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NOTÍCIAS

Mortes por tuberculose caíram 37% desde o ano 2000

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Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS). E revelam que os esforços mundiais para combater a tuberculose evitaram cerca de 53 milhões de mortes desde o ano 2000 e reduziram a taxa de mortalidade pela doença em 37% no período.
 
Porém, de acordo com a OMS, a doença foi a doença causada por agente patológio que mais matou em 2016, ficando a frente do HIV. De acordo com a entidade, a tuberculose também é a principal causa de mortes relacionados à resistência bacteriana e a principal causa de morte entre pessoas com HIV. 
 
A organização também alerta que muitos países não colocam em curso esforços suficientes para atingir as metas globais de controle da doença. Em 2016, havia cerca de 10,4 milhões de novos casos de tuberculose em todo o mundo, dos quais 10% eram de pessoas vivendo com HIV.  E estima-se que, em 2016, 1,7 milhão de pessoas morreram de tuberculose, incluindo cerca de 400 mil pessoas que vivem com HIV: uma queda de 4% em relação à 2015.
 
Sete países representaram 64% da carga total: Índia está à frente, seguida pela Indonésia, China, Filipinas, Paquistão, Nigéria e África do Sul.
 
No Brasil a incidência de tuberculose é de 42 casos a cada 100 mil habitants, número acima da média do continente americano, que é de 27 casos a cada 100 mil. Mas a OMS citou o Brasil como exemplo de politica pública para garantir a notificação - já que o país vinculou a entrega de medicamento à notificação do caso.
 

Pesquisa diz que Alzheimer pode estar associado a problemas do metabolismo

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O desenvolvimento do Alzheimer na terceira idade pode estar relacionado com problemas na maneira como o corpo produz energia, segundo um estudo publicado na atual edição do “Scientific Reports”. 
 
O estudo foi coordenado pelos pesquisadores Kai Sonntag e Bruce Cohen, da Harvard Medical School e do McLean Hospital, nos Estados Unidos. Cientistas partiram da hipótese que, como o Alzheimer é mais comum na idade avançada e esse período condiz também com uma série de disfunções no metabolismo, os dois fatores poderiam estar associados. Soma-se a isso o fato de que o cérebro é o órgão que mais demanda energia no corpo.
 
Para testar essa premissa, pesquisadores analisaram células da pele de pacientes com Alzheimer tardio e verificaram que eles apresentavam uma disfunção na mitocôndria (organela celular fundamental para a produção de energia). Eles observaram que a estrutura apresentava uma redução nas moléculas que são importantes na produção de energia, incluindo o dinucleótido de nicotinamida adenina (NDA).
 

Ministério da Saúde anuncia mais recursos para disgnóstico do cancer de mama

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No mês dedicado à prevenção do câncer de mama, o Ministério da Saúde aumentou em média 100% os valores de exames essenciais no diagnóstico da doença. A expectativa é triplicar o número de procedimentos mais precisos para a identificação do tumor. Por ano, serão mais R$ 9,4 milhões para esse atendimento. Em 2016, foram investidos R$ 4,1 milhões na realização desses procedimentos.
 
Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, essa medida visa estimular e ampliar o acesso ao exame e diagnóstico. “Precisamos ter mais agilidade na identificação da doença e na resposta dos resultados, para que tenha mais efetividade no tratamento ofertado. Nosso objetivo é garantir maior acesso aos exames que tenham mais resolutividade, de acordo com a indicação médica, no diagnóstico. Quanto mais cedo confirmar a doença, mais cedo se inicia o tratamento, aumentando as chances de cura”, ressaltou o ministro.
 
Em grande parte dos casos, o câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, aumentando as chances de tratamento e cura. Após a mamografia, são indicados exames para o diagnóstico definitivo da doença que vão apoiar a decisão médica no tratamento. Todos esses procedimentos tiveram reajuste e a expectativa é triplicar o atendimento dos três mais precisos: punção de mama por agulha grossa, biópsia e anatomopatológico. Em 2016, foram registrados 69,3 mil exames e, neste ano, o total deve ultrapassar 200 mil.
 
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que cerca de 58 mil mulheres terão câncer de mama em 2017. Obesidade, sedentarismo estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento da doença, diante do aumento de gorduras e da produção de hormônios.
 

Blumenau irá participar de mobilização nacional do Aedes aegypti

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Nesta semana, as Secretaria da Saúde, Educação e Desenvolvimento Social, participam da mobilização nacional contra o Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika vírus e chikungunya.
 
Até sexta-feira, dia 27, serão realizadas diversas ações educativas para incentivar medidas de prevenção para eliminar os focos do mosquito.
 
Haverá orientações para alunos de escolas municipais, distribuição de material informativo em todas as unidades de ensino do município e postos de saúde, além de palestras em três Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e na Casa da Esperança.
 
Em 2017, até o momento, foram encontrados 77 focos do Aedes aegypti em Blumenau. O número já supera em 38% a quantidade de focos coletados em todo o ano passado.
 

Ministério da Saúde lança sistema de controle de medicamentos do SUS

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Nesta terça-feira, dia 24, o Ministério da Saúde lançou um sistema para integrar as informações de distribuição, estoques e acesso aos medicamentos do SUS. A Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica, segundo o governo, vai permitir melhores controles de compra, data de validade e remanejamentos.
 
A base foi testada em quatro estados e, de acordo com o ministério, mostrou que pode evitar desperdícios de até 30% dos remédios entregues. Pelas estimativas do órgão, se essa economia for replicada em todo o país, a cada ano, mais R$ 1,5 bilhão pode ser revertido em mais medicamentos para a população.
 
A base começará a funcionar a partir de 25 de outubro e, a partir de então, estados e municípios terão 90 dias para enviar as informações. Até então, o Ministério da Saúde só recebia 20% dos dados por meio do chamado Sistema Hórus, usado por 15 estados para gestão de medicamentos de alto custo.
 
As demais unidades da federação, que representam 80% da demanda, repassavam dados por telefone ou planilhas.
 

5 possíveis vias pra vacina contra a malária

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Uma pesquisa publicada nesta segunda-feira, dia 23, mostra que há cinco possíveis vias para o desenvolvimento de uma vacina contra a malária. Foram identificados 29 alvos que poderiam conter a entrada do parasita nos glóbulos vermelhos - um passo essencial para a infecção em seres humanos. 
 
Em testes feitos com o Plasmodium Faciparum, um dos causadores da malária, pesquisadores chegaram a cinco alvos com potencial para se tornarem um imunizante. O parasita utilizado foi isolado de cepas originárias da África e Ásia.
 
Depois, em um segundo passo da pesquisa, cientistas utilizaram microscopia em vídeo para assistir a ação dos anticorpos em nível celular. Os 5 anticorpos atuaram em estágios diferentes da entrada do plasmodium nos glóbulos vermelhos.
 
o estudo, além de identificar os anticorpos, mostra que uma vacina mais eficiente deveria utilizar os anticorpos conjuntamente para uma maior ação contra o parasita. Nas análises, nenhum anticorpo sozinho foi responsável pela proteção.
 
A malária infecta, em média, 200 milhões de pessoas no mundo anualmente, segundo a Organização Mundial de Saúde. Em 2015, foram 429 mil mortes da doença em todo o globo.
 
A condição atinge mais comumente regiões tropicais, como as Américas e a África e não há hoje uma vacina totalmente eficaz para o controle de todos os parasitas. No Brasil, em 2015, foram notificados cerca de 143 mil casos de malária no país, segundo dados do Ministério da Saúde. Muitos deles ocorrem na Região Amazônica.
 

Governo muda regras para transplantes de órgãos

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O presidente Michel Temer assinou um decreto que retira a doação presumida de órgãos e confere mais poder a parentes próximos na autorização da doação.
 
Na doação presumida, a pessoa que não quisesse doar seus órgãos necessitava registrar a expressão "Não Doador de Órgãos e Tecidos" em documentos como o RG ou carteira de habilitação. Assim, todo brasileiro que não registrasse sua vontade, em vida, era presumidamente um potencial doador. Apesar disso, ainda continuava obrigatória a consulta familiar para autorização de transplantes de "doadores presumidos".
 
Conforme o decreto, poderão autorizar a doação o cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo, de maior idade e juridicamente capaz, na linha reta ou colateral, até o segundo grau. Antes, o companheiro não estava contemplado e era necessário estar casado para efeitos civis de autorização. No caso de incapazes, ambos os pais precisam dar aval expresso, ou o tutor, caso os pais não sejam vivos.
 
A norma amplia o prazo de validade das autorizações dos estabelecimentos de saúde e equipes de transplantes no país, que passa de dois para quatro anos. O prazo antigo era considerado insuficiente pelos gestores de saúde, segundo o Ministério da Saúde.
 

Governo Federal convoca serviços públicos para combater o Aedes aegypti

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O Governo Federal promoverá de 23 a 27 de outubro a Semana Nacional de Mobilização dos setores da Educação, Assistência Social e Saúde para o combate ao Aedes aegypti. Mais de 210 mil unidades públicas e privadas de todo o Brasil estão sendo mobilizadas pela Sala Nacional de Coordenação e Controle, que reúne os ministérios da Saúde, da Integração, da Defesa, do Desenvolvimento Social e da Educação, a Casa Civil e a Secretaria de Governo da Presidência da República, além de outros órgãos convidados.
 
O objetivo é que durante esta semana a população seja alertada sobre a importância de combater mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, já antes do verão, período do ano quando acontece o maior volume de chuvas, o que facilita reprodução do aedes aegypti. Ao todo serão mobilizadas 146.065 escolas da rede básica, 11.103 centros de assistência social e 53.356 unidades de saúde.
 
“Não podemos baixar a vigilância. É melhor cuidar do foco do mosquito do que sofrer as consequências de não ter feito essa iniciativa. Vamos reforçar, ainda mais, a necessidade de eliminar os criadouros, convocando toda a sociedade para esse trabalho já antes do verão, quando começam as chuvas”, aconselhou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.      
 
Estados e municípios tem autonomia para definir quais ações serão realizadas para mobilizar as áreas, mas a orientação da Sala Nacional é que sejam realizadas atividades que envolvam a prevenção e o combate do Aedes, como mutirões de limpeza, distribuição de materiais informativos, realização de rodas de conversas educativas, oficinas, teatros e gincanas.
 

Comer placenta traz riscos para a mãe e o bebê

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No ano passado, Bela Gil gerou polêmica ao revelar que havia comido a própria placenta após o nascimento do filho Nino, em maio de 2016. A justificativa era de que isso traria benefícios para o pós-parto. No entanto, uma pesquisa publicada no periódico "American Journal of Obstetrics & Gynecology" revela que a prática não traz nada de bom e inclusive pode trazer riscos para a mãe e o bebê.
 
Para chegar a essa conclusão, os cientistas revisaram as pesquisas existentes sobre as consequências de ingerir a própria placenta. Segundo os pesquisadores, a prática pode representar um risco por expor a mãe e o bebê, que está sendo amamentado, a possíveis infecções virais e bacterianas.
 
Os pesquisadores alertaram ainda para o fato de que a mãe pode ingerir toxinas e hormônios acumulados na placenta. Os riscos existem mesmo quando a placenta é transformada em pó e encapsulada, prática que vem se popularizando sobretudo nos Estados Unidos. No país, encapsular uma placenta custa entre US$ 200 e US$400.
 

Cirurgia com catéter é esperança para AVC

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Por muito tempo, a única forma de resolver o acidente vascular cerebral isquêmico, uma das formas do popular derrame, era  aplicação de medicações para dissolver o trombo que bloqueava a passagem do sangue. Porém esses remédios só funcionam em até 4 ou 5 horas após o início dos sintomas. Mas muitas vítimas só chegam ao hospital bem depois desse prazo.
 
Mas, surgiu uma saída para situações em que o tempo passou. É a trombectomia mecânica, um tipo de cirurgia em que um cateter é inserido numa artéria da virilha e guiado até a região do cérebro afetada. É o primeiro dispositivo específico para essa operação.
 
Com exames de imagem, os medicos definem quais casos se beneficiarão com a técnica e, assim, eleva-se a taxa de sucesso do tratamento.
 
A cada minuto após o derrame, 2 milhões de neurônios morrem. Então ficar atento aos sinais e procurar o serviço de emergência ajuda a evitar as repercussões do AVC. Os sintomas são perda de força de um lado do corpo, alteração da fala, sensação de desequilíbrio, entortamento da boca e dor de cabeça intensa. Nessas situações, procure um hospital ou acione os serviços de emergência, como o Samu.
 

Crianças com diabetes receberão no SUS o medicamento mais moderno

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As crianças portadoras de diabetes tipo 1 terão à disposição no Sistema Único de Saúde (SUS) um dos mais modernos medicamentos para o tratamento da doença: a insulina análoga. Em alusão ao Dia das Crianças, comemorado na semana passada, que irá investir R$ 135 milhões, por ano, na compra do novo insumo. A expectativa é que o medicamento esteja disponível já em 2018. A nova aquisição será uma importante ferramenta na melhora da qualidade de vida de 100 mil crianças com maior dificuldade de controle da doença.
 
Durante o anúncio, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que a medida é um avanço importante. “Iremos proporcionar a essas crianças maior conforto e uma melhor adaptação, além do fato de que estamos ampliando, em um médio prazo, para todos os pacientes com recomendação desde medicamento. Isso se dá pela nossa capacidade de negociação de preço e de escala. É esse modelo que nos permite avançar cada vez mais na qualidade de atendimento em saúde dessas crianças”, afirmou Ricardo Barros.
 
Estudos apontaram que insulina análoga proporciona um melhor controle glicêmico nos sintomas relacionados à hiperglicemia e diminuição das complicações agudas e crônicas decorrentes do diabetes. O produto é de fácil aplicação, sua embalagem é uma caneta, resposta rápida e com doses que podem ser adaptadas a situação do paciente. 
 
“Com essa nova insulina, estamos quase dobrando o investimento para tratar essa doença, que atinge parte da nossa população, em especial as crianças. Com essas atitudes de maior efetividade, estamos conseguindo ampliar o acesso com mais qualidade ao oferecer o melhor tratamento a essas crianças”, ressaltou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, do Ministério da Saