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Campanha global alerta para os sintomas do AVC e quando as pessoas devem procurar ajuda

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Você sabia que, em todo o mundo, há cerca de 80 milhões de pessoas que sobreviveram a um AVC, Acidente Vascular Cerebral. Popularmente conhecido como derrame, mais de 50 milhões vivem com algum tipo de incapacidade permanente por conta de um AVC.

 

Entidades médicas especializadas explicam que o AVC acontece quando algum dos vasos sanguíneos (responsáveis pela nutrição e oxigenação) param de funcionar por obstrução, seja um coágulo, uma placa de gordura ou ainda por uma hemorragia

 

Quando isso ocorre, uma parte do cérebro não recebe mais sangue e oxigênio e começa a morrer. A extensão e localização do dano cerebral determina a gravidade do AVC, que pode variar de leve a catastrófico.

 

Dados da campanha mostram que em torno 87% de todos os casos são do tipo isquêmico, resultado de uma obstrução num vaso sanguíneo que fornece sangue ao cérebro. Essa obstrução pode acontecer devido ao desenvolvimento de depósitos de gordura que revestem as paredes dos vasos.

 

Já o AVC hemorrágico é responsável por cerca de 13% dos casos, resultado de um vaso enfraquecido que rompe e sangra no cérebro circundante.

 

Os sinais de alerta de que alguém está tendo um AVC, de acordo com a campanha, incluem: dormência súbita ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo; súbita confusão, dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade súbita de enxergar em um ou ambos os olhos; súbita dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação; dor de cabeça súbita, intensa, sem causa conhecida.

 

A orientação da campanha global é que, na presença de um ou mais desses sinais, o paciente não espere, chame um serviço médico de emergência (no Brasil, Samu 192) ou procure um hospital imediatamente.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil.

 

Entenda como o seu "relógio biológico" funciona

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O conhecido popularmente "relógio biológico" não é uma exclusividade dos seres humanos. Aparentemente todos os seres com vida no planeta, incluindo fungos e bactérias, possuem um ciclo circadiano, ou seja, um processo biológico que leva 24 horas para acontecer e marca o ritmo da nossa existência.

 

Mas afinal, como o "relógio biológico" afeta a nossa vida?

 

Especialistas acreditam que as primeiras células da Terra foram danificadas pela radiação ultravioleta emitida pelo Sol e se adaptaram ao passar por um processo de regeneração à noite. Os ritmos circadianos permitem que os organismos antecipem certos eventos, como a noite e o dia, o inverno e o verão, e assim se preparem para eles.

 

Todos possuem um relógio principal. Ele fica no hipotálamo, localizado no cérebro e, como um condutor, envia sinais reguladores para todo o corpo em diferentes momentos do dia. Todos os órgãos e tecidos corporais têm relógios extras, que são sincronizados pelo relógio mestre em seu cérebro.

 

Se você passar o tempo todo no escuro, seu relógio biológico fica fora de sintonia com o relógio de 24 horas. Existem sensores nos seus olhos que detectam a luz e enviam sinais para a parte do cérebro que mantém os relógios do seu corpo sincronizados.

 

A partir do momento em que você acorda de manhã, o sono vai se acumulando.

No entanto, você normalmente não adormece até que seu relógio biológico diga que está na hora de ir para a cama. Mais tarde, voltamos aos padrões de sono e vigília que tínhamos antes da puberdade.

 
*Texto adaptado G1.
 

93% das crianças respiram poluição acima do recomendável, alerta OMS

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Em um relatório divulgado esta semana pela Organização Mundial de Saúde mostra que 93% das crianças e adolescentes respiram ar com nível de partículas finas acima do que é considerado recomendável para a saúde. Na Ásia, África e países de renda média e baixa, a situação se agrava

 

A publicação do relatório antecede a realização da Primeira Conferência Global da Organização Mundial de Saúde sobre Poluição do Ar e Saúde, que começa amanhã na Suíça. O tema do encontro é "Melhoria da Qualidade do Ar, Combate às Mudanças Climáticas".

 

Nos países com renda baixa e média, 98% dos menores de 5 anos são expostos a níveis maiores do que é recomendado para a saúde, enquanto nos países de renda elevada, o percentual é de 52%.

 

Na África e no Mediterrâneo Oriental, 100% das crianças com menos de 5 anos estão expostas a níveis acima do recomendável.

 

No continente americano, países de renda baixa e média, como o Brasil, expõem 87% das crianças menores de 5 anos a esses níveis de partículas finas.

 

No Brasil, a OMS estima que 50 mil pessoas morrem por ano de doenças relacionadas à poluição do ar. Quase 10% da população do país ainda queima madeira para cozinhar, o que contribui para a exposição à poluição.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Pesquisa indica que a Salmonella tem resistência a diferentes tipos de antibióticos

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A pesquisa foi feita por cientistas da USP, em São Paulo. Os estudiosos sequenciaram o genoma da bactéria salmonella e descobriram que a maioria das 90 amostras pesquisadas apresentou resistências a diferentes classes de antibióticos.

 

O estudo, desenvolvido na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, identificou 39 genes responsáveis por essa resistência.

 

A salmonella é a bactéria mais frequente nos surtos de infecções alimentares, diarreias e gastroenterites, representando 14,4% dos quase 220 mil casos entre 2000 e 2015, segundo dados do Ministério da Saúde.

 

De acordo com os pesquisadores, as amostras fornecem um retrato da epidemiologia de salmonelose no Brasil nos últimos 30 anos, pois são provenientes de todas as regiões do país, tendo sido coletadas em pacientes acometidos por infecções alimentares ou em alimentos contaminados, como carne aviária e carne suína, incluindo embutidos, ou em vegetais, como alface, entre outros.

 

O estudo definiu o grau de resistência aos antibióticos de cada uma das 90 amostras. De acordo com os resultados, 65 (72,2%) das 90 amostras de S. Typhimurium se mostraram resistentes aos antibióticos da classe das sulfonamidas, 44 (48,9%) eram resistentes à estreptomicina, 27 (30%) à tetraciclina, 21 (23,3%) a gentamicina e sete (7,8%) as cefalosporinas.

 

Entre medidas necessárias para impedir o desenvolvimento de bactérias resistentes está o controle na venda de antibióticos. No caso da salmonella, a prevenção é o tratamento sanitário adequado de alimentos.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Estudo mostra que uma em cada 4 mulheres não têm acesso a saneamento básico

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Desigualdade social, impactos à saúde, acesso à educação, renda e bem-estar. Estes são apenas alguns dos problemas causados pela falta de saneamento básico no país.

 

Um estudo recente do Instituto Trata Brasil e divulgado esta semana, mostra que uma em cada quatro mulheres no país não tem acesso adequado a infraestrutura sanitária e saneamento. A falta desses serviços atinge cerca de  27 milhões de brasileiras

 

Na idade escolar, por exemplo, as meninas sem acesso a banheiro têm desempenho estudantil pior, com, em média, 46 pontos a menos no Enem quando comparadas à média dos estudantes brasileiros.

 

A falta de saneamento é uma das principais causas de incidência de doenças diarreicas, que levam as mulheres a se afastarem, em média, por 3,5 dias ao ano de atividades rotineiras, como escola ou trabalho.

 

A incidência de afastamentos por motivo de diarreia ou vômito é maior entre as mulheres, com 80,1 casos para cada mil habitantes, segundo dados de 2013. A proporção entre os homens é de 73,4 para cada mil habitantes. Este fator também impacta a mulher pelas características familiares no Brasil que levam a afastamento mais frequentes delas como cuidadoras dos filhos ou pais idosos que adoecem.

 

Pessoas altas podem ter maior risco de desenvolver câncer, aponta estudo

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Pesquisadores americanos analisaram a população em três continentes e descobriram que o risco de câncer em homens e mulheres é 10% maior para cada 10 cm de altura.

 

Segundo especialistas, o câncer se desenvolve quando o controle normal pelo corpo das células deixa de funcionar, abrindo caminho para o desenvolvimento de células cancerígenas que se manifestam como tumores.

 

O estudo, publicado na revista "Proceedings of Royal Society B", sugere que o risco de desenvolver diferentes tipos de câncer é mais provável em pessoas altas, simplesmente porque eles têm mais células e, portanto, maior probabilidade que essas células se tornem cancerosas.

 

Acredita-se que certos mamíferos, como elefantes e girafas, cujos corpos têm mais células do que animais menores, desenvolveram defesas adicionais contra o câncer. Mas não há evidências de que isso funcione da mesma maneira em indivíduos como seres humanos.

 

Em particular, pessoas de maior estatura têm um risco maior de desenvolver melanoma porque têm uma proporção maior de células e simplesmente mais pele do que pessoas de estatura média.

 

No entanto, o risco de câncer de estômago, bucal ou cervical em mulheres parece não estar relacionado à altura. A altura é largamente determinada por genes, o ambiente durante a infância também tem um efeito e, portanto, um impacto associado ao risco de câncer.

 

Fonte: G1

 
 

Pesquisa aponta que imunoterapia pode ser eficaz no tratamento do câncer de mama

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A Sociedade Americana de Oncologia Clínica, apontou, em 2016 que a imunoterapia será a revolução da medicina, principalmente no avanço do tratamento mais promissor contra tumores.

 

IMUNOTERAPIA

Basicamente, ela tem como objetivo melhorar o sistema imunológico, ou seja de defesa, do próprio paciente, para que ele lide de forma mais ativa contra a doença. Turbinar as defesas que você já tem pode ser uma forma eficaz e menos invasiva de lidar com doenças agressivas como o câncer.

 

TRATAMENTO

No tratamento do câncer, ela é usada como terapia complementar, ao lado de tratamentos tradicionais como radioterapia, quimioterapia e cirurgia.

 

Até agora, seu uso tinha se destacado nos tratamentos de cânceres de pulmão, rim, bexiga, melanoma e alguns linfomas. Mas um novo estudo, feito por cientistas do Centro de Câncer da Universidade de Nova York, mostra como essa terapia pode prolongar a vida de mulheres que lidam com um tipo de câncer de mama super agressivo, conhecido como “triplo negativo”.

 

Esse subtipo, mais comum em mulheres jovens, representa apenas 15% de todos os casos de câncer de mama no mundo. Mas, enquanto a taxa de morte por cânceres de mama comuns é de cerca de 10%, o de “triplo-negativo” varia entre 30% e 40%.

 

A recente pesquisa mostrou que mulheres resistiram mais a esse tumor recebendo quimioterapia e imunoterapia junto. O estudo incluiu 902 pacientes tratadas em 246 centros médicos de 41 países.

 

Agora, os pesquisadores esperam a aprovação da F.D.A, que é equivalente à Anvisa norte-americana, para começarem a utilizar o medicamento responsável pela imunoterapia em pacientes que estão tratando o câncer de mama. A ideia é que ele sirva como complemento para a quimio.

 
 

Novos tratamentos contra o câncer são aprovados pela Anvisa

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A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, aprovou esta semana três novos tratamentos para o câncer. Para pacientes com câncer de próstata, foi aprovado o registro do medicamento Erleada - apalutamida - que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, na concentração de 60 mg.

 

Conforme informou a Anvisa, o remédio, com dose de 240 mg, em combinação com terapia de privação androgênica, ou seja castração medicamentosa ou cirúrgica, é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de próstata não metastático resistente à castração.

 

Câncer nos rins

 

Pacientes diagnosticados com carcinoma de células renais, um tipo de câncer nos rins, passaram a contar com uma nova indicação terapêutica, resultado da combinação de dois produtos biológicos usados em tratamentos oncológicos.

 

Os medicamentos são o Opdivo (nivolumabe) e o Yervoy (ipilimumabe), que integram o rol de novas opções de terapias para o combate ao câncer, denominadas imunoterapias.

 

A nova indicação aprovada pela Anvisa é direcionada para o tratamento de primeira linha em pacientes adultos com carcinoma de células renais de risco intermediário ou alto.

 

A agência também aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento de carcinoma de células renais avançado. O produto é o Cabometyx (levomalato de cabozantinibe), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, nas concentrações de 20 mg, 40 mg e 60 mg.

 

Estudo relaciona 12% das mortes por câncer de mama ao sedentarismo

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No mês do Outubro Rosa, onde se alerta os cuidados e a prevenção ao câncer de mama, um dado tem chamado atenção. Uma pesquisa publicada na revista Nature e que contou com a colaboração do Ministério da Saúde revela que uma em cada dez mortes em decorrência de câncer de mama no Brasil, cerca de 12%, poderiam ter sido evitadas com a prática de atividade física regular.

