúde que tem uma classificação internacional específica: morte materna. Segundo dados do Indicador de Desenvolvimento Global do Banco Mundial de 2016, para cada 100 mil nascidos, 69 mulheres morreram no parto ou no puerpério no Brasil. Em países desenvolvidos, a taxa é de dez mortes por 100 mil bebês vivos, e no Japão são apenas seis mortes.
 
A fim de chamar a atenção para a vulnerabilidade da saúde feminina no mundo, 28 de maio foi escolhido como Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. No Brasil, a data também representa o Dia Nacional pela Redução da Morte Materna.
 
Causas múltiplas
Apesar de pouco debatido, o tema é complexo. A mortalidade materna é resultado de fatores biológicos, econômicos, sociais e culturais, que não se referem a óbitos por causas acidentais, mas sim a causas que poderiam ser evitáveis ou tratadas.
 

Poluição causa mais mortes que por males cardiovasculares que doenças crônicas

28
05
Um artigo científico publicado recentemente na Revista Circulation, da Associação Americana do Coração, ressalta que a poluição do ar foi responsável por cerca de 3,3 milhões de mortes no mundo decorrentes de doenças cardiovasculares em 2016. O assustador é que esse dado supera o número de óbitos atribuídos a problemas crônicos, como tabagismo (2,48 milhões), obesidade (2,85 milhões) e diabetes (2,84 milhões). Apenas a hipertensão arterial mata mais gente por problemas como infarto ou AVC.
 
Pois é: a poluição ambiental não só agrava problemas respiratórios, como rinite, bronquite e pneumonia. A contaminação atmosférica leva a uma maior agressão dos vasos sanguíneos. Isso, por sua vez, favorece a aterosclerose – uma formação de placas de gordura nas paredes internas das artérias que pode obstruir o fluxo do sangue no coração ou no cérebro, por exemplo.
 
Além disso, a exposição ao ar sujo aumenta a pressão arterial, a frequência cardíaca e a inflamação dos vasos. São alterações que, com o tempo, bagunçam a saúde cardiovascular.
 
No artigo, os autores destacam que algumas pessoas devem se preocupar mais com a poluição. Fazem parte do grupo de risco: idosos, obesos, diabéticos e quem já tem problemas cardíacos.
 

Estudo sugere que comer um ovo por dia pode proteger o coração

23
05
O ovo, muitas vezes visto como vilão por causa do colesterol e da salmonela, pode ser um aliado da saúde do coração. Ao menos é o que sugere um estudo realizado por pesquisadores da China e do Reino Unido com dados de mais de meio milhão de chineses e publicado nesta semana na revista científica “Heart”.
 
Os resultados indicam que pessoas que consomem um ovo por dia reduzem de forma significativa os riscos de doenças cardiovasculares, em comparação com pessoas que não ingerem o alimento.
 
A pesquisa, coordenada por cientistas do Centro de Ciências em Saúde da Universidade Pequim e da Universidade de Oxford analisou dados do China Kadoorie Biobank, com informações de 512.891 adultos com idades entre 30 e 79 anos, de dez regiões diferentes da China. Os participantes foram recrutados entre 2004 e 2008, e, entre as perguntas, foram questionados sobre a frequência do consumo de ovos. Eles foram acompanhados para determinar as taxas de morbidade e mortalidade.
 
Os pesquisadores focaram num grupo com 416.213 participantes, que não possuíam histórico de câncer, doenças cardiovasculares e diabete. Ao longo de nove anos, foram registrados 83.977 casos de doenças cardiovasculares, com 9.985 mortes, além de 5.103 eventos coronarianos. No início do estudo, 13,1% dos participantes relataram o consumo diário de ovos, enquanto 9,1% disseram nunca consumir o alimento.
 
A análise dos dados sugere que pessoas que consomem um ovo diário têm menos riscos de doenças cardiovasculares. Em particular, os que comem ovos têm 26% menos riscos de hemorragias cerebrais, 28% menos chances de morrerem por causa do derrame e 18% menos chances de mortes por doenças cardiovasculares. Também foi observado o menor risco para doença arterial coronariana.
 
Os pesquisadores ressaltam que o estudo é observacional, então não é possível determinar a causalidade, mas pelo tamanho da amostra a correlação é significativa. Nita Forouhi, professora da Universidade de Cambridge não envolvida na pesquisa, explica que por décadas se acreditou que o consumo de ovos aumentava os riscos de doenças cardíacas por causa do colesterol. Entretanto, a concentração de colesterol no sangue é influenciada, principalmente, pelas gorduras saturadas e processos internos do organismo.
 

