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Casos e óbitos por conta da Aids caem 16% nos últimos quatro anos no Brasil

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“Indetectáveis”. Foi com esse grito, de mãos dadas, que pessoas que vivem com HIV deram início à cerimônia que marca os 30 anos de luta contra a aids. Elas comemoram o fato de terem sua carga viral em níveis sequer detectados em testes laboratoriais em razão da adesão ao tratamento com antirretrovirais. Dados do Ministério da Saúde mostram uma redução de 16% dos casos e óbitos por aids no país nos últimos quatro anos. Segundo a pasta, fatores como a garantia do tratamento para todos, a melhora do diagnóstico, a ampliação do acesso à testagem e a redução do tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento contribuíram para a queda.

 

Os números revelam que, de 1980 a junho de 2018, foram identificados 926.742 casos de aids no Brasil – um registro anual de 40 mil novos casos. Em 2012, a taxa de detecção da doença era de 21,7 casos para cada 100 mil habitantes enquanto, em 2017, o índice era de 18,3 casos. No mesmo período, a taxa de mortalidade por aids passou de 5,7 óbitos para cada 100 habitantes para 4,8 óbitos. O boletim também aponta redução significativa da transmissão vertical do HIV – quando o bebê é infectado durante a gestação – entre 2007 e 2017. A taxa caiu 43%, passando de 3,5 casos para cada 100 mil habitantes para 2 casos.

 

Os dados mostram ainda que 73% das novas infecções por HIV no Brasil acontecem entre pessoas do sexo masculino, sendo que 70% dos casos é registrado entre homens que estão na faixa etária de 15 a 39 anos.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Morte de crianças por câncer caiu 13% em 10 anos, diz Saúde

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O Ministério da Saúde informou esta semana que o número de óbitos por câncer de crianças com idade até 14 anos caiu 13,4% entre os anos de 2006 e 2016. Em 2006, houve 2.222 mortes de crianças nessa faixa etária. Em 2016, o número caiu para 1.924 óbitos. Entre menores de 1 ano, o número de mortes caiu 27,8%. Entre as crianças de 1 a 4 anos, a queda foi de 9%, e entre os de 5 a 14 anos, a redução foi de 13,4%. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).

 

A pasta atribui a queda a melhorias na detecção e no tratamento precoce do câncer nos serviços de saúde. “Isso é imprescindível, pois, para a obtenção de melhores resultados, é preciso ter diagnóstico precoce e o ágil encaminhamento para início de tratamento. Houve também importante mudança de tecnologia no tratamento do câncer, muitos procedimentos cirúrgicos, desnecessários, foram reduzidos”, disse a diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não Transmissível e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Fatima Marinho, por meio da assessoria de imprensa.

 

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores as chances de cura. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 80% das crianças e adolescentes que têm câncer podem ser curados se receberem diagnóstico precoce e forem tratados em centros especializados, e a maioria tem boa qualidade de vida após o tratamento correto.

 

Apesar dos avanços, o câncer continua sendo a principal doença que causa a morte de crianças de 5 a 14 anos, mesmo com a redução observada nos últimos anos. Os tipos de cânceres mais comuns entre crianças e adolescentes são as leucemias, seguidas por linfomas e tumores cerebrais. No Brasil, o câncer infantojuvenil responde por 3% de todos os tipos de câncer.

 

Para ter acesso a tratamento oncológico pelo SUS, independentemente do tipo de tumor, o paciente deve buscar atendimento em estabelecimentos habilitados como Unacon ou Cacon, que oferecem assistência especializada e integral, atuando no diagnóstico, estadiamento e tratamento de câncer.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

População vulnerável submetida a ondas do calor cresceu em todo mundo

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A elevação da temperatura global aumentou a exposição de populações vulneráveis a ondas de calor extremo em todas as regiões do mundo no ano passado. A informação consta de estudo sobre os efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde feito por especialistas de 27 instituições internacionais em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e divulgado na revista médica “The Lancet”, em Londres.

 

De acordo com a publicação, o número de pessoas consideradas vulneráveis que foram submetidas a uma onda de calor aumentou em 157 milhões na comparação com 2000 e em 18 milhões comparado a 2016.

 

As regiões com maior risco são a Europa e o Leste do Mediterrâneo, que tem mais de 40% da população acima de 65 anos, faixa etária mais vulnerável. Já as populações da América do Sul e parte da Ásia estão mais expostas a enchentes e secas.

