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Anvisa alerta para possível risco da vacina contra a dengue

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta quarta-feira um alerta sobre possíveis riscos do uso da vacina contra a dengue, o Dengvaxia, fabricado pela Sanofi-Aventis. Conforme os dados preliminares de um novo estudo, encomendado pelo próprio laboratório, pessoas que nunca tiveram contato com a dengue podem desenvolver formas mais graves da doença depois de tomarem a vacina. A atual recomendação da vigilância sanitária é que a imunização não seja feita em pacientes soronegativos, que nunca tenham contraído o vírus. 
 
Novos estudos
Antes do registro da Anvisa, a vacina havia sido testada em cerca de 40.000 pessoas pelo mundo todo, inclusive no Brasil, em estudos que seguiram padrões estabelecidos por guias internacionais. De acordo com a Sanofi, em comunicado, os riscos não haviam sido identificados na população geral. Para os indivíduos soronegativos, havia sido identificado apenas um menor benefício de imunização, sem reações adversas.
 
Já em um novo estudo, a fim de monitorar o uso do imunizante, a empresa identificou que os pacientes soronegativos são mais propensos às complicações da doença, passados 30 meses depois da primeira dose. De acordo com os dados, em cada 1.000 indivíduos soronegativos vacinados, cinco são hospitalizados e dois contraem a dengue severa.
Segundo a Anvisa, esses números precisam ser confirmados, mas como medida de prevenção a bula do produto deverá ser alterada, informando o aumento dos riscos.
 
A vacina
Enquanto isso, o benefício para indivíduos anteriormente expostos ao vírus da dengue permanece favorável, mesmo cinco anos depois do recebimento da vacina, que consiste em três doses a serem administradas em intervalos de seis meses. O imunizante é indicado para prevenção da dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 (recombinante, atenuada) em pacientes entre nove e 45 anos de idade que vivem em áreas endêmicas.
 
A vacina é a única aprovada no Brasil e está disponível no mercado desde dezembro de 2015. Sobre a atualização, a Anvisa afirma que já solicitou os documentos completos referentes aos estudos de monitoramento realizados pela empresa e informa que outras ações poderão ser adotadas na medida em que os dados forem avaliados.
 

Brócolis como grande aliado na prevenção ao câncer

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Pela primeira vez desde a edição de estreia, em 2007, a Broccoli Consumption Conference deixou a Europa. O maior encontro internacional dedicado à hortaliça foi sediado neste ano em Atibaia, no interior de São Paulo. A missão dos organizadores foi reunir profissionais das áreas de pesquisa, cultivo, nutrição e gastronomia a fim de debater e propagar os benefícios e o potencial de mercado do brócolis.
 
O Brasil, aliás, não foi escolhido por acaso: é o maior produtor do alimento na América Latina. Mas o consumo entre os brasileiros está aquém do ideal.
 
Uma pena, já que trata-se de um vegetal peso-pesado em matéria de nutrientes. Para melhorar esse cenário, é preciso investir em uma estratégia semelhante à adotada na Espanha. Os espanhóis viraram um case de sucesso no apetite por brócolis. Só no ano passado consumiram 66 mil toneladas, um aumento de 20% em relação a 2015. “Isso é resultado de ações em supermercados e eventos esportivos, publicidade e parcerias com meios de comunicação e influenciadores digitais”, comemora Javier Bernabéu, secretário-geral da Associação para a Promoção do Consumo de Brócolis, em Valência, na Espanha.
 
Mas a campanha para que a hortaliça caia mais no gosto da nossa população não tem só justificativas comerciais. Falamos, como indicam estudiosos, de um superalimento. A pedido da Sakata, o biomédico Henrique Silveira, do Hospital do Câncer de Barretos, no interior paulista, apresentou uma revisão de cerca de 50 trabalhos científicos com o vegetal – todos analisavam, em experimentos com células e cobaias em laboratório, o poder do brócolis frente a diversos tipos de câncer, entre eles os de mama e pulmão.
 
São robustas as evidências de que a ação antioxidante do sulfarofano e de outras substâncias encontradas no alimento inibe mecanismos envolvidos no surgimento de tumores. Embora ainda estejam em curso estudos com humanos, há pistas de que de três a cinco porções semanais de brócolis ajudam a reduzir o risco de células cancerosas aparecerem e se multiplicarem.
 