Estudo distingue natureza dos cânceres

22
05
Cânceres metastáticos nascem malignos ou se tornam malignos? Esta é uma questão importante na detecção e no tratamento precoce da doença. Na falta de uma resposta clara, pacientes recebem terapias agressivas quando são descobertos precocemente pequenos e anormais aglomerados de células, ainda que eles possam ser inofensivos.
 
Em um estudo publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences", uma equipe de pesquisadores liderados por cientistas da universidade de Duke e da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriu que, em tumores colorretais examinados, cânceres invasivos nascem já malignos, e essa tendência pode ser identificada em diagnóstico precoce.
 
De acordo com Marc D. Ryser, principal autor do estudo, “nós descobrimos evidência de que tumores benignos e malignos começam de formas diferentes, e esse movimento de células, que é uma importante característica de malignidade, se manifesta muito cedo durante o crescimento de tumores”.  Por exames de rastreamento de movimento precoce de células como um sinal de malignidade em tumores pequenos, pode ser possível identificar quais pacientes são propensos a se beneficiarem de tratamentos agressivos e quais não precisam deles.
 
Ryser e seus colegas se basearam em pesquisas anteriores para mostrar que em um subconjunto de cânceres humanos, muitos traços-chave de cânceres terminais já são impressos no genoma da célula. Isto é, eles nascem "destinados" a serem malignos.

Estados Unidos aprovam remédio contra a enxaqueca

21
05
O primeiro remédio contra enxaqueca foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), instituição que regula medicamentos e alimentos nos Estados Unidos. A tecnologia representa uma nova era na prevenção e tratamento do problema, que pode causar dores de cabeça extremamente incapacitantes.
 
Atualmente, os remédios usados para enxaqueca são primordialmente destinados a tratar outras doenças, como hipertensão, labirintite, depressão e epilepsia. A eficácia desses medicamentos varia de acordo com as características do paciente e nem sempre permanece por longos períodos.
 
Já a nova droga, Aimovig, fabricada pela Amgen e pela Novartis, é uma injeção mensal aplicada por meio de um dispositivo semelhante a uma caneta de insulina. O composto age pelo bloqueio da proteína CGRP, que instiga e prolonga enxaquecas.
 
Segundo o The New York Times, outras três empresas farmacêuticas - Lilly, Teva e Alder - estão aguardando a aprovação de medicamentos semelhantes por parte da FDA.
 
A droga passou por três testes que envolveram mais de 2 mil participantes que tiveram de aplicar o remédio em análise ou um placebo. Após um ano, foi constatado que os pacientes que receberam Aimovig apresentaram crises mais curtas em comparação a quem não se medicou.
 
Segundo o laboratório, a eficácia observada foi de pelo menos 50% menos crises mensais de enxaqueca nos pacientes que passaram pela etapa de testes à cega.
Além disso, não foram relatados efeitos colaterais, embora ainda seja necessária uma análise mais cautelosa quanto ao uso da medicação em pacientes com doenças crônicas.
 
Preço
O medicamento ainda não foi aprovado no Brasil, mas o conjunto de doses anuais está à venda nos Estados Unidos por 6.900 dólares, o equivalente a cerca de R$ 26 mil.
 

Pesquisa diz que tentativas de suicídio entre crianças e adolescentes dobraram em menos de 10 a

18
05
Uma pesquisa publicada no periódico científico "Pediatrics" revelou que o número de crianças e adolescentes hospitalizados por tentar suicídio ou pensar nisso dobrou em menos de uma década. Embora esse índice ainda seja baixo, o aumento da taxa chamou atenção dos pesquisadores.
 
Enquanto em 2008 o índice de internações de crianças e adolescentes em hospitais americanos devido a tentativa de suicídio ou pensamentos suicidas foi de 0,66%, em 2015, essa taxa tinha chegado a 1,82%.
 
O maior aumento nesse índice foi registrado na faixa etária de 12 a 14 e 15 a 17 anos. Os pesquisadores também chamaram atenção para o fato de que a prevalência desses casos é maior durante o ano letivo. No caso dos adultos, tentativas de suicídio e pensamentos suicidas são mais frequentes na primavera e no verão.
 
Há ainda um recorte por gênero, as meninas apresentaram um crescimento maior nessa taxa do que os meninos. Os pesquisadores apontam que entre as hipóteses para explicar o aumento desses casos entre crianças e adolescentes, está uma maior frequência da depressão entre os jovens. O uso das redes sociais também é uma questão que deve ser considerada, segundo os pesquisadores.
 