 

De acordo com o estudo, são consideradas populações vulneráveis os idosos, principalmente em áreas urbanas; os profissionais que trabalham expostos na agricultura, na área de construção e trabalhadores manuais. Também apresentam maior vulnerabilidade às variações climáticas pessoas que têm condições médicas pré-existentes, como doenças neurológicas, cardiovasculares, pulmonares renais e diabetes.

 

Os pesquisadores mostram que um dos efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde é o chamado estresse por calor. Os médicos explicam que o corpo humano precisa manter uma temperatura média de 37º para funcionar normalmente. Quando expostos ao calor extremo, os mecanismos de defesa do corpo se alteram, com a dilatação das veias para aumentar o fluxo de sangue e o aumento do suor para equilibrar a temperatura, causando estresse nas funções de alguns órgãos.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Semana Nacional de Combate ao Aedes aegypti segue até sexta-feira

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Todos os municípios do país promovem, desde o último domingo (25), diversas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, como visitas domiciliares, mutirões de limpeza e distribuição de materiais informativos.

 

A Semana Nacional de Combate ao Aedes será realizada até a próxima sexta-feira (30), sendo a sexta o dia D de combate ao mosquito. No total, 210 mil unidades públicas e privadas estão sendo mobilizadas, sendo 146 mil escolas da rede básica, 11 mil centros de Assistência Social e 53 mil unidades básicas de Saúde, informou o Ministério da Saúde.

 

Estados e municípios já foram orientados pela Sala Nacional de Coordenação e Controle do ministério para que promovam nas comunidades atividades instrutivas sobre a importância do combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

 

O verão é o período que requer maior atenção e intensificação dos esforços para não deixar o mosquito nascer. No caso da população, além dos cuidados, como não deixar água parada nos vasos de plantas, é possível verificar melhor as residências, apoiando o trabalho dos agentes de endemias. Esses profissionais utilizam técnicas simples e diferenciadas para vistoriar as casas, apartamentos e espaços abertos.

 

Os dados nacionais mostram redução de casos nas três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, entre janeiro e novembro de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017. Porém, alguns estados apresentam aumento expressivo de casos de dengue, zika ou chikungunya. Por isso, é necessário intensificar agora as ações de eliminação do foco do mosquito, para evitar surtos e epidemias das três doenças no verão.

 

Hemosc tem programação especial em comemoração ao Dia do Doador de Sangue

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O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) preparou uma programação especial para esta semana, em comemoração ao Dia Nacional do Doador de Sangue, que foi celebrado no último domingo (25).

 

O tema da campanha deste ano é “Independente do seu tipo sanguíneo, seja do tipo que faz o bem”.

 

No Vale do Itajaí, o evento conta com a parceria do Rotary Club Blumenau Garcia, que realizará simultaneamente a 8ª Semana Rotária de Doação de Sangue. Para atender os doadores, a unidade, localizada na Rua Theodoro Holtrup, nº 40, na Vila Nova, ficará aberto de segunda a sexta-feira, das 07h15 às 18h30, e no sábado (1º), das 8h15 às 11h.

 

Doação de sangue

A doação é a retirada de aproximadamente 450 mls de sangue. O processo leva em torno de 55 minutos. Não dói, nem prejudica a saúde do doador. Para doar, é preciso ter idade entre 18 e 69 anos, estar em boas condições de saúde e pesar mais de 50 quilos, entre outros requisitos. Mais informações no site: http://www.hemosc.org.br/doacao-de-sangue.html

 
 

Brasil tem mais de 9.800 casos de sarampo confirmados neste ano

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Desde o início deste ano, até 21 de novembro, foram confirmados 9.898 casos de sarampo no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o país enfrenta dois surtos de sarampo: no Amazonas, foram confirmados 9.477 casos e, em Roraima, 347 casos. Três estados registraram mortes pela doença: quatro em Roraima, seis no Amazonas e três no Pará.

 

O ministério informou, no entanto, que o número de casos novos vem caindo nos estados do Amazonas e de Roraima desde agosto. As informações foram repassadas pelas secretarias estaduais de Saúde ao atualizar os dados sobre a doença no país.

 

Dos mais de 7 mil casos que estavam em investigação no Amazonas, apenas nove continuam sendo avaliados. No Amazonas, a confirmação dos casos desta semana refere-se a notificações acumuladas, principalmente dos meses de julho e agosto. Em Roraima, a maior concentração de casos ocorreu entre fevereiro e abril deste ano.

 

Desde o início do ano, o Ministério da Saúde encaminhou aos Estados de Rondônia, do Amazonas, de Roraima, do Pará, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Rio Grande do Sul, de Pernambuco e de Sergipe, bem como ao Distrito Federal, 14,8 milhões de doses da vacina tríplice viral para atender à demanda dos serviços de rotina e à realização de ações de bloqueio, além da intensificação e campanha de vacinação para prevenção de novos casos de sarampo.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

 

 

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O câncer é a segunda causa de morte entre crianças e adolescentes de um a 19 anos no país, atrás apenas das mortes por acidente. Entre as doenças, é a que mais mata nesta faixa etária. Para 2019, são esperados mais 12,5 mil novos casos. A boa notícia, entretanto, é que, em crianças, o potencial de cura é ainda mais alto do que nos adultos, devido ao tipo de células que atingem.

 

As chances de cura são de 80%. Os tipos mais comuns que ocorrem em crianças são as leucemias, os tumores de sistema nervoso central e os linfomas. Mas também há outros tumores que são muito característicos que ocorrem em crianças.

 

Todos eles são relativamente raros, se for comparar com os que acontecem nos adultos. Mas eles assumem uma importância muito grande porque são altamente curáveis e, quanto mais precocemente for feito o diagnóstico, eu vou poder curar essas crianças com menos tratamento.

 

Sandra Nóbrega conhece bem de perto o drama das famílias que precisam se deslocar vários quilômetros para se tratar na capital. Fundadora e diretora da Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa, que acolhe pacientes e seus familiares no Rio, ela reforça que o grande desafio é de fato mais estrutura.

“Os diagnósticos precoces ainda estão muito falhos. Não é rápido o resultado dos exames nos postos de saúde”, conta.

 

O direito à cultura para as crianças e adolescentes com câncer associado ao direito à saúde pública de qualidade estão também no topo da preocupação de uma organização que conhece de perto as dores e sorrisos das crianças com câncer. Ronaldo Aguiar, diretor artístico da Doutores da Alegria, conta o relato de uma mãe e se associa à defesa de que é preciso mais saúde pública.

“As pessoas não sabem da importância do SUS. Ter um sistema único de saúde, que é universal e atende todos os tipos de doença. A saúde é um direito”, disse Aguiar.

Diferente dos adultos, nos quais muitas vezes o câncer está associado também a hábitos de vida, nas crianças é mais difícil falar em prevenção, pois não há uma relação estabelecida entre causa e efeito. O Inca reforça que a melhor forma de controle é o diagnóstico precoce a partir de um acompanhamento médico regular.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil
 

Brasileiro com ELA cria aplicativo para pessoas com distúrbios na fala

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José Afonso Braga, 47 anos, foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como ELA, em 2013. A doença ataca o sistema nervoso central e provoca paralisia motora progressiva e irreversível. Já no primeiro ano após a confirmação do diagnóstico, Zé, como prefere ser chamado, perdeu todos os movimentos do corpo e também a voz.

 

Ele chegou a experimentar aplicativos voltados para pessoas com distúrbios na fala, mas a maioria das opções no mercado era limitada ao idioma inglês, possuía dicionários fixos e uma interface confusa. Com formação em tecnologia da informação, o mineiro, pai de três filhos, traçou uma espécie de luta contra o tempo para desenvolver uma forma alternativa de se comunicar. Foi quando surgiu o WeCanSpeak.

 

O lançamento oficial do WeCanSpeak aconteceu no último dia 3. Em menos de dez dias, foram mais de 300 downloads. A ferramenta pode ser utilizada em computadores e tablets e é disponibilizada de forma gratuita. Uma versão paga é oferecida a “usuários mais exigentes”, como o próprio Zé classifica.

 

Entre as premissas básicas fixadas para o desenvolvimento do aplicativo estavam: ser universal; ser configurável (o usuário pode criar seu próprio dicionário com palavras e frases completas adequadas ao seu cotidiano); ser simples, prático e intuitivo (o usuário não precisa passar por vários comandos para falar uma simples frase); e ser acessível (pessoas com todo tipo de poder aquisitivo podem ter acesso à ferramenta).

 

O aplicativo permite até mesmo que ele receba os amigos em casa às quintas-feiras para uma partida de pôquer.  

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 
 

Cientistas sintetizam molécula que elimina vírus da hepatite C

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Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista sintetizaram um novo composto que inibe a replicação do vírus da hepatite C em diversos estágios de seu ciclo. O estudo, feito com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, consistiu na combinação de moléculas já existentes para produzir novos compostos biológicos, método denominado bioconjugação.

 

O novo composto, denominado AG-hecate, também é capaz de agir em bactérias, fungos e células cancerosas. Segundo um dos autores do estudo, o químico Paulo Ricardo da Silva Sanches, esse tipo de atuação não é comum nos antivirais que normalmente têm alvos específicos isolados, inibindo processos específicos como a entrada do vírus nas células, a síntese do material genético e de proteínas, a montagem e liberação de novas partículas virais.

 

De acordo com o estudo, o composto também mostrou alto índice de seletividade, o que significa que ele ataca muito mais o vírus do que a célula hospedeira, mostrando potencial para atacar a doença.

 

O estudo e o desenvolvimento da molécula AG-hecate demorou cerca de dois anos. Até que entre no mercado e passe a ser utilizada serão necessários mais oito anos, já que o tempo médio para planejamento e desenvolvimento desse tipo de medicamento é de dez anos.

 

Para o professor Eduardo Maffud Cilli, orientador do estudo, a molécula também age em bactérias, fungos e células cancerosas. No caso do câncer, a molécula interage e destrói a membrana da célula afetada. “Além disso, como os vírus do zika e da febre-amarela apresentam ciclos replicativos bastante parecidos com o do HCV, vamos testar a efetividade do AG-hecate também em relação a esses vírus”, concluiu.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

 

SBC diz que diagnóstico precoce do câncer de próstata salva vidas

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Por preconceito e medo, muitos homens ainda deixam de se submeter aos exames preventivos do câncer de próstata, um dos mais comuns no sexo masculino.

 

Caso houvesse maior conscientização sobre os benefícios do diagnóstico precoce, além das chances de cura, haveria uma substancial redução nos custos do tratamento, alerta o cirurgião oncológico Ricardo Antunes, presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC).

 

Diante dessa constatação ele lembra a importância da campanha Novembro Azul, um movimento que surgiu na Austrália, em 2003, e mais recentemente no Brasil, de alerta sobre a necessidade de os homens cuidarem melhor de sua saúde, especialmente nos cuidados preventivos, como o toque retal, onde o médico pode perceber o aumento da glândula, e o PSA, exame de sangue pelo qual pode-se detectar a enzima produzida pela próstata.

 

De acordo com o oncologista, o ideal é começar a fazer esses exames anualmente a partir dos 50 anos.  Segundo ele, a recomendação àqueles com histórico familiar de câncer é que os exames sejam feitos aos 45 anos. Nesse caso, o risco de contrair o mal cresce de três a dez vezes.

 

Para Ricardo Antunes, o grande desafio é que “existem dois grandes fantasmas que aterrorizam os homens: o medo de uma evolução para disfunção erétil e incontinência urinária”.

 

Ele garante, no entanto, que houve um grande avanço no conhecimento científico e na medicina para tratamento e que deixar para buscar a cura tardiamente implica em altos custos e perda da qualidade vida, além do risco de morte.

 

As causas do câncer de próstata ainda são desconhecidas. Entretanto, existem evidências de maior suscetibilidade entre homens com histórico familiar, com dieta à base de carnes vermelhas e gorduras, que consomem mais álcool ou fazem uso de tabaco. A doença é menos comuns entre os que dão preferência para alimentos à base de frutas e vegetais, entre eles tomate, cenoura e leguminosas (feijões, ervilha e soja).

 

#Texto adaptado de Agência Brasil.

 
 

Associação lança projeto para conscientizar população sobre diabetes 2

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A Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) lançou o projeto Bom Dia – Um Dia de Cada Vez, e Cada Dia Melhor!. O objetivo da campanha é chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce, por meio de consulta e exames, e para a necessidade da adesão ao tratamento indicado pelo médico.

 

A campanha destaca ainda o alerta para mudanças de hábito e estilo de vida que têm de ser de adotadas pelas pessoas diagnosticadas com a doença.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que no Brasil, existam mais de 12,5 milhões de diabéticos tipo 2, e as mortes em decorrência da doença, aumentaram 12% em seis anos.

 

Os sintomas do diabetes tipo 2 são fome e sede frequentes, alteração visual, infecção na pele, principalmente quando as feridas demoram para cicatrizar, infecção de rins, vontade constante de urinar, emagrecimento sem controle e razão e formigamento.

 

De acordo com a ADJ, a doença pode aparecer em qualquer pessoa, de qualquer faixa etária, mas o risco maior está entre indivíduos com mais de 40 anos, obesos e sedentários. A hereditariedade, o consumo elevado de álcool, a hipertensão, o colesterol e os triglicerídeos alterados, além de histórico de diabetes gestacional, também são fatores de risco.

 

O diabetes é uma doença progressiva  e, se não for tratada adequadamente, pode ocasionar complicações como doenças cardiovasculares, hipertensão, insuficiência renal, perda de visão e até amputação de membros.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil
 

Alerta: Um em cada oito adultos no mundo é obeso

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Organização Mundial da Saúde alerta que um em cada oito adultos em todo o planeta é obeso. A projeção é de que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de indivíduos estejam com excesso de peso, sendo mais de 700 milhões com obesidade.

 

Já o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75 milhões caso nada seja feito – incluindo 427 mil crianças com pré-diabetes, 1 milhão com hipertensão arterial e 1,4 milhão com aumento do acúmulo de gordura no fígado.

 

A campanha global em 2018 tem como proposta combater o estigma da obesidade e tratar o assunto com respeito, disseminando informações de maneira responsável, reconhecendo a obesidade como uma doença crônica multifatorial e investindo em políticas públicas de prevenção e tratamento.

 

Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) apontam que mais de 50% da população brasileira tem excesso de peso.

 

As entidades alertam que a obesidade é uma doença crônica que tende a piorar com o passar dos anos, caso o paciente não seja submetido a um tratamento adequado e contínuo.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil
 

A Vitamina D e sua importância no dia a dia

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Para fixar melhor o cálcio em nosso organismo precisamos de uma vitamina poderosa, a D. Ela é a única que nosso corpo consegue produzir por meio da pele quando ficamos expostos ao sol.

 

De acordo com especialistas, a vitamina D é fundamental para podermos absorver o cálcio da nossa dieta. A vitamina D tem também uma função muscular, ou seja, evita a fraqueza dos músculos.

 

No Brasil, infelizmente, a alimentação não é tão rica em Vitamina D, afinal ela é encontrada principalmente em peixes gordurosos, como salmão, atum, bacalhau e a sardinha. Estes, são alimentos que não fazem parte do dia a dia da mesa do brasileiro.

 

A vitamina também pode ser encontrada em queijos, ovos e cogumelos, mas numa quantidade menor. Além da alimentação, temos a alternativa de produção da vitamina D: a exposição solar e a suplementação. Afinal, a pele produz a vitamina D por meio do contato com os raios solares. Mas claro, sempre tomando o devido cuidado.

 

O meio-dia é quando temos maior incidência de raios UVB, mas o ideal é procurar um horário intermediário e seguro para se expor ao sol, como antes das 10 e após às 14h. Procure expor somente braços e pernas e não se esqueça de proteger o rosto e o colo, áreas mais sensíveis.

 

A idade é uma questão importante, já que a pele mais jovem fabrica mais vitamina D que a pele de uma pessoa idosa, por exemplo. Normalmente os idosos precisam tomar suplementos desta vitamina para evitarem problemas ósseos, como osteoporose e osteopenia.

 

O sol precisa chegar de forma direta à pele, ou seja, aquele solzinho dentro do carro com os vidros fechados não adianta nada.

 

Acrescente na sua alimentação diária uma dose de vitamina D. Saia 15 minutos de casa, tome sol e deixe o seu organismo cuidar de você.

 

 

Depressão: Campanha pede empatia com as pessoas que sofrem com a doença

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Lançada esta semana no país, a campanha de esclarecimento sobre a depressão "Pode Contar", com enfoque na empatia, ou seja: a capacidade de familiares e amigos se colocarem no lugar da pessoa que sofre  com a depressão. O conteúdo da ação está disponível no portal coletivopodecontar.com.br.

 

A presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Carmita Abdo, fala que a empatia não é passar a mão na cabeça ou sentir pena de quem sofre com a doença, mas se colocar no lugar do outro: “É se reconhecer no outro. Nós na ABP falamos muito de combater o estigma da depressão e nada melhor que exercitar a empatia”, disse.

 

De acordo com a médica, a empatia envolve processos afetivos e cognitivos e se traduz na capacidade de perceber os sentimentos e emoções da outra pessoa, sem julgamentos. Segundo ela, as doenças mentais estão entre as dez patologias mais prevalentes de um total de 32 doenças incapacitantes para o trabalho.

 

Diagnóstico

Para a cardiologista Roberto Miranda, da Faculdade de Medicina da USP, muitas vezes é o médico primário, como cardiologista ou ginecologista, que identifica os sintomas.

 

“Muitos pacientes têm alterações cardíacas, dor de cabeça, dor no peito, palpitações e crises de hipertensão. Eles vinham ao pronto-socorro com essas crises e, após o tratamento contra a depressão, não voltavam mais ao atendimento de emergência”, alerta.

 

O especialista explica que a depressão tem também relação com outros eventos cardiovasculares e está associado ao aumento do risco de infarto.

 

Tratamento

Táki Cordás, coordenador de ambulatório no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, disse que quanto menos desenvolvida é a sociedade, maior a demora para se buscar ajuda. “Estima-se que 70% das pessoas que precisam de tratamento não estão recebendo”, disse ele.

 

O tempo do tratamento pode variar conforme a quantidade de crises apresentadas pelo paciente. Dependendo do caso, pode ser de um ano ou, para aqueles que sofreram mais de três crises na vida, o tratamento pode durar a vida inteira. O paciente que toma a medicação por seis meses e decide descontinuar o uso tem 80% de chances de sofrer uma recaída.

 
*Texto adaptado de Agência Brasil.
 

Dia Mundial da Gentileza: Pessoas gentis são menos estressadas

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13 de novembro é conhecido como o Dia Mundial da Gentileza.  Abrir a porta para um desconhecido, buscar um café para o colega de trabalho ou oferecer carona.

 

Quem diria que ações tão simples, facilmente realizáveis no cotidiano, seriam uma poderosa ferramenta contra o estresse?

 

Pois foi essa a conclusão de um estudo feito por pesquisadores dos Estados Unidos que decidiram medir o efeito causado por pequenos gestos de gentileza na vida de quem os pratica. Ajudar os outros, sugerem os dados, promove o bem-estar, com impactos positivos no estado emocional e na saúde mental.

 

Segundo os autores do trabalho, recentemente publicado na revista especializada Psychological Clinic Science, análises recentes apontaram a importância do suporte social no enfrentamento do estresse.

 

Entretanto, os dados sobre o tema ainda são escassos, o que motivou uma investigação mais aprofundada.

 

“A partir de uma pesquisa anterior, soubemos que os comportamentos pró-sociais podiam reduzir os efeitos do estresse sobre a fisiologia e a aflição, mas não ficou muito claro se esses efeitos se generalizavam para o mundo real”, conta ao Correio Emily Ansell, pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade de Yale e principal autora do estudo

 

Voluntários receberam smartphones, pelos quais deviam informar como se sentiam e contar experiências que tinham tido ao longo do dia, sempre que recebiam um lembrete eletrônico, geralmente enviado para eles à noite.

 

Os participantes eram motivados a lembrar de qualquer evento estressante pelo qual tinham passado e relatar gestos gentis que tinham realizado. Além disso, eles deveriam avaliar como se sentiam em uma escala que ia de zero (mal) a 100 (excelente).

 

A comparação dos dados colhidos mostrou uma correlação entre a disposição em ser gentil com os outros e um maior nível de bem-estar. O comportamento de auxílio foi associado a níveis mais altos de emoção positiva e de melhor saúde mental.

 

“Foi surpreendente como os efeitos foram consistentes em experiências diárias. Por exemplo, se você participa de mais comportamentos pró-sociais em dias estressantes, essencialmente não há impacto do estresse sobre o seu afeto positivo, como felicidade ou calma, nem sobre suas avaliações de saúde mental”, destaca a autora do estudo.

 

Que tal começar a inserir a gentileza no seu dia a dia, diminuir o estresse e ainda melhorar a saúde? Dê o primeiro passo!

 
*Texto adaptado Época.
 

Ministério pede imunização contra febre amarela antes do verão

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Falta cada vez menos para a chegada do Verão, a estação mais quente do ano. Com a proximidade dos dias mais quentes, o Ministério da Saúde emitiu um alerta para que populações que moram em áreas onde há recomendação da vacina contra a febre amarela busquem a dose de forma antecipada, antes do período de maior transmissão da doença – entre dezembro e março.