Lúpus pode aumentar em mais de 50% o risco de demência

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O chamado lúpus eritematoso sistêmico é uma doença crônica que atinge principalmente mulheres jovens – mas que pode ter consequências típicas da velhice. Cientistas israelenses descobriram recentemente que o distúrbio está ligado, para pessoas de qualquer idade, a um risco 50% maior de demência (conjunto de doenças neurodegenerativas entre as quais se enquadra o Alzheimer).
 
Ao estimular em excesso o sistema imunológico, o lúpus afeta principalmente rins, pulmões, pele e articulações de suas vítimas. Entre os órgãos prejudicados, no entanto, também se encontra o cérebro. Tanto que já existiam pesquisas indicando uma possível relação entre a doença e déficits de memória.
 
A novidade do levantamento da Faculdade de Medicina da Universidade de Tel Aviv, em Israel, foi cruzar as informações de prevalência de LES com as de demência propriamente a partir dos dados da maior rede de planos de saúde do país, a Clalit Health Care. Os cientistas compararam 4 886 israelenses com lúpus a outros 24 430 sem a doença.
 
Os resultados de tamanho esforço foram divulgados no International Journal of Geriatric Psychiatry. E, em resumo, indicam que pessoas com lúpus em qualquer faixa etária têm uma probabilidade 51% maior que as demais de apresentar alguma demência. Ainda não dá pra saber se de fato é o lúpus que está causando tamanho transtorno para o cérebro, mas a novidade revela a importância de não negligenciarmos a saúde mental dos sujeitos com LES.
 

Cientistas encontram caminho para gerar vasos sanguíneos

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Cientistas encontraram uma nova maneira de estimular o crescimento de vasos sanguíneos a partir daqueles já existentes no organismo. A estratégia foi publicada nesta quinta-feira, dia 23, no periódico "Nature Communications".
 
A pesquisa é importante para situações que levam ao infarto ou ao Acidente Vascular Cerebral. Ambas as condições são causadas quando o fornecimento de fluxo sanguíneo é interrompido por um coágulo ou gordura -- num mecanismo conhecido como isquemia.
 
Com isso, essas doenças se beneficiaram de novos vasos sanguíneos que poderiam contribuir para o reestabelecimento do fluxo do sangue. No estudo do Instituto Médico de Sanford Burnham Prebys, na Califórnia (EUA), pesquisadores demonstraram que a formação de vasos sanguíneos funcionais depende da ativação de uma proteína: a "quinase AKT". Essa proteína, por sua vez, é ativada por outra: a "R-Ras".
 
A contribuição dos cientistas, liderados pelo pesquisador Masanobu Komatsu, também almeja que os vasos sejam funcionais. Outras pesquisas utilizaram a proteína VEGF (em inglês, 'Vascular endothelial growth factor') para estimular o crescimento dessas estruturas. No entanto, em ensaios clínicos, o benefício a pacientes não foi identificado.
 
Cientistas também fizeram uma comparação entre a VEGF e a nova estratégia. A VEGF promove o crescimento dos vasos, mas ele é desordenado e não funcional. Em uma próxima etapa, eles testarão a eficácia de ambas as terapias.
 

Estados Unidos aprovam nova droga anti-HIV

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Os Estados Unidos aprovaram um novo medicamento que impede a ação do HIV-1 no organismo. Trata-se de uma combinação entre outros antirretrovirais já existentes no mercado: o dolutegravir e a rilpivirina. Entre os medicamentos da nova geração, o Juluca, como é conhecido comercialmente, é o primeiro a combinar dois compostos.
 
Infectologistas brasileiros comemoraram a aprovação, que facilita a adesão ao tratamento pelos pacientes, já que lembrar de uma só droga é mais simples. Uma outra vantagem da terapia é a diminuição de toxicidade dos medicamentos existentes.
 
A nova geração de antirretrovirais tem como principal característica o fato de possuírem menos efeitos colaterais que tratamentos mais antigos, que piorava sintomas de pacientes psiquiátricos. No entanto, não havia até agora uma única pílula que combinasse os compostos mais recentes.
 

Mais mulheres brasileiras estão morrendo por AVC

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A saúde cardiovascular das mulheres está ameaçada. A partir de dados levantados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), notou-se um crescimento na quantidade de mortes por AVC entre as mulheres de 2010 a 2015 – justamente o oposto do que vem acontecendo com os homens.
 
Popularmente conhecidos como derrames, os acidentes vasculares cerebrais são atualmente os principais responsáveis por incapacidade ao redor do globo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dentre os maiores culpados por esse mal, encontram-se problemas difundidos em nossa sociedade – é o caso de má alimentação, sedentarismo, estresse, tabagismo, alcoolismo, hipertensão, diabetes, colesterol alto e obesidade.
 
Segundo a SBC, por trás da melhora entre os homens, estão campanhas de educação e conscientização a respeito dos fatores de risco. Mas, o que poderia explicar o aumento no número de AVCs entre as mulheres?
 
A famigerada dupla jornada, o uso de pílula anticoncepcional entre as predispostas ao tromboembolismo (principalmente as fumantes), por exemplo, seriam alguns deles. Para ficar segura, o jeito é buscar conselhos de um médico.
 

Japoneses desenvolvem exame de sangue que detecta câncer com precisão de 90%

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Pesquisadores do Japão desenvolveram um teste sanguíneo para detectar câncer e identificar o tipo de tumor com uma precisão de quase 90%, índice superior ao atual para achar marcadores de tumores cancerígenos de próstata e de cólon e do reto.
 
A criação do método é obra dos centros em Chiba e Kanagawa (ao leste e sul de Tóquio) do Instituto de Pesquisa do Câncer e do fabricante tecnológico Renatech que, se baseando em uma máquina de produção de semicondutores, desenvolveram um equipamento capaz de medir oligoelementos no sangue.
 
A nova técnica requer só uma pequena amostra de sangue, o que alivia a carga física dos pacientes em relação a outro teste, e consiste na medição e comparação dos níveis de 17 tipos de oligoelementos no plasma sanguíneo, como sódio, ferro e zinco, cuja concentração varia segundo o tipo de carcinoma.
 
Utilizando o dispositivo, os cientistas analisaram o soro de 960 pacientes com câncer de pâncreas, próstata, cólon e do reto, mama e útero, assim como o de 550 indivíduos saudáveis, conseguindo identificar o tipo de tumor com uma precisão próxima a 90%.
 

Beneficiários de planos de saúde cresceram entre setembro e outubro, segundo ANS

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O número de pessoas com plano de saúde aumentou entre setembro e outubro, mas segue menor que no ano passado, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
 
Em outubro, 47,4 mil pessoas eram beneficiárias de planos de saúde, um aumento de 0,17% na comparação com o mês imediatamente anterior, mas um recuo de 0,97% em relação a 2016.
 
Entre as pessoas que possuíam plano de saúde em outubro, 31,6 mil eram beneficiárias de um plano empresarial, o que representa 66,7% do total. Outras 9,2 mil tinham planos individuais, o que representa 19,4% do total.
 
A pesquisa também mostra que, enquanto a quantidade de beneficiários de planos de saúde empresariais aumentou 0,36% entre setembro e outubro (apesar de ainda registrar queda de 0,41% sobre o ano passado), o número de pessoas com planos individuais caiu 0,15% no mesmo mês.
 

Doença pulmonar “Dpoc” mata 3 milhões de pessoas por ano e não tem cura

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Se você é fumante habitual, tem 90% de chance de sofrer da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (Dpoc), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). E é provável que você nem saiba disso.
 
A Dpoc é caracterizada por uma redução persistente do fluxo de ar. Piora com o tempo e pode se agravar ao ponto de levar à morte.
 
Ela se desenvolve de quadros persistentes de bronquite ou enfisema pulmonar. Na bronquite, há produção de muco e inflamação nas vias aéreas. No enfisema há destruição dos alvéolos, estruturas responsáveis pelo fluxo de ar nos pulmões.
 
Sua principal causa é a exposição à fumaça do cigarro, seja o fumante ativo ou passivo. A exposição a outros tipos de fumaça também pode causar a doença - quem trabalha com fornos de lenha em pizzarias ou carvoarias também corre risco.
 
