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NOTÍCIAS

“Uber dos medicos” é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina

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02

O Conselho Federal de Medicina regulamentou e declarou ser ético o uso do chamado "uber da medicina", serviço em que o paciente pode chamar um médico por meio de um aplicativo. O atendimento é feito em casa. Disponíveis no Brasil desde 2016, esses serviços ainda não contavam com regulamentação específica para funcionarem.

 

Entre as resoluções, o conselho exige que todos os profissionais inscritos devem ter Registro de Qualificação de Especialidade (RQE) para a área que vão atender. Isso significa que uma consulta de endocrinologia deve ser feita por profissional com registro na área -- o registro indica que ele fez residência no setor ou passou por exame específico.

 

O CFM também requer que essas plataformas orientem seus médicos a registrarem as informações por meio físico ou digital. Ou seja, eles devem manter um prontuário acessível por outros médicos ou pelo próprio paciente.

 

Essas plataformas também devem possuir um diretor técnico responsável, capaz de garantir que o serviço cumpra com as exigências básicas: como, por exemplo, o fato de que todo o médico cadastrado tenha um registro profissional.

 

Uma hora de rede social por dia pode acabar com o seu sono

26
02
Passar muito tempo na frente do celular ou do computador, especialmente momentos antes de dormir, pode atrapalhar o sono, já que a própria iluminação dos aparelhos prejudica a ação da melatonina, também conhecida como hormônio do sono.
 
Mas um outro fator relacionado ao uso de smartphones e tablets também pode estar dificultando o descanso no turno: o tempo que você passa nas redes sociais, como Facebook, Instagram, Snapchat, entre outras.
 
De acordo com um recente estudo canadense, apenas uma hora por dia nas redes sociais já pode arruinar seu padrão de sono. Os pesquisadores descobriram que pessoas que passaram pelo menos 60 minutos nas mídias apresentaram mais dificuldade para dormir.
 
Trabalhos científicos anteriores já mostraram que um sono de má qualidade, principalmente entre adolescentes, está diretamente associado a um pior desempenho escolar e ainda aumenta as chances de sedentarismo e má saúde mental.
 

Será que os antidepressivos funcionam? Pesquisa diz que sim

23
02
Um estudo divulgado recentemente foi atrás dessa resposta. Os cientistas analisaram dados de 522 trabalhos científicos que testam 21 diferentes tipos de antidepressivos e os cruzou com informações cedidas por empresas farmacêuticas e acadêmicos.
 
As pesquisas inspecionadas incluíram, ao todo, mais de 116 mil participantes de ambos os sexos, com idades acima de 18 anos, que tinham depressão e foram tratados por ao menos oito semanas.
 
A primeira conclusão foi que todos os tipos de antidepressivos estudados são mais efetivos do que os placebos - pílulas sem reais efeitos terapêuticos, mas que podem reduzir sintomas por meio da crença do paciente. Foi constatado que os remédios são capazes de diminuir os sinais de depressão em no mínimo 50%.
 
A eficiência de cada tipo de antidepressivo
 
Embora tenha sido descoberto que todos os antidepressivos funcionam mais do que placebo, alguns são mais eficazes que outros. Os melhores avaliados em análises comparativas foram:
 
- agomelatina (nome comercial: Valdoxan, Melitor e Thymanax)
- amitriptilina (Elavil)
- escitalopram (Lexapro e Reconter)
- mirtazapina (Remeron)
- paroxetina (Paxil)
- venlafaxina (Efexor XR) e
- vortioxetina (Trintellix)
-
Já os menos efetivos, segundo o estudo, são:
 
- fluoxetina (Prozac)
- fluvoxamina (Faverin)
- reboxetina (Edronax) e
- trazodona (Desyrel)
 

Exame detecta autismo em crianças e pode revolucionar tratamento

22
02
Cientistas da Universidade de Warwick, no Reino Unido, desenvolveram um exame de sangue capaz de detectar autismo em crianças, transtorno que compromete a habilidade de interagir e se comunicar com outras pessoas.
 
Isso é considerado um avanço no meio médico, pois o teste permite que o transtorno do espectro autista, que muitas vezes é detectado tardiamente, seja diagnosticado mais cedo. Consequentemente, permite que as crianças tenham acesso ao tratamento adequado rapidamente.
 