Para chegar a esses dados, os médicos acessaram o banco de dados do Sistema de Informação de Saúde Pediátrica dos EUA. Na pesquisa, foi identificada a ocorrência de 115.800 tentativas de suicídio ou idealizações do ato por crianças e adolescentes ao longo de sete anos.
 

Musculação pode ajudar a combater a depressão

17
05
Digamos que o ditado “mente sã, corpo são” também poderia ser lido de trás pra frente, segundo um artigo publicado no periódico JAMA Psychiatry. No estudo, foi demonstrado que exercícios físicos resistidos, além de benéficos para o corpo, ajudam a aliviar os sintomas da depressão.
 
Os cientistas da Universidade de Limerick, na Irlanda, queriam descobrir se havia alguma associação entre esse tipo de treinamento – representado pela boa e velha musculação – e os sintomas depressivos. Para isso, reuniram dados de 33 pesquisas clínicas, com quase 2 mil participantes.
 
A partir daí, eles observaram uma redução de 44% nos indícios da doença entre a turma que puxava ferro. Os autores do trabalho compararam esse efeito ao de remédios antidepressivos ou terapias comportamentais. 
 
Segundo os cientistas, “o treino resistido diminuiu significativamente os sintomas depressivos entre adultos, independentemente do estado de saúde, do volume total prescrito de exercícios ou mesmo do aumento na força”. Ou seja, você não precisa virar o Hulk para conquistar esse benefício.
 
E dá para ir além da musculação. Pesquisas anteriores sugerem que a ioga e outras práticas também seriam efetivas no combate à depressão.
 

Obesidade é segunda principal causa de morte no mundo

16
05
Ao mesmo tempo em que avançam os tratamentos contra doenças desafiadoras, como câncer e Aids, o homem moderno se vê ameaçado por um elemento sem o qual não se vive: a comida. A epidemia de sobrepeso/obesidade já afeta 39% da população adulta e 18% das crianças e adolescentes entre 5 e 18 anos, com consequências consideradas devastadoras para a saúde. 
 
Algumas estimativas indicam que o excesso de peso é a segunda causa de morte no mundo, perdendo apenas para as doenças associadas ao tabagismo. Com a maioria das estratégias de contenção do problema até agora infrutíferas, especialistas, governos e associações buscam novas soluções capazes de, ao menos, reduzir parte dele.
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS), que desde 2004 tem ações específicas de combate à obesidade, agora declarou guerra à gordura saturada, aquela presente em alimentos de origem animal. Na semana passada, o órgão das Nações Unidas abriu consulta pública para debater novas recomendações sobre o consumo desse ingrediente. Em uma teleconferência de imprensa, Francesco Branca, diretor do Departamento de Nutrição para a Saúde e Desenvolvimento da OMS, afirmou que, com base em 15 anos de produção científica, a ingestão de gordura por crianças e adultos por dia deveria representar, no máximo, 10% das necessidades diárias.
 
Dessa forma, um homem saudável com recomendação de 2,5 mil calorias por dia consumiria 250 calorias na forma de gordura saturada, o que daria um pouco menos de 30g. Essa é a quantidade de gordura presente em 50g de manteiga, em 130-150 gramas de queijo ou em um litro de leite integral.
 

OMS quer eliminar gorduras trans da indústria até 2023

15
05
O mundo é capaz de eliminar as gorduras trans produzidas industrialmente até 2023, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS), revelando um plano que afirma que evitará 500 mil mortes por ano decorrentes de doenças cardiovasculares.
 
As gorduras trans são populares entre fabricantes de alimentos fritos, assados e salgadinhos porque têm um prazo de validade longo, mas são ruins para os consumidores, aumentando o risco de doenças cardíacas em 21% e as mortes em 28%, informou um comunicado da OMS.
 
Implantar a estratégia da entidade para substituir as gorduras trans, o que inclui divulgar alternativas mais saudáveis e legislar contra ingredientes nocivos, os retiraria da cadeia alimentar e representaria uma grande vitória contra as doenças cardíacas.
 
Vários países já eliminaram virtualmente as gorduras trans estabelecendo limites às quantidades permitidas em alimentos industrializados. Alguns proibiram óleos parcialmente hidrogenados, a principal fonte de gorduras trans produzidas industrialmente, disse a OMS.
 
No início deste mês a OMS emitiu suas primeiras recomendações sobre gorduras trans desde 2002, dizendo que adultos e crianças deveriam consumir um máximo de um por cento de suas calorias diárias na forma de gorduras trans.
 