 

De acordo com a pasta, os números mostram que, em 2015, 2.075 mortes poderiam ter sido evitadas se as pacientes realizassem pelo menos uma caminhada de 30 minutos ao dia cinco vezes por semana.

 

Segundo o ministério, um dos fatores que causam o câncer de mama é o excesso de estrogênio no organismo, que pode levar à formação de mutações e carcinogênese estimulando a produção de radicais.

 

O destaque fica por conta da atividade física que, por sua vez, diminui o estradiol e aumenta a globulina de ligação a hormonas sexuais, provocando uma redução de circulantes inflamatórios e aumentando as substâncias anti-inflamatórias.

 

Especialistas alertam: Laxantes não ajudam a emagrecer

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Tanto nas conversas informais, quanto na internet e nas redes sociais, este assunto é mito. A "moda" perigosa que indica que se tome laxante para perder peso, é mentira! Essa afirmação ganhou mais força por conta do preço do medicamento, que é baixo. Mas quando se trata de saúde, pode sair caro.

 

O uso crônico de laxante quando mal indicado atrapalha a absorção de micronutrientes. Não porque eles vão embora com a água, mas porque a irritação na mucosa do intestino causada pelos laxantes prejudica o trabalho de absorção que algumas células do intestino fazem, especialmente de micronutrientes.

 

Quando a pessoa não tem problema para evacuar as fezes, mas usa o laxante de forma excessiva para emagrecer, além de não perder peso, pode mudar os hábitos intestinais e a microbiota.

 

Você quer melhorar o trânsito intestinal? Então siga estes três passos:

 

  • Tomar bastante água

  • Comer fibras

  • Fazer atividade física

 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, o uso inadequado pode criar uma dependência no organismo. O intestino fica tão viciado que perde os movimentos naturais.

 

Apenas os laxantes ditos naturais ou a base de frutas é que podem ser consumidos por algum tempo. Os outros, de base química, só sob supervisão médica. Alguns destes, se usados cronicamente, podem causar arritmias e, às vezes,  morte.

 

#saúde #laxante #BML

 
 

18 de outubro: Dia do Médico - Profissional responsável por cuidar da nossa saúde

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Um profissional que está sempre disposto a cuidar da saúde da população. Responsável pelo incentivo de vida saudável e prevenção, diagnóstico e tratamento doenças. Hoje, dia 18 de outubro, é celebrado o Dia do Médico.

 

A data, no Brasil, também comemora o Dia de São Lucas, santo protetor dos médicos, mas a data acaba variando de país para país. A origem para homenagear os profissionais no Brasil é cristã. São Lucas, é um santo que em vida foi médico e, por isso, é considerado o protetor dos médicos pelos católicos.

 

O estabelecimento do Dia do Médico no Brasil é atribuído a Eurico Branco Ribeiro, um conhecido médico paranaense. Entretanto, não existem informações exatas sobre quando a data foi estabelecida no país.

 

A data é celebrada de uma forma que a sociedade como um toda possa reconhecer e homenagear este profissional. Afinal, os médicos dedicam boa parte das suas vidas, do seu tempo, a cuidar da vida das pessoas, do bem-estar e minimizar sofrimentos.

 

A data é simbólica, mas serve como maneira de agradecimento. Além da responsabilidade, muitos médicos enfrentam dificuldades todos os dias, como a falta de recursos e de estrutura em muitos hospitais do Brasil.

 

Mais do que um reconhecimento da importância dessa classe, o Dia do Médico é também uma data para se pedir mais investimentos na área da saúde e por condições de trabalho adequadas.

 

Pesquisa aponta que a maioria dos adolescentes se alimenta mal

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Dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira, 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação, apontam que, no ano passado, 55% dos adolescentes acompanhados pela atenção básica do Sistema Único de Saúde, o SUS, consumiram produtos industrializados, como macarrão instantâneo, salgadinho de pacote ou biscoito salgado.

 

Cerca de 42% deles ingeriram hambúrguer e embutidos e 43%, biscoitos recheados, doces ou guloseimas. Ainda de acordo com o ministério, jovens que apresentam quadro de obesidade aos 19 anos, por exemplo, apresentam 89% de chance de serem obesos aos 35 anos, daí a importância, segundo o próprio governo, de se investir em uma alimentação saudável e adequada ainda na infância e na adolescência.