 

Localidades recém-afetadas pelo vírus e de grande contingente populacional, como as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo, permanecem com um quantitativo elevado de pessoas não imunizadas e em risco de adoecer.

 

O objetivo do alerta, segundo a própria pasta, é evitar correria e longas filas em busca da imunização. A cobertura vacinal para a febre amarela deve ser de, no mínimo, 95% da população.

 

O público-alvo para vacinação contra febre amarela inclui pessoas a partir dos 9 meses de vida e que não tenham comprovação de vacinação. Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema de dose única da vacina, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), respaldada em estudos que asseguram proteção por toda a vida.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psico-oncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psicooncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Os prejuízos causados por boatos no tratamento contra o câncer

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A vulnerabilidade, a falta de acesso a um atendimento de qualidade e a grande circulação de informações sem base científica têm prejudicado o tratamento do câncer. Muito disso, deve-se a circulação de notícias falsas pelas redes sociais e sites não confiáveis. Uma mensagem errada compartilhada através do WhatsApp, por exemplo, poderá atingir milhares de pessoas. E, com isso, elas receberão a informação errada, sem embasamento, acreditando naquilo, sendo que, na realidade, é tudo enganação.

 

A fundadora da Oncoguia, psicooncologista Luciana Holtz, faz o alerta sobre o tema. Ela que se dedica a prestar informações de qualidade aos pacientes.

 

Segundo ela, terapias alternativas, que não têm qualquer comprovação científica mas que prometem milagres, têm circulado com muita velocidade e podem atrasar ou mesmo fazer com que haja desistência de tratamentos.

 

O tema foi um dos destaques do Congresso Internacional de Oncologia D’or, realizado no Rio de Janeiro. Entre as notícias falsas que promovem confusão está também a que diz que ao fazer mamografia, as mulheres precisam proteger o pescoço porque há risco de câncer de tireoide, o que na verdade prejudica a imagem e o posterior diagnóstico.

 

Outra é a que diz que usar desodorante causa câncer de mama, tese sem qualquer comprovação científica.

 

Luciana destaca também que as falhas no atendimento do sistema de saúde contribuem para deixar as pessoas ainda mais vulneráveis às informações falsas.

 

A médica orienta que os pacientes busquem sempre informações oficiais de institutos, organizações e serviços de saúde que trabalham com câncer. A Oncoguia também disponibiliza um telefone gratuito para esclarecimento de dúvidas. O número é 0800 773 1666.

 

*Texto adaptadode Agência Brasil.

 
 

Oito em cada 10 homens dizem cuidar mais da saúde após participar de pré-natal

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De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, oito em cada dez homens presentes em consultas de pré-natal passaram a ficar mais cuidadosos com a própria saúde.

 

O estudo indica que 72,25% dos pais ou cuidadores entrevistados pela pasta participaram das consultas de pré-natal com suas parceiras. Desse total, 80,71% afirmaram que esse envolvimento os motivou a cuidar melhor de sua saúde.

 

Nesta terceira etapa da pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, foram feitas 37.322 entrevistas com pais ou cuidadores que assumiram a figura paterna e que acompanharam o pré-natal, parto e pós-parto de crianças nascidas no Sistema Único de Saúde (SUS) no ano de 2015.

 

O objetivo do estudo, de acordo com a pasta, é obter dados sobre acesso, acolhimento e cuidados com a saúde masculina nos serviços públicos de saúde e levantar informações sobre o envolvimento do pai no pré-natal e no nascimento da criança. A coleta de informações foi feita entre março de 2017 e março deste ano.

 

Embora a pesquisa aponte maior conscientização em relação à saúde, ainda é alto o número de homens que não têm na sua rotina o cuidado com a saúde. Quando questionados sobre o costume de buscar estabelecimentos públicos de saúde, 36,36% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de ir a esses locais. Desse total, 47,57% (6.455) informaram como motivo nunca ter precisado, falta de interesse ou não gostar de hospital.

 

Novembro Azul

 

O tema da campanha Novembro Azul este ano é Homem, da Infância à Velhice, Cuide de Sua Saúde, de Novembro a Novembro. A proposta, segundo a pasta, é chamar a atenção da população, dos gestores e dos profissionais de saúde para a importância de olhar para a saúde do homem de forma integral, e não apenas para a questão da próstata.

 
Proxima
 

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