O fator é de suma importância, já que a intervenção precoce gera resultados mais satisfatórios, minimizando ou até eliminando sintomas como distúrbios da fala, comportamento repetitivo ou compulsivo, hiperatividade, ansiedade e dificuldade em se adaptar a novos ambientes.
 
Os resultados, publicados na revista científica americana Molecular Autism, ainda deverão ser testados mais vezes com diferentes grupos de crianças para que se comprove sua eficiência. Mas a equipe que dirigiu o estudo segue animada com a descoberta.
 

Ministério da Saúde considera liberar vacina contra a febre amarela para todo o país

21
02
A informação veio do ministro da saúde, Ricardo Barros, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. Segundo ele, há vacinas disponíveis para cada brasileiro que não recebeu uma dose.
 
Porém, Barros disse que a medida será avaliada apenas após o início deste ciclo da doença, que encerra em julho. Além disso, o ministro disse que a febre amarela deverá ocorrer todos os anos no Brasil. Segundo ele, desde a década de 40, o país tem 80 a 90 casos da doença na região da Amazônia. A diferença está na chegada em novos estados.
 
Na última sexta-feira, dia 16,  foram divulgados novos números da doença. Desde julho do ano passado, foram 464 casos confirmados da doença, sendo que 154 pessoas morreram devido à infecção.
 
 

Estudos dizem que vacina fracionada da febre amarela é 98% eficaz

20
02
Esta notícia é para quem estava cético com a vacina fracionada da febre amarela. Um estudo de diversas entidades internacionais, entre elas o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, revela que essa dose gera uma resposta imunológica positiva em 98% dos casos – uma taxa parecida com a da versão convencional.
 
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores coletaram amostras de sangue de 716 indivíduos antes e um mês após receberem a vacina fracionada. Isso aconteceu na República Democrática do Congo no ano de 2016, em uma epidemia de febre amarela que assolou o país.
 
Foi com base nesses testes que se notou a produção de anticorpos contra essa infecção na enorme maioria das pessoas que tomaram a injeção. “Descobrimos que a resposta imunológica à dose fracionada foi apropriada entre pessoas com mais de 2 anos”, escreveram os cientistas no artigo. “A proporção de pacientes que apresentaram soroconversão [que passaram a desenvolver anticorpos contra febre amarela] foi similar ao da dose completa”.
 
O levantamento não incluiu gestantes – portanto, segue a regra de que elas devem tomar a versão tradicional da vacina, desde que com o aval do médico. As crianças também exigem cuidados especiais.
 

Áustria se nega a proibir cigarro em bares e restaurantes

19
02
Muitos países, incluindo o Brasil, já baniram o cigarro dos bares e restaurantes. Mas a Áustria se nega a seguir essa tendência. De acordo com uma lei aprovada em 2015, o país deveria proibir completamente o fumo dos estabelecimentos até maio deste ano. Mas agora, o governo cancelou esses planos.
 
O movimento contra o banimento foi capitaneado por Heinz-Christian Strache, líder do Partido da Liberdade e atual vice-chanceler da Áustria. Ele, que é fumante, disse ao parlamento do país que o objetivo era garantir a liberdade de escolha.
 
Segundo o vice-chanceler, os restaurantes devem ter a liberdade de decidir se querem ou não manter alas para fumantes, nas quais "um cidadão tenha a possibilidade de fumar um cigarro ou cachimbo enquanto toma seu café".
 
A medida horrorizou a comunidade médica da Áustria. Para especialistas, a decisão transformou o país no “cinzeiro da Europa”.
 

Pessoas com espinhas podem sofrer mais com depressão

16
02
Não faça pouco caso das espinhas: o risco de depressão em pessoas que sofrem com acne é consideravelmente maior. Ao analisar uma plataforma eletrônica britânica de dados médicos, uma das maiores do mundo, pesquisadores descobriram que pacientes diagnosticados com acne são 63% mais propensos a ter o transtorno mental no ano em que começam a ter as erupções.
 
Os cientistas trabalharam com informações de 134 mil homens e mulheres com acne, e 1,7 milhão sem espinhas. E os acompanharam ao longo de 15 anos. Apesar dessa chateação na pele ser mais comuns durante a adolescência, a idade dos participantes variou dos 7 aos 50 anos.
 