OMS diz que se prepara para o pior em casos de ebola registrados no Congo

14
05
Após declarar fim do surto de ebola em julho de 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou em entrevista coletiva que o risco de propagação do vírus na República Democrática do Congo (RDC) é elevado e que se prepara paro "o pior cenário possível”.
 
A OMS registrou 32 casos ebola no país, incluindo 18 mortes, entre 4 de abril e 9 de maio. O último surto de ebola foi em 2017 e deixou quatro mortos. Há algum tempo, no entanto, a África vem sofrendo com o avanço do vírus.
 
A epidemia mais importante ocorreu no oeste da África entre 2013 e 2016 e deixou 11,3 mil mortos de um total de 29 mil casos, em sua grande maioria na Guiné, Libéria e Serra Leoa.
 

Cientistas dizem que solidão pode ser mais letal que o cigarro

11
05
O tabagismo é a principal causa de mortes evitáveis em todo o mundo e a obesidade é conhecida por abrir portas para diversas doenças crônicas que podem abreviar a vida de uma pessoa. Um outro problema, no entanto, tem se mostrado ainda mais letal, segundo os cientistas: a solidão.
 
Um estudo coordenado por Douglas Nemecek, diretor médico da seguradora de saúde Cigna, aponta que a solidão nos dias atuais atingiu proporções "epidêmicas", rivalizando com os riscos representados pelo tabaco e pelo sobrepeso.
 
A solidão tem o mesmo impacto sobre a mortalidade que fumar 15 cigarros por dia, tornando-se assim ainda mais perigosa do que a obesidade, afirma o médico. Especialistas, inclusive, apontam que a solidão deveria ser alvo de campanhas de saúde pública, como as de combate ao tabagismo e prevenção de doenças.
 
Segundo um relatório produzido com a empresa de pesquisa Ipsos, baseado em uma pesquisa on-line com mais de 20 mil adultos norte-americanos, quase metade da população relata que se sente sozinha (46%) ou deixada de fora (47%).
 
Os dados ainda mostram que o uso generalizado de mídias sociais entre os adultos mais jovens contribui para a solidão e que a sensação de isolamento está sendo alimentada por uma variedade de coisas, incluindo demandas de trabalho, horários inadequados de sono, tempo de qualidade suficiente com a família ou socialização com os amigos.
 

Estudo revela que cura para calvície pode estar próxima

10
05
A calvície afeta cerca de metade dos homens até os 50 anos de idade, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), e é um problema que até hoje não tinha uma solução médica definitiva. No entanto, pesquisadores descobriram uma potencial cura para ela usando um remédio originalmente criado para tratar a osteoporose.
 
Durante testes de laboratório, os cientistas identificaram que a droga teve um efeito forte sobre os folículos pilosos, estimulando-os a crescer. Ela contém um componente que tem como alvo uma proteína que atua como um freio no crescimento do cabelo e seria uma das responsáveis pela calvície.
 
O líder do projeto, Nathan Hawkshaw, disse que um teste clínico seria necessário para avaliar se o tratamento seria realmente efetivo e seguro para as pessoas.
 
Atualmente, apenas dois remédios estão disponíveis no mercado para tratar calvície (alopécia androgenética): o minoxidil (para homens e mulheres) e a finasterida (só para homens). Os dois têm efeitos colaterais e não são plenamente eficientes sempre, então, muitas vezes os pacientes optam pela cirurgia de transplante de cabelo para lidar com o problema.
 

Estudo diz que colesterol no cérebro está associado ao Alzheimer

10
05
Um estudo liderado pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, mostra que o colesterol também tem um papel importante no surgimento e na progressão da doença de Alzheimer. Em testes feitos em laboratório, cientistas mostraram que a presença do composto age como um "gatilho" para a formação de aglomerados tóxicos relacionados à condição.
 
Chamados de proteína beta-amiloide, há muito tempo esses compostos são indicativos da progressão da doença: eles se acumulam ao redor de neurônios e atrapalham a transmissão de um impulso nervoso para o outro. Esse fato, por sua vez, explica vários sintomas associados, como falhas na memória. Progressivamente, essa proteína também favorece o acúmulo de placas que deflagram a morte de células nervosas.
 
O achado foi publicado na "Nature Chemistry" , mas não é a primeira vez que a ciência faz a relação entre colesterol e Alzheimer: estudos anteriores já demonstraram que os mesmos genes que processam a gordura também desencadeiam a progressão da doença.
 
Agora, o que os pesquisadores da Universidade de Cambridge demonstraram é que o colesterol contribui para que várias células da beta-amiloide fiquem juntas, favorecendo à formação das placas associadas à demência.
 

