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NOTÍCIAS

Estudo aponta que dieta mediterrânea pode tratar a depressão

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A melhoria dos hábitos alimentares pode ter efeitos sobre a saúde mental, sugere um estudo publicado na revista “Nutritional Neuroscience”. Segundo pesquisadores da Universidade da Austrália do Sul, a adoção de uma dieta mediterrânea, rica em peixes, vegetais, legumes, frutas, nozes e azeite pode ajudar no tratamento de pacientes com depressão, melhorando o a qualidade de vida das pessoas.
 
Isso faz sentido porque nossos cérebros precisam de nutrientes e outros fatores ligados à dieta para funcionar bem. Talvez mais que qualquer outro órgão do corpo.
 
O estudo contou com voluntários entre 18 e 65 anos, pacientes com depressão, que foram alocados em dois grupos: um seguindo a dieta mediterrânea e outro, com tratamento em grupo. O grupo da dieta recebeu cursos de nutrição e oficinas de culinária a cada quinze dias, ao longo de três meses, enquanto o outro se encontrava para reuniões quinzenais.
 
Os dois grupos apresentaram melhorias no quadro, mas a melhoria dos sintomas foi significativamente melhor no grupo que passou por mudanças nos hábitos alimentares. Os resultados mostraram uma relação causal entre a melhoria da dieta e a recuperação da saúde mental.
 

Alta taxa de açúcar na gravidez aumenta risco de doença cardíaca em bebês

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Altos níveis de açúcar no sangue no início da gravidez aumentam risco de problema cardíaco em bebês, aponta estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Stanford (EUA). O estudo analisou os efeitos do açúcar na primeira fase da gestação, quando o coração está se formando. A relação encontrada independe da mãe ter diabetes: a cada aumento de 10 miligramas da glicose na fase inicial da gravidez, o risco de um problema congênito no órgão tem um incremento de 8%.
 
Para chegar aos resultados, a equipe analisou prontuários médicos de 19.107 mães que tiveram bebês entre 2009 e 2015. Os registros continham detalhes do atendimento pré-natal, incluindo resultados de exame de sangue.
 
Dessa análise, pesquisadores encontraram 811 bebês diagnosticados com doença cardíaca congênita; também foram selecionadas as mães que tiveram a glicose testada no início da gravidez e excluídas aquelas com diabetes já diagnosticada.
 
O próximo passo da pesquisa será seguir um grupo de mulheres na gestação para ver se os resultados se confirmam. Se se confirmarem, a pesquisa pode ser vir de base para protocolos que exortem médicos a pedirem o exame obrigatoriamente na fase inicial da gravidez.
 

Conselho Federal de Medicina estabelece novas regras para determinar morte cerebral

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O Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou que pacientes com suspeita de morte encefálica deverão ser observados e tratados por no mínimo seis horas antes do início do protocolo que confirmava ou não a falta de atividade cerebral.
 
Antes, o protocolo para determinar a ausência de atividade no cérebro era iniciado imediatamente. Agora, pacientes obrigatoriamente devem ser tratados por no mínimo seis horas a partir da suspeita e, só aí, os exames de confirmação podem ser feitos.
Somados os períodos, a determinação da morte cerebral só poderá ocorrer após sete horas (seis horas de observação + uma hora de exames).
 
A suspeita da morte cerebral começa quando o médico observa alguns sinais. São eles:
- Coma não perceptivo (coma profundo);
- Falta de reatividade supraespinhal (ausência de reflexos motores);
- Apneia (ausência de respiração) persistente;
- Presença de lesão encefálica de origem conhecida e irreversível;
- Temperatura corporal acima de 35 °C.
 

Novo tratamento para inflamação crônica de pele é aprovado pela Anvisa

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou uma terapia inédita para a dermatite atópica, um tipo de inflamação crônica de pele comum com pessoas com tendência a desenvolver alergias.
 
Trata-se do Dupixent (dupilumabe), que faz parte da classe dos medicamentos biológicos. Essas drogas são feitas a partir de organismos vivos geneticamente modificados para produzir o princípio ativo do remédio.
 
No caso do dupilumabe, a droga é um anticorpo monoclonal, um clone da célula de defesa humana alterada para inibir a ação de substâncias envolvidas no desenvolvimento da doença.
 
A aprovação da substância foi divulgada pela Anvisa na segunda, dia 11, e o registro foi dado à empresa francesa Sanofi-Aventis. O medicamento foi aprovado no final de setembro nos Estados Unidos e em julho desse ano na Europa.
 
As irritações de pele provocadas pela dermatite atópica costumam aparecer atrás dos joelhos, na parte frontal dos cotovelos, nas mãos e nos braços. A droga é voltada para casos mais graves da doença em adultos.
 