Durante os 15 anos de pesquisa, 18,5% do total dos participantes que sofriam com o problema dermatológico desenvolveram depressão – entre os que não tinham espinhas foram só 12%. Os investigadores notaram que o auge do risco de depressão aconteceu no primeiro ano de diagnóstico de acne (63%). Depois de cinco anos, a propensão à depressão de pessoas com ou sem espinhas se equiparou.
 

Brasil tem R$ 15 bilhões de prejuízo anual com o câncer

15
02
O impacto humano do câncer é bem conhecido: são mais de 225 mil mortes no Brasil a cada ano. Mas agora, um estudo inédito também mediu as perdas que esse mal impõe à economia, levando em conta o recuo na produtividade causado pelos 87 mil óbitos registrados na população economicamente ativa - ou seja, pessoas com idade entre 15 a 65 anos.
 
A estimativa é de que o país sofra um prejuízo de US$ 4,6 bilhões anuais, o equivalente a R$ 15 bilhões e a 0,21% de toda a riqueza gerada.
 
O cálculo considera a renda média dos profissionais, quantos anos deixaram de ser trabalhados e com quanto eles poderiam ter contribuído economicamente por meio de salário e emprego até o final da carreira. Não foram incluídas crianças, pessoas que estavam em idade de aposentadoria e os gastos de saúde com os doentes.
 
Se considerarmos tudo (prejuízo econômico mais gastos com internação e medicamentos), as perdas totais seriam pelo menos o dobro do que o avaliado. Os dados são da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer (IARC, na sigla em inglês), órgão ligado às Nações Unidas.
 
O estudo analisa as perdas causadas pelo câncer à economia dos Brics (grupo de emergentes composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), e foi divulgado neste mês pela publicação científica "Cancer Research Epidemiology". Foram usados dados equalizados de 2012, que permitiram analisar o impacto econômico da doença para além dos indicadores triviais de incidência, mortalidade e sobrevivência.
 
Mais de dois terços dos 8,2 milhões de mortes anuais por câncer no mundo ocorrem em países de renda média e baixa - só os Brics concentram 42% desse total, ou seja, quatro em cada dez casos. Os prejuízos às economias desses países somam US$ 46,3 bilhões (aproximadamente R$ 150 bilhões) por ano, segundo os parâmetros da pesquisa.
 

Universidade dos EUA aprova uso de cachorros em terapia intensiva

14
02
Introduzir cães adestrados com fins terapêuticos nas unidades de tratamento intensivo (UTIs) dos hospitais pode aliviar o dano físico e emocional dos pacientes de uma maneira substancial e segura, segundo especialistas médicos da Johns Hopkins University.
 
Em artigo publicado na revista "Critical Care", os especialistas defendem a conveniência do uso desses cachorros não somente para ajudar pacientes cujo estado não tem gravidade, à luz dos resultados de um programa piloto desenvolvido em 2017 na UTI do hospital da Johns Hopkins, em Baltimore (Maryland).
 
Também recomendam a outros hospitais testar estas "intervenções não farmacológicas". Dale Needham, professor de Medicina e de Reabilitação e Medicina Física na Faculdade de Medicina da Johns Hopkins University, ressaltou que um animal de estimação pode ajudar pessoas internadas na UTI a se tornarem ativas e a se comprometerem com o objetivo de conseguir sua própria recuperação o mais rápido possível.
 
O especialista considera que para os pacientes da UTI seria preciso "dar-lhes menos remédios e confiar mais nas intervenções não farmacológicas, como a musicoterapia, o tratamento de relaxamento e o tratamento com animais".
 

Casos de febre amarela sobem no Brasil

14
02
O número de pessoas atingidas pela febre amarela continua a crescer consideravelmente. Segundo novo balanço do Ministério da Saúde, 353 casos foram confirmados de 1º de julho de 2017 a 6 de fevereiro de 2018, com 98 mortes até o momento.
 
Isso representa um acréscimo de 17 óbitos e 140 episódios em comparação com o boletim da semana passada. São Paulo (161 casos confirmados e 41 mortes), Rio de Janeiro (34 casos e 12 mortes) e Minas Gerais (157 casos e 44 mortes) são os estados mais afetados.
 
Desses, apenas Minas não realiza uma campanha com a versão fracionada da vacina. Isso porque o estoque atual já seria suficiente para a população mesmo com as doses padrão.
 
Cabe ressaltar que de 1º de julho de 2016 a 6 de fevereiro de 2017, o Brasil enfrentou um surto de febre amarela mais intenso. Naquele período, foram 509 casos confirmados e 159 óbitos.
 