 

Os dados revelam também que o Sul é a região do país com a maior quantidade de jovens consumindo hambúrguer e embutidos e também macarrão instantâneo, salgadinho de pacote e biscoito salgado, com 54% e 59%, respectivamente. Já o Norte aparece com o menor percentual nesses dois grupos, com 33% e 47%, respectivamente. Em relação aos biscoitos recheados e guloseimas, o Sul segue na frente, 46%, empatado com o Nordeste, 46%.

 

Já na análise por sexo, os percentuais, segundo a pasta, mostram que o consumo de industrializados, fast food, alimentos doces recheados e guloseimas não se diferencia muito, sendo um pouco maior entre os meninos.

 

O primeiro grupo de alimentos, por exemplo, é consumido por 58% deles, enquanto as meninas representam 54%. Já o segundo grupo é consumido por 41% dos jovens do sexo masculino e por 38% do sexo feminino, enquanto os recheados são preferência de 42% deles e 41% delas.

 

A pesquisa ainda aponta que os os brasileiros adultos, demonstram hábitos alimentares mais saudáveis. Os dados mostram que o consumo regular de frutas e hortaliças nesse grupo cresceu 4,8% (de 2008 a 2017) enquanto o consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas caiu 52,8% (de 2007 a 2017).

 

Osteoartrite: nova substância poderá virar o primeiro remédio capaz de frear a doença

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Cientistas canadenses fizeram os primeiros testes de um novo tratamento que tem potencial para frear a osteoartrite, conhecida também como artrose.

 

A degeneração das articulações acaba provocando nos pacientes dores, dificulta os movimentos e não conta com um medicamento eficaz atualmente. Hoje, eles apenas amenizam os sintomas.

 

Antes de tudo, os pesquisadores identificaram uma molécula presente no corpo. Acredita-se que ela cause inflamação e destruição da cartilagem das juntas e, portanto, estaria intimamente ligada à artrose.

 

O próximo passo foi criar um bloqueador dessa partícula, na tentativa de interromper os danos provocados por ela. Aí, tecidos de animais e células coletadas de pacientes receberam doses desse candidato a tratamento contra a osteoartrite.

 

Os resultados iniciais foram positivos, sendo que no laboratório, o bloqueador de fato evitou a degeneração articular em células de joelho e da coluna.

 

Agora, a próxima etapa é determinar uma dosagem e desenvolver um método de injetar o bloqueador diretamente nas juntas.

 

*Texto adaptado de Saúde Abril

 

Abuso de analgésicos pode causar dor de cabeça

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Existe hoje um tipo de cefaleia cada vez mais frequente entre a população e os consultórios médicos, é a dor de cabeça causada pelo uso em excesso de analgésicos. A informação foi repassada durante o Congresso Brasileiro e Panamericano de Neurologia, em São Paulo.

 

De acordo com o médico neurologista, Márcio Nattan Portes Souza, o paciente que sofre constantemente com dores de cabeça e passa a abusar da medicação pode desenvolver ainda mais cefaleia.

 

Por ser um desconforto comum entre a população, poucas pessoas procuram ajuda médica, o que só piora o problema. A Sociedade Brasileira de Neurologia recomenda que em casos de mais de três dias com dor de cabeça por mês ou de mais de três meses de dores de cabeça frequentes, é preciso procurar a ajuda de um neurologista.

 

Tratamento

 

Em primeiro lugar precisa-se da conscientização do paciente para eliminar os abusos. Existe ainda o tratamento contínuo que evita o surgimento das dores.

 

Quando se está fazendo o tratamento profilático, você toma uma medicação todos os dias. Em quatro semanas, começa a diminuir a frequência da dor de cabeça. Sem esse tratamento, principalmente para quem tem dor muito frequente, não há como melhorar.

 

A sugestão ao paciente é que ele invista em atividade física, na redução do peso (para obesos), melhora do sono, no combate ao estresse e tratamento dos sintomas de depressão e ansiedade. A meditação também pode ser uma boa aliada.

 

Dor de cabeça pode ser sintoma de uma doença mais grave. Se ela for forte, em si, não significa sinal de alarme. Mas quando a dor de cabeça começa subitamente e, em poucos segundo já está extremamente intensa, é chamada de trovoada. Parece que está explodindo a cabeça. A pessoa não deve marcar consulta e sim ir para o Pronto-Socorro.