E, geralmente, se manifesta de forma silenciosa: 80% das pessoas afetadas nem sequer sabem disso, segundo a Fundepoc, uma instituição argentina especializada na doença.
Também não há cura para a Dpoc e cerca de 3 milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do mal, segundo a OMS, que afeta 384 milhões de pessoas em todo o mundo.
 
Do total de vítimas, 13,6% são adultos com mais de 35 anos da América Latina, de acordo com os dados da Fundepoc. No Brasil, a estima-se que 7 milhões de pessoas tenham Dpoc - mas somente 12% dos pacientes são diagnosticados.
 

Para reduzir consumo, Escócia vai estabelecer preço mínimo para o álcool

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A Escócia se transformará na primeira nação do mundo a introduzir um preço mínimo para as bebidas alcoólicas, segundo a imprensa britânica, depois que o governo autônomo ganhou nesta quarta-feira, dia 15, um requerimento judicial contra a Associação do Uísque Escocês (SWA, na sigla em inglês) no Reino Unido.
 
A Suprema Corte britânica, a máxima instância judicial do país, ditou por unanimidade que impor um preço mínimo por unidade de álcool, cifrado em 50 pence (cerca de R$ 2,18), não viola a legislação comercial da União Europeia (UE), tal como tinha argumentado a SWA.
 
Contra as alegações da associação, os magistrados concluíram que a imposição de um preço mínimo era uma medida "mais eficaz" para encarecer o álcool mais barato e, portanto, combater o alcoolismo, do que um aumento nos impostos, já que, no segundo caso, o vendedor tem alguma margem para reduzir o preço.
 
O tribunal afirmou que a medida "é uma maneira proporcional para se conseguir um objetivo legítimo". Esta sentença põe fim a um longo processo judicial, que começou em 2013, depois que o parlamento escocês aprovou em 2012 a lei para fixar o preço mínimo do álcool como uma medida de saúde pública, e que passou pelo Tribunal de Justiça europeu.
 

Estudo diz que imunidade adquirida na dengue ajuda a proteger contra o zika

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Um estudo realizado nos Estados Unidos, publicado nesta segunda-feira , dia 13, mostra que a imunidade adquirida após uma infecção pelo vírus da dengue pode ajudar a proteger contra o vírus da zika.
 
Em testes em camundongos, o estudo identificou que cobaias imunes à dengue também desenvolveram proteção cruzada contra o zika. Depois, pesquisadores identificaram também que tipos especificos de células de defesa -- os linfócitos T CD8 -- têm ação combinada contra os dois vírus.
 
Os achados são particularmente importantes para a tentativa do desenvolvimento de uma vacina contra o zika e a dengue em todo o mundo. Uma segunda importância do estudo é que ele indica preliminarmente que a dengue não aumenta a gravidade de infecções por zika -- uma possível interação entre infecções cruzadas foi uma das muitas hipóteses levantadas durante o início da epidemia por zika no Brasil.
 
Agora, após o avanço do conhecimento científico, a ideia é outra: talvez seja justamente uma infecção prévia da dengue que impede o zika de ter consequências mais graves, como as anomalias em bebês.
 

Uso do DIU pode reduzir em um terço os riscos de câncer cervical

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O Dispositivo Intrauterino, conhecido como DIU, além de ser um importante método anticoncepcional, também oferece proteção ao câncer cervical, o terceiro mais comum entre as mulheres. É o que diz um estudo da Universidade do Sul da Califórnia. Segundo os cientistas, o uso do DIU está associado a uma redução de um terço nos riscos de desenvolvimento deste tumor.
 
Segundo Victoria Cortessis, professora da Universidade e principal autora do estudo, “o padrão que encontramos foi impressionante. Não foi sutil”. De acordo com Victoria, a possibilidade de uma mulher experimentar alguma ajudar para o controle do câncer ao mesmo tempo em que está tomando decisões contraceptivas é potencialmente muito impactante.
 
Ela e a equipe analisaram dados de 12 estudos envolvendo mais de 12 mil mulheres em todo o mundo. Os resultados apontam que o DIU está relacionado a uma incidência um terço menor de câncer cervical. Entretanto, os motivos para tal efeito protetivo ainda são desconhecidos. Alguns cientistas especulam que a colocação do DIU estimula uma resposta imunológica no cérvix uterino, dando ao organismo uma oportunidade de combater possíveis infecções pelo vírus HPV, responsável por mais de 90% dos casos da doença.
 