Pesquisa diz que mulheres que comem muito fast food podem ter mais dificuldade para engravidar

08
05
Mulheres que comem fast food com regularidade e deixam de lado o consumo de frutas têm maior probabilidade de desenvolver dificuldades para engravidar, segundo um estudo recém-publicado no periódico "Human Reproduction”.
 
A conclusão é de que uma dieta nutritiva aumenta a capacidade reprodutiva. Uma pesquisa com 5.598 mulheres identificou que as que se alimentam de fast food quatro ou mais vezes por semana tendiam a demorar quase um mês a mais para engravidar do que as que comiam raramente ou nunca.
 
É importante ressaltar, porém, que o estudo tem limitações: foi baseado na lembrança do que as mulheres entrevistadas (de Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido e Irlanda) comeram antes de no mês anterior ao início de suas gestações dos primeiros filhos.
 
Parteiras visitaram as entrevistadas entre a 14ª e a 16ª semanas de gravidez e perguntaram a elas a frequência com que comiam frutas, vegetais verdes e peixe - e também hambúrgueres, pizzas, frangos e batatas fritas e outras refeições de lanchonetes fast food.
 
Os pesquisadores descobriram que as mulheres que haviam comido fruta menos do que uma a três vezes em um mês levava, em média, um mês adicional para engravidar do que as que tinham o hábito de ingerir frutas três ou mais vezes por dia.
 
Avaliando as chances de as mulheres não engravidarem no período de um ano, os pesquisadores identificaram que, na média geral, essa possibilidade era de 8% entre as entrevistadas. Mas essa porcentagem subia para 12% entre as mulheres que comiam poucas frutas e 16% das que consumiam fast food excessivamente (quatro ou mais vezes por semana).
 

9 em cada 10 pessoas respira ar poluído no mundo

07
05
A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou uma atualização de suas estimativas sobre a exposição e mortes causadas pela poluição atmosférica tanto em ambientes externos quanto domésticos. E os novos cálculos resultaram em números pouco diferentes dos registrados nos levantamentos anteriores, numa amostra que também pouco se está fazendo para enfrentar a questão.
 
Segundo a OMS, nove em cada dez pessoas vivem em lugares onde respiram poluentes, em especial o chamado material particulado (MP), em concentrações acima das recomendadas pela própria organização. Estas partículas, principalmente as menores, vão parar nos pulmões, com as mais “finas” chegando a entrar na corrente sanguínea, o que leva à ocorrência de doenças respiratórias e cardiovasculares responsáveis pela morte de 7 milhões de pessoas anualmente.
 
No Brasil, de acordo com as últimas estimativas da OMS, a poluição atmosférica tanto em ambientes externos quanto domésticos provocou cerca de 64 mil mortes em 2016. E o problema tende a se agravar nas duas frentes. Isso porque, do lado externo, o monitoramento da qualidade do ar nas cidades não só é escasso como falho, além de atender a padrões defasados para sua regulamentação.
 

Operação do Ministério da Agricultura reprova mais da metade das marcas de azeite

03
05
Durante uma operação de fiscalização, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), avaliou 107 marcas de azeite de 65 empresas. E os resultados não foram animadores: 59,7% das amostras não passaram nos testes.
 
Não é a primeira vez que uma análise do tipo revela problemas com o produto. Em comunicado no site do Ministério, a coordenadora-geral de qualidade vegetal do Mapa, Fátima Chieppe Parizzi, afirmou que o número de fraudes ainda é expressivo. “Mas o trabalho de melhoria do produto continua”, disse.
 
A análise foi dividida em dois grupos: no primeiro, com 39 empresas, 108 lotes foram aprovados. No segundo, com 26 empresas, 160 lotes receberam reprovação. Ao todo, 300 mil litros de produtos irregulares saíram do mercado. O mesmo ocorreu com mais 400 mil litros de itens que eram denominados de azeite no rótulo – porém, na verdade, deviam ser classificados como temperos.
 
Um método simples ajudou na identificação das fraudes: os fiscais solicitavam a nota fiscal de saída do produto e a comprovação de compra da matéria-prima. Assim, ficava claro que muitas empresas não apresentavam documentação suficiente para garantir que estavam vendendo um produto de boa qualidade.
 
Com isso, elas são multadas no valor mínimo de 5 mil reais e ainda se considera um acréscimo de 400% sobre o valor da mercadoria fiscalizada. Por lei, a multa não pode passar de 540 mil reais.
 
 

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