 

Outros sinais citados são desmaio, dor de cabeça diferente do habitual e associada a febre. Além disso, pessoas com mais de 50 anos, sem histórico de dores, devem se preocupar se apresentar os sintomas. Pacientes transplantados ou com doenças imunodepressoras também devem ficar atentos.

 

*Texto adaptado de Agência Brasil

 

Vício em videogames já ganha status de doença, saiba quais são os limites e os sinais

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As crianças estão cada vez mais ligadas nas telas, seja do celular, do tablet ou das maiores, as televisões. Mas o exagero com o uso destes aparelhos já começou a preocupar especialistas no assunto.

 

Em 2022, entrará em vigor uma nova versão da classificação internacional de doenças, conhecida como CID, que passa a considerar o uso abusivo de jogos eletrônicos como doença.

 

Estes jogos podem ser atraentes, estimulam mecanismos de recompensa cerebral, mas eles acabam gerando a necessidade de passar cada vez mais tempo ligado.

 

Os pais precisam urgentemente começar a questionar as crianças para saber se os filhos estão dependentes. Os jogos, podem se tornar um escape para os pequenos que acabam se sentindo sozinhos, ou que ficam muito tempo longe dos responsáveis.

Pais, fiquem atentos se o seu filho apresentar distúrbios do sono, irritabilidade, isolamento social, queda no rendimento escolar, gastos excessivos com jogos, desnutrição, desidratação e depressão.

 

No mercado de jogos eletrônicos, existem muitos dispositivos com sensor de movimentos e eles permitem dançar ou até mesmo praticar esportes na sala de casa.

 

Há ainda jogos educativos para os menorzinhos. Por isso, não dá para dizer que o universo dos videogames só traz malefícios.

 

Lembre-se sempre de limitar o tempo de uso, fique de olho nos conteúdos e mostrem que existe vida além das telas.

 

O tratamento do câncer de mama

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Durante o mês de outubro, abordaremos quase que diariamente o tema em nossos canais as questões relacionadas ao Outubro Rosa, o Câncer de Mama e todos os seus assuntos. Hoje falaremos sobre o tratamento da doença.

 

O câncer de mama é um dos principais tipos de câncer que podem atingir a mulher, e acontece devido à multiplicação de células anormais no tecido mamário, formando um tumor maligno, inicialmente imperceptível, que pode aumentar e atingir outros locais do corpo.

 

Apesar de, nas fases iniciais, a doença não causar sintomas, o principal sinal que pode indicar a presença do tumor é a palpação de um nódulo endurecido, além de sintomas como dor, vermelhidão ou saída secreção pelos mamilos, por exemplo.

 

O câncer de mama pode sim ter cura. Mas isso vai variar de acordo com o tipo e com o estágio em que se encontra, por isso, é muito importante a realização da prevenção através do auto-exame e da mamografia.

 

O tratamento geralmente irá variar de acordo com a extensão do tumor, e costuma ser feito com tratamentos com cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia, imunoterapia, além de medicamentos para aliviar sintomas que podem surgir, como enjoo ou dor.

 

O tratamento dependerá da gravidade e do estágio do câncer e, por isso, o médico oncologista poderá optar por um ou pela combinação de vários tratamentos. Ele é disponível através do SUS, nos centros de oncologia da cidade, assim como pode ser feito de forma particular.

 

Geralmente, são utilizadas intervenções com quimioterapia, radioterapia e cirurgia para a retirada do tumor, e a ordem do tratamento depende das condições em que o tumor foi diagnosticado. A cirurgia também é variável, podendo-se retirar toda a mama ou parte dela, podendo ser necessária a remoção dos nódulos linfáticos da axila, se estes tiverem sido atingidos.


 

Após a cirurgia, em alguns casos, o tratamento pode ser continuado, como forma de tentar eliminar ou evitar a progressão da doença, o que também depende das características e gravidade do tumor. Para saber como é o pós-operatório da cirurgia confira como é a recuperação após retirada da mama.


 

*Texto adaptado de Abril Saúde.

 

Marcas de azeite são reprovadas no Brasil

08
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Uma pesquisa feita pela Proteste, Associação de Consumidores, avaliou 69 marcas de azeite de oliva extravirgem, amostras e nacionais. De todos os produtos testados, sete apresentaram problemas e foram considerados fraudes.