Outra possibilidade é que quando o DIU é removido, células infectadas pelo HPV ou alterações pré-cancerígenas também sejam retiradas. Segundo Cortessis, a busca por essa explicação é o próximo passo do estudo. Hoje, o uso do DIU ainda não pode ser indicado como método de se evitar o câncer cervical, mas está no horizonte.
 

Restaurantes nos Estados Unidos terão que apresentar calorias nos cardápios

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A quantidade de calorias dos pratos oferecidos nos restaurantes dos Estados Unidos deverá aparecer nos cardápios, anunciou a Administração de Drogas e Alimentos (FDA), confirmando a aplicação de uma lei aprovada há três anos.
 
Esta medida, apresentada ainda no governo de Barack Obama, tem como objetivo lutar contra a obesidade no país, e fazia parte do projeto legislativo de saúde pública conhecido como Affordable Care Act (ou "Obamacare"), aprovado em 2010.
 
A administração republicana de Donald Trump, se comprometeu a desmantelar este dispositivo, em particular as medidas relativas à cobertura de saúde, mas esta lei sobre calorias finalmente entrará em vigor em maio de 2018, após várias postergações.
 
Em um rascunho de recomendação publicado em seu site, a FDA confirma a aplicação da lei a partir de maio e realiza algumas mudanças para responder "às preocupações expressadas pelas partes envolvidas sobre o rótulo nutricional requerido para os alimentos servidos" nos restaurantes.
 
Os esclarecimentos sobre o alcance exato da lei incluem detalhes de como deve ser apresentado o conteúdo calórico dos pratos em locais self-service e também em pizzarias, onde a quantidade de calorias de cada pizza depende dos ingredientes escolhidos pelo consumidor.
 

A diminuição no uso do álcool para evitar o câncer

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O uso de álcool, seja leve, moderado ou pesado, está associado ao aumento do risco de vários tipos de câncer, incluindo os da mama, do cólon, do esôfago, da cabeça e do pescoço. É assim que começa um informe de evidências sobre o uso de álcool e câncer de uma das sociedades de oncologia mais influentes no mundo, a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
 
A orientação, divulgada essa semana, é importante porque coloca o álcool como um fator de risco definitivo para o câncer, de forma direta ou indireta. Diretamente, a ASCO cita que cerca de 6% das mortes no mundo estão associadas diretamente ao consumo de álcool. Ainda, segundo a entidade, não só o consumo pode levar ao câncer, mas também ele afeta negativamente o tratamento.
 
Segundo disse Bruce Johnson, presidente da ASCO, "as pessoas geralmente não associam beber cerveja, vinho e licor com o aumento do risco de desenvolver câncer em suas vidas. No entanto, a ligação entre o aumento do consumo de álcool e o câncer está muito bem estabelecida", diz.
 
O estudo aponta que o etanol danifica o DNA de células saudáveis, o que pode fazer com que elas cresçam desordenadamente, provocando tumores. Também o acetaldeído, produto da digestão do álcool, contribui para essa influência negativa.
 
No caso de mulheres, o álcool também contribui para o aumento da quantidade de estrógeno no corpo, o que é um fator de risco para câncer de útero, ovário e mama.  O consumo de álcool também prejudica a absorção de vitaminas no corpo e leva ao aumento de peso, fatores também associados a uma maior chance de desenvolver câncer.
 

ANS anuncia novos procedimentos que deverão ser cobertos por planos de saúde

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Agência Nacional de Saúde (ANS) divulgou nesta terça-feira, dia 7, uma nova lista de procedimentos que deverão ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde a partir do dia 2 de janeiro de 2018. Foram acrescentados 18 procedimentos à lista, entre exames, terapias e cirurgias.
 
Também será ampliada a cobertura para outros sete procedimentos, incluindo medicamentos orais contra o câncer e um remédio para tratamento de esclerose múltipla, algo inédito no Rol de Procedimentos, segundo a ANS.
 
Com relação ao preço, a ANS diz que após a ampliação dos procedimentos obrigatórios há uma avaliação que dura um ano. Caso seja identificado um impacto financeiro depois desse prazo, será feita uma avaliação para o cálculo de reajuste no ano seguinte. Por isso, por enquanto, não haverá alta nos valores.
 
Confira os principais procedimentos incorporados:
 
Câncer
 
- 8 medicamentos orais para tratamento de cânceres – pulmão, melanoma, próstata, tumores neuroendócrinos, mielofibrose e leucemia (afatinibe, crizotinibe, dabrafenibe, enzalutamida, everolimo, ruxolitinibe, ibrutinibe e tramatinibe);
 
- Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons (PET-CT) para diagnóstico de tumores neuroendócrinos.
 
Esclerose múltipla
 
- Medicamento imunobiológico (natalizumabe).
 
Olhos
 
- Quimioterapia com antiangiogênico e tomografia de coerência ótica para tratamento do edema macular secundário, retinopatia diabética, oclusão de veia central da retina e oclusão de ramo de veia central da retina;
Radiação para tratamento de ceratocone.
 
Mulheres
 
- Cirurgia laparoscópica para tratamento de câncer de ovário (debulking);
- Cirurgia laparoscópica para restaurar o suporte pélvico (prolapso de cúpula vaginal);
- Cirurgia laparoscópica para desobstrução das tubas uterinas;
- Cirurgia laparoscópica para restaurar a permeabilidade das tubas uterinas.
- Pesquisa em líquido amniótico por PCR: exame laboratorial para o diagnóstico da toxoplasmose gestacional.
 
Crianças
 
- Endoscopia para tratamento do refluxo vesicoureteral, doença relacionada a infecções urinárias;
- Terapia imunoprofilática contra vírus sincicial respiratório (palivizumabe).
 

Leite pode atrapalhar absorção de remédio para a tireoide

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Se você tem hipotireoidismo e toma levotiroxina, comprimido clássico para tratar a condição, é bom planejar direitinho o consumo de leite, queijos e iogurte. Um estudo da Escola de Medicina David Geffen da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, comprovou uma relação que já levantava suspeitas: itens cheios de cálcio reduzem o aproveitamento da medicação.
 
Por isso, é recomendado um intervalo de duas horas entre a o momento em que se toma o remédio e a ingestão de laticínios. Uma alternativa é utilizar a levotiroxina ao deitar, cerca de duas horas após a última refeição. A absorção é excelente. Mas claro, se isso for orientado pelo médico.
 
Além dos laticínios, fontes de fibras, soja, fontes de ferro e café são capazes de reduzir a absorção do medicamento. Agora, se o seu problema é o hipertireoidismo, não há alimentos que atrapalhem a atuação dos medicamentos.
 

Beber de barriga vazia para não engordar é novo tipo de transtorno alimentar

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Jovens mulheres estão pulando refeições e reduzindo drasticamente a ingestão de calorias dos alimentos, deixando para ingeri-las como álcool. Esse comportamento é conhecido coloquialmente como “drunkorexia”, mas ainda não é um distúrbio alimentar clinicamente reconhecido, apesar de imitar tendências anoréxicas.
 
Embora ocorra em ambos os sexos, prevalece em mulheres jovens. Um estudo divulgado no ano passado na revista “Australian Psychologist” revelou que quase 60% das estudantes de graduação em países ricos exibem tendências “drunkoréxicas”.
 
O álcool é demonizado por seus conteúdos caloríficos. Segundo a revista “Drinkaware”, um copo de cerveja com 400ml, em média, tem 197 calorias, o equivalente a uma fatia de pizza, enquanto uma taça de vinho pode conter tantas calorias quanto um sorvete.
 
Além de pular refeições antes de beber, os sintomas podem incluir compulsão alimentar durante a bebedeira e posteriormente adotar práticas para “livrar” o corpo das calorias adicionais. Esta combinação pode ser extremamente perigosa para a saúde mental e física.
 

Pesquisa identifica mecanismo no cérebro capaz de inibir pensamentos indesejados

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Uma pesquisa publicada recentemente demonstra que o cérebro precisa produzir uma substância específica em região relacionada à memória para que pensamentos indesejados fiquem sob controle. O achado é particularmente importante porque medicamentos que mimetizam a substância podem ser desenvolvidos para tratar transtornos diversos, como os de ansiedade.
 