O que preocupa no surto atual é o fato de a doença estar próxima a grandes centros urbanos, como as capitais paulista e fluminense. Se por um acaso o vírus começasse a ser transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, endêmico no Brasil, o número de infectados explodiria exponencialmente.
 
A isso se dá o nome de febre amarela urbana – o que ainda não ocorreu. Por ora, todas as infecções confirmadas foram causadas por picadas dos mosquitos Sabethes e Haemagogus, que se limitam a regiões de mata.
 

STF obriga planos de saúde a ressarcirem o SUS por tratamentos na rede pública

08
02
Nesta quarta-feira, dia 7, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a obrigação de os planos de saúde reembolsarem o Sistema Único de Saúde (SUS) quando os clientes realizarem tratamentos na rede pública.
 
Este ressarcimento está previsto em uma lei de 1998 que regula os planos de saúde, mas vinha sendo contestado na Justiça por entidades do setor. A decisão do STF põe fim à controvérsia, obrigando os demais tribunais a seguirem o entendimento.
 
Na ação, a Confederação Nacional de Saúde (CNS), que reúne hospitais e operadoras, alegava que a saúde é um direito de todos os cidadãos, de responsabilidade do Estado. Assim, a opção de uma pessoa pela rede pública não poderia prejudicar o setor privado.
 
Os ministros da mais alta corte do país decidiram manter a obrigação por unanimidade. Os 9 ministros que participaram do julgamento rejeitaram o pedido para impedir o ressarcimento. O ministro Marco Aurélio Mello, relator da ação argumentou que o contrato do plano de saúde o obriga a pagar pelo atendimento, não importa se na rede privada ou pública.
 
A decisão do STF deve encerrar essa discussão, que se arrasta há anos.
 

Produto químico utilizado em batatas fritas de rede de fast food pode curar a calvície

07
02
Parece loucura, mas são cientistas que estão afirmando. A cura para a calvície pode estar na batata frita do McDonald’s. Um estudo da Universidade de Yokohama, no Japão, diz que um produto químico presente na batata pode fazer com que surjam novos folículos, onde nascem os cabelos.
 
Para chegar a essa conclusão, foram feitos testes com ratos em laboratório. Em poucos dias os roedores ganharam folículos novos, que produziram cabelo.
 
O produto utilizado na batata frita é o dimetilpolissiloxano. Ele é acrescentado para que elas não façam espuma no óleo quando são fritas. 
 
Mas espera aí, não vá sair comendo batata frita enlouquecidamente. Elas não são nada saudáveis. Agora os cientistas vão fazer mais estudos para saber se é possível desenvolver tratamentos utilizando essa substância.
 

Estudo diz que enxaqueca pode estar por trás de AVC e infarto

06
02
Quem tem enxaqueca sabe: a dor de cabeça não só nos afasta da luz e do barulho, mas também de rotinas e obrigações. Como se isso não bastasse, cientistas dinamarqueses e americanos acabaram de descobrir que a condição está relacionada um risco maior de desenvolver males cardiovasculares – entre eles, AVC e infarto.
 
Os pesquisadores, vindos das universidades Aarhus, na Dinamarca, e Stanford, nos Estados Unidos, analisaram os dados de um levantamento feito entre 1995 e 2013 sobre a saúde dos habitantes do país escandinavo.
 
Informações sobre mais de 50 mil pessoas que sofrem de enxaqueca foram equiparadas às de 510 mil livres desse tipo de cefaleia. Para a comparação, foram considerados pontos como a idade e o sexo, além de índice de massa corporal (IMC) e a presença de hábitos como o tabagismo.
 
Dessa forma, os cientistas chegaram às seguintes associações:
 
- A cada mil pessoas com enxaqueca, 25 sofreram um ataque cardíaco – em comparação a 17 entre mil que não sofriam de cefaleia;
- A cada mil pessoas com enxaqueca, 45 sofreram um acidente vascular cerebral isquêmico – em comparação a 25 entre os mil que não sofriam de cefaleia;
 
- A cada mil pessoas com enxaqueca, 47 apresentaram fibrilação atrial (uma arritmia cardíaca que favorece o AVC) – em comparação a 34 entre os mil que não sofriam de cefaleia.
Além disso, parece que as mulheres e os indivíduos especialmente sensíveis à luminosidade diante de uma crise possuem probabilidade ainda maior de desenvolver as complicações listadas acima. Por outro lado, os dados indicaram que males como insuficiência cardíaca não estão relacionados à incidência da cefaleia em questão.
 
Os estudiosos só reforçam aquela ponderação de sempre para os estudos de observação: não dá para comprovar uma relação de causa e efeito entre a enxaqueca e as encrencas cardiovasculares. No entanto, eles ressaltam a importância de reconhecer esse tipo de cefaleia como um possível fator de risco para o peito e o cérebro.
 

Novo exame de sangue pode prever Alzheimer até 30 anos antes

05
02
Um trabalho produzido por um grupo de cientistas do Japão e da Austrália, publicado na revista científica Nature, afirma ter desenvolvido uma técnica na qual uma pequena gota de sangue pode prever o início de Alzheimer até 3 décadas antes - e com precisão altíssima de 90%.
 
Com base em um estudo de 373 pacientes australianos e japoneses, a condição foi prevista com precisão em mais de 90% dos casos.
 
Quando o Alzheimer está se desenvolvendo, ocorre um acúmulo anormal do peptídeo beta-amilóide no cérebro do paciente. E a ciência já sabe que este processo começa silenciosamente 30 anos antes que o quadro de demência ou perda de memória se instale.
 
Até agora, as técnicas de medição são extremamente invasivas (é preciso coletar tecidos e fluidos do cérebro do paciente) e caras e na maior parte dos casos o diagnóstico é feito sem essa ferramenta.
 
O novo exame muda este quadro. Após realizar o teste em uma base de estudo de 373 pacientes, o grupo de pesquisadores japoneses e australianos conseguiu identificar a acumulação do beta-amilóide com muita antecedência em mais de 90% dos casos.
 

Estudo descobre que infarto pode dar sinais até 24 horas antes

02
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Detectar um infarto antes que ele ocorra é possível e pode salvar sua vida. A característica de intensa dor no peito e o desconforto no braço esquerdo não são os únicos sinais da alteração cardíaca, que pode emitir alertas com antecedência.
 
Um trabalho científico publicado no periódico Annals of Internal Medicine realizado com mais de 800 adultos com idade entre 35 e 65 anos mostrou que os sintomas do infarto podem aparecer até um mês ou mesmo um dia antes do problema.
 
De acordo com o estudo, praticamente todos os participantes avaliados (93% deles) apresentaram sintomas recorrentes um dia antes do ataque cardíaco. Os dois sinais identificados pelos pesquisadores foram desmaio e palpitações.
 
Prestar atenção aos sintomas que vão além da dor súbita no peito é extremamente importante e pode fazer diferença para evitar consequências mais graves. Os sinais não devem ser ignorados e devem ser levados ao médico assim que possível, principalmente se o problema piorar.
 

Testes genéticos ajudam a diagnosticar a tratar doenças

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A diferença entre o remédio certo, que resolve o problema, e o remédio errado, que não fez nenhum efeito, pode ser o seu DNA. O teste pode ajudar na escolha até para os remédios contra a depressão.
 
Cerca de 350 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão. Segundo a OMS, 5% da população mundial. Para tratar a doença, existem alguns tipos de remédio. O psiquiatra tem que avaliar bem os sintomas do paciente para escolher o remédio mais adequado. Não é fácil acertar. Por isso, a importância do teste genético. O teste de DNA fornece ao psiquiatra um perfil detalhado de 18 genes ligados à saúde mental. Ele indica quais os remédios que funcionam e quais não fazem efeito.
 
Cada código genético é constituído por bilhões de letras e cada sequência forma um gene. Se a sequência de uma pessoa é ABC e ela tiver AB ou ACD, houve mutação, que não significa uma doença, necessariamente. Após a investigação é possível afirmar se está correlacionada com alguma doença ou se é apenas uma característica.
 
O teste também pode te ajudar a tomar o remédio certo pra parar de fumar, como mostrou uma pesquisa. O estudo selecionou mil pacientes. Através das características genéticas viram qual medicamento é melhor para cada um. O estudo ainda está em andamento, mas os cientistas já comemoram porque a maioria dos pacientes conseguiu parar de fumar.
 
A genética também tem sido usada em tratamentos de câncer. São duas frentes: os testes para saber a predisposição para um câncer (para se prevenir) e testes genéticos que avaliam o tumor (melhor tratamento).
 
 

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