 

Embora a embalagem mostrasse que se tratava do tipo extravirgem, na verdade havia vestígios da adição de outros óleos vegetais na embalagem, o que é irregular.

 

A maioria das marcas desclassificadas ainda foi considerada lampante, ou seja, isso significa que o produto veio de azeitonas deterioradas ou fermentadas e, por esse motivo, nem deveria chegar ao mercado.

 

Para ser comercializado, o certo seria refinar o produto para retirar as impurezas e misturar ao azeite.

 

Fique atento a algumas dicas para comprar um produto de qualidade e que não seja prejudicial à saúde.

 

O desejável é que o produto tenha sido embalado no país de origem. Isso ajuda a reduzir o risco de fraudes, como inclusão de outros óleos. Quanto aos ingredientes, deve constar apenas “azeite de oliva extravirgem”. Afinal, o produto nada mais é do que o sumo da azeitona.

 

Evite marcas baratas, pois isso é um indicativo de misturas. Escolha garrafas escuras e do fundo da prateleira. Sinal de que os polifenóis estão mais blindados. Ao ler “tempero português” ou “tempero espanhol”, significa que é mistura, e não azeite puro

 

Alerta: mulheres não sabem qual é o tipo de câncer de mama que possuem

08
10

O mês de outubro é dedicado à conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Em pleno Outubro Rosa, um levantamento do Instituto Oncoguia traçou o perfil das pacientes com câncer de mama metastático, ou seja, um estágio avançado da doença, marcado pela disseminação do tumor para outras partes do corpo.

 

Entre as descobertas, o que chama atenção é que parte dessas mulheres não sabe qual subtipo de câncer de mama está enfrentando.

 

Das 250 entrevistas realizadas pela internet, notou-se que 20% das portadoras não têm ideia de qual é o seu subtipo de tumor de mama.

 

Com os avanços da ciência, houve a descoberta de que existem várias categorias de câncer de mama, cada uma com mutações e características moleculares distintas.

 

Conforme o Oncoguia, essa falta de conhecimento por parte das mulheres é mais comum naquelas que são atendidas pelo SUS, o Sistema Único de Saúde, se for comparado com a rede privada.

 

Outro dado, é que 50% das entrevistas, ainda busca por pesquisas em sites especializados, mas há muita informação online desencontrada.

 

O autoexame da mama e a prevenção ao câncer

04
10

Durante o Outubro Rosa, as ações de prevenção contra o câncer de mama tomam proporções mundiais. Para fazer o autoexame da mama, é necessário seguir três passos principais que incluem fazer observação em frente ao espelho, palpar a mama de pé e repetir a palpação deitada.

 

O autoexame não é considerado um preventivo do câncer, mas pode ser feito uma vez por mês, todos os meses, de 3 a 10 dias após o aparecimento da menstruação ou em uma data fixa nas mulheres que já não têm menstruação.

 

Mesmo o autoexame não permitindo o diagnóstico do câncer, ele ajuda a conhecer melhor o corpo, permitindo assim, que se esteja atenta a possíveis alterações que possam surgir na mama.

 

O idela é quando aparecerem as mamas na adolescência para criar o hábito de se fazer o autoexame. Para que seja tão rotineiro quanto escovar os dentes. Mulheres com mais de 20 anos, com caso de câncer na família, ou com mais de 40 anos, sem caso de câncer na família, devem realizar o autoexame da mama para prevenir e diagnosticar precocemente o câncer.

 

Governo deverá anunciar acordo que pretende reduzir o açúcar nos alimentos

03
10

Ainda este mês, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, deverá anunciar o acordo feito com a indústria de alimentos processados que prevê a redução do nível do açúcar em vários itens alimentícios.

 

Inicialmente, a proposta incluirá iogurtes, achocolatados, sucos em caixinha, refrigerantes, bolos e biscoitos. De acordo com o ministro, A taxa de redução do açúcar será estabelecida até 2021, já que daqui três anos, a indústria definirá um novo patamar.

 

Esta é uma das ações preventivas contra problemas de saúde provocados pela ingestão excessiva do açúcar. Portanto, a ideia, é melhorar a qualidade de vida do brasileiro, que está em crescente processo de envelhecimento.

 

Hoje, o Brasil tem cerca de 29,3 milhões de idosos, o que representa 14,3% da população.

 
Proxima
 

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