A substância encontrada trata-se de um neurotransmissor. Neurotransmissores são substâncias que fazem a comunicação entre neurônios, já que eles não se tocam. No caso da pesquisa, cientistas identificaram que o GABA (ácido gama-aminobutírico, na sigla em inglês), precisa estar em altas concentrações para que pensamentos do passado fiquem sob controle.
 
O GABA é um dos principais neurotransmissores inibitórios do cérebro: ele tem por função inibir a atividade de algumas células do órgão.
 
Isso pode ajudar a explicar distúrbios de ansiedade e condições mais gaves, como a esquizofrenia, dizem pequisadores. Essas condições frequentemente têm como sintoma uma avalanche de pensamentos "intrusos" que podem ter em sua raiz disfunções na produção dessa substância: a invasão de pensamentos negativos, quando não estamos solicitando a memória voluntariamente, é um dos principais gatilhos para transtornos de ansiedade.
 

Uma a cada dez brasileiras tem endometriose

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Sensibilidade à flor da pele e vontade grande de comer doce são sentimentos comuns durante o período menstrual. Mas para as 10% das mulheres brasileiras esse momento é um tormento, por causa das fortes dores de cólica que aumentam nesses período por causa da endometriose.

 

A endometriose é uma doença inflamatória que ataca o tecido do útero, os ovários, a bexiga e até o intestino, consequente à presença anormal de tecido do endométrio - camada do útero que descama na menstruação.

 

O diagnóstico não é fácil e é mais comum em mulheres que estão no período reprodutivo. A doença pode surgir logo após as primeiras menstruações. Além disso, muitas mulheres a confundem com cólicas menstruais.

 

Os sintomas da doença podem surgir na adolescência como cólica menstrual forte, dores durante a relação sexual, entre as menstruações, ao defecar e ao urinar, sangramento na urina ou nas fezes e infertilidade.

 

“O diagnóstico frequentemente necessita da ação do médico patologista para confirmar a presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina, analisando biopsias dos órgãos afetados”, de acordo com a Dra. Beatriz Moreira Leite, patologista com pós graduação em Patologia Reprodutivo no Reino Unido.

 

A escolha do tratamento deve levar em consideração a gravidade dos sintomas, a extensão e localização da doença, o que depende da ação da equipe multidisciplinar a qual conta com os médicos ginecologista, radiologista e patologista. O desejo de gravidez, a idade da paciente, efeitos adversos dos medicamentos e complicações cirúrgicas também devem ser levado em consideração.

 

Brasil e mais oito países devem eliminar hepatite C até 2030

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Nove países, entre eles o Brasil, estão qualificados para eliminar a hepatite C até 2030, segundo dados do Observatório Polaris divulgados nesta quarta-feira, dia 1, em São Paulo. Além do Brasil, Austrália, Egito, Geórgia, Alemanha, Islândia, Japão, Holanda e Catar estão dentre os países que caminham rumo à eliminação da doença nos próximos anos.
 
O Observatório Polaris é uma iniciativa do CDA Foundation, ONG americana criada para acelerar metas globais para a eliminação da hepatite B e C. Segundo a ONG, esses países se comprometeram com a expansão de medicamentos de ação direta, aqueles que atuam diretamente na replicação do vírus -- com uma taxa de cura que pode chegar a 98%.
 
Esses medicamentos trouxeram a esperança de que a eliminação da hepatite seja uma possibilidade real - mais de 30 mil pacientes com hepatite C foram tratados e curados em 2016, informa o documento. No Brasil, esses novos compostos passaram a ser oferecidos em 2015, mas com restrições.
 
Agora, o documento informa que o Ministério da Saúde do Brasil se comprometeu a tratar todas as pessoas com hepatite C em qualquer fase da doença -- o que vai ajudar o país a atingir a eliminação. Hoje, apenas pacientes com maiores danos ao fígado são elegíveis a esses medicamentos. A nova diretriz, com a expansão do tratamento, deve entrar em vigor em 2018.
 
Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que há 657 mil pessoas no Brasil com infecção por hepatite C. O Ministério da Saúde informou ter por meta tratar 50 mil pacientes com hepatite C por ano. O país também planeja apresentar novas iniciativas para testar o máximo de pacientes.
 
Proxima
 

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