Pesquisa diz que uso de quimioterapia no câncer de mama diminui mesmo sem alterações nas diretr

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A adoção da quimioterapia como primeira opção de tratamento para tumores de mama em estágio inicial está diminuindo, apesar de diretrizes sobre o controle do tumor permanecerem inalteradas, mostra pesquisa com 3.000 mulheres desenvolvida na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
 
O estudo foi publicado nesta segunda-feira, dia 11, no "Journal of the National Cancer Institute", publicação do Instituto Nacional do Câncer nos Estados Unidos. Mulheres pesquisadas foram tratadas entre 2013 e 2015. Após categorizar prontuários entre aqueles mais elegíveis para a quimioterapia pelo tipo de tumor, pesquisadores perguntaram aos médicos sobre se o tratamento tinha sido recomendado para suas pacientes.
 
Com base na análise, eles identificaram que, em 2013, 34,5% dos pacientes tinham passado por quimioterapia -- número que caiu para 21,3% em 2015. No mesmo período, pesquisadores observaram também uma diminuição na recomendação da terapia, de 44,9% para 31,6%.
 
Testes genéticos diminuem uso
Dentre os médicos, pesquisadores escolheram uma amostra de 504 oncologistas para uma entrevista. A ideia era perguntar o porquê da quimioterapia não ter sido recomendada.
 
Dos entrevistados, 67,4% dos médicos disseram que testes genéticos eram solicitados quando mulheres se negaram a passar pela quimioterapia.
 
Segundo os médicos, a ideia é verificar a chance do câncer atingir os linfonodos, o que seria um indicativo para o tratamento. Caso o teste indicasse que essa chance é menor, a quimioterapia, assim, não era recomendada.
 
Dentre as mulheres que aceitaram a quimioterapia, no entanto, a chance do médico pedir o teste é menor: apenas 17,5% solicitavam o exame.
 
Para os pesquisadores, a adoção do teste indica uma mudança de cultura entre médicos -- que estão passando a se voltar à biologia do tumor para escolhas de tratamento.
 

Cientistas brasileiros desenvolvem vacina contra o câncer de pele

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Pesquisadores do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), em Campinas (SP), descobriram uma vacina contra o câncer de pele. A imunização é capaz de destruir as células malignas e também evitar um novo aparecimento da doença.
 
O câncer de pele é o de maior incidência no Brasil, responsável por 30% dos tumores malignos. São mais de 170 mil novos casos por ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).
 
Os pesquisadores do CNPEM trabalham no desenvolvimento desta vacina há seis anos. Usando células cancerígenas modificadas geneticamente, eles conseguiram chegar a uma formulação, testada em camundongos que desenvolviam tumores.
 
Três linhagens diferentes de células de cânceres foram usadas para compor a imunização. A substância fez o sistema imune dos animais identificar as células malignas e o próprio organismo deles criou imunidade celular T que são proteínas presentes nos glóbulos brancos do sangue, para eliminar os tumores.
 
Os camundongos foram acompanhados durante um ano e, nesse período, novos cânceres não apareceram.
 

OMS diz que número de pessoas com demência deve triplicar nos próximos 30 anos

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Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse que o número de indivíduos vivendo com demência deve triplicar até 2050. Dos 50 milhões atuais, o mundo terá 152 milhões de pessoas convivendo com essa condição nos próximos trinta anos.
 
Hoje, em torno de 10 milhões de pessoas são diagnosticadas com a doença por ano -- e a maioria delas vive em países com menos recursos financeiros nos sistemas de saúde. Segundo a OMS, 6 milhões dos novos casos atuais ocorrem em regiões de baixa e média renda.
 
O número de acometidos ainda pode ser maior, diz a OMS, já que os dados divulgados correspondem à contribuição de 21 países. A entidade espera que até o final de 2018 em torno de 50 países contribuam com os dados para um melhor cenário sobre a prevalência global da doença.
 
O relatório aponta ainda que o custo anual com a condição está em torno de US$ 818 bilhões. A estimativa foi calculada levando-se em conta não só os gastos com saúde, mas também a perda de renda de doentes e cuidadores -- que muitas vezes deixam o trabalho para cuidar de familiares.
 

Anvisa aprova remédio inovador para hepatite C

07
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou esta semana no Brasil a comercialização de um medicamento inovador para a hepatite C em adultos. Assim como a geração mais recente de remédios com esse fim, o chamado Harvoni, da farmacêutica Gilead Sciences, garante uma taxa de cura de mais de 95%.
 
Mas sua maior novidade tem a ver com a comodidade dos pacientes. Trata-se, afinal de contas, do primeiro tratamento de comprimido único diário para as infecções causadas pelo genótipo 1 dessa doença, que acomete 70% dos pacientes.
 
Para ser mais exato, uma vez diagnosticada a enfermidade, o indivíduo tomaria uma cápsula por dia de oito a 12 semanas – em casos específicos, esse prazo pode dobrar. Os outros tratamentos disponíveis exigem a ingestão de mais remédios, o que complicaria a adesão.
 
A empresa responsável pelo produto alega que outro diferencial seria a possibilidade de encurtar o número de dias engolindo a medicação em sujeitos não tratados anteriormente, sem cirrose e com carga viral baixa. Antes de desembarcar no Brasil, o remédio já estava presente em mais de 70 países e, segundo a Gilead, é atualmente o mais utilizado no mundo como terapia para a hepatite C.
 

Casos de câncer de intestino aumentam entre jovens nas grandes cidades

06
12
O câncer de intestino é uma doença que vem aumentando nas grandes cidades, especialmente entre os jovens. Cerca de 20% dos casos de câncer de intestino não têm qualquer sintoma. Todo sangramento ao evacuar deve ser investigado, assim como anemias difíceis de tratar, emagrecimento sem explicação e dores abdominais constantes.
 
Já existem estudos para tornar o sangue oculto nas fezes um exame para o rastreamento de câncer na população, em geral, de locais com crescimento de registros, como o estado de São Paulo. Isso porque nos últimos anos, a doença avançou principalmente nos locais mais desenvolvidos e entre jovens, associada ao estilo de vida das grandes cidades, o que dificulta o consumo de comida natural.
 
A alimentação rica em verduras, legumes e frutas garantem as fibras, que ajudam a reunir os detritos para jogá-los fora, já a hidratação facilita a eliminação e o exercício físico, como as caminhadas, garante a mobilidade intestinal necessária para a evacuação. 
 
Quando um desses elementos falta, pode haver constipação. Fibras sem água e movimento deixam o intestino travado. Por outro lado, existe um falso amigo muito requisitado, que é o laxante. Ele pode irritar o intestino e prejudicar seu peristaltismo com o uso prolongado.
 

Nova vacina para o câncer ensina o corpo a enfrentá-lo sozinho

05
12
Cada dia mais avançada, a imunoterapia para o tratamento do câncer começou a escrever mais um capítulo de sua história: uma vacina terapêutica está atualmente passando pelos primeiros testes em seres humanos. Os responsáveis vêm da empresa americana Moderna, que anunciou em meados de novembro a novidade.
 
Trata-se de uma vacina terapêutica personalizada – diferentemente das convencionais, ela será usada após o paciente receber o diagnóstico. É um tratamento que faz o próprio organismo reconhecer o câncer como um inimigo.
 
A tecnologia em questão foi batizada de mRNA 4157. E o nome tem motivo: a nova arma “se aproveita” do mecanismo do nosso RNA mensageiro, o mRNA, para agir no corpo. Se você não está com as aulas de biologia fresquinhas ne memória, basta entender que essas moléculas recebem e enviam ordens do DNA para o corpo.
 
Como vai funcionar a vacina mRNA-4157
 
1) Antes de tudo, identifica-se, no organismo do paciente, as principais mutações presentes em seu câncer. Sim, o tumor de cada paciente tem diferentes mutações, mesmo que se aloje no mesmo órgão.
 
2) A partir disso, são identificadas as 20 mutações que, de acordo com particularidades do seu organismo, têm maior chance de causar a reação imune desejada.
 
3) Com tecnologias de última geração, os cientistas transmitem essa informação para moléculas de mRNA e as inserem na vacina.
 
4) Uma vez injetadas no paciente, as moléculas de mRNA ensinam as suas células de defesa a detectar as tais mutações do câncer.
 
5) Aí, o sistema imune consegue combater “sozinho” o tumor.
 
Ou seja: como outras armas da imunoterapia, a vacina da vez não age diretamente na doença. Ela basicamente turbina as defesas do corpo.
 
Parece incrível, não é mesmo? A ideia da Moderna é que, uma vez aprovada, a injeção fique pronta para cada paciente em poucas semanas depois do diagnóstico. A questão é: a que custo isso virá para a população? De pouco adianta ter uma arma revolucionária, se ninguém consegue pagar por ela.
 
Mais: mesmo que tudo dê certo nos estudos, ainda tem muito chão pela frente para que essa tecnologia esteja finalmente disponível. A previsão é que os resultados dessas primeiras análises fiquem prontos até o fim do ano que vem.
 
No momento, estão sendo investigadas a segurança e a reposta imunológica dos voluntários durante o uso. Mais adiante, serão esmiuçados a eficácia propriamente da vacina, principalmente quando combinada a uma medicação específica da farmacêutica MSD – o chamado pembrolizumabe. A tal MSD inclusive está apoiando os estudos com a vacina.
 

HPV atinge mais da metade dos jovens brasileiros

04
12
Cerca de 54,6% dos brasileiros entre 16 e 25 anos estão infectados com o papilomavírus humano (HPV). Os números foram divulgados na última semana e constam em uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal.
 
Foram entrevistadas ao todo 7.586 usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), mas só 2.669 passaram por testes para detectar a presença do vírus. Do total de casos confirmados, 38,4% das pessoas registraram um dos tipos mais perigosos de HPV, capaz de causar câncer.
 
A maioria dos entrevistados declarou estar em união estável: 41,9% disseram estar namorando e 33,1% casados ou morando com o parceiro. A idade média do início da vida sexual foi de 15,3 anos para mulheres e 15 anos para os homens, e a data da primeira gestação se manteve na casa dos 17,1. Salvador (71,9%), Palmas (61,8%) e Cuiabá (61,5%) foram as capitais que registraram maior incidência do HPV. Com 41,2%, Recife está na outra ponta, como a menos infectada.
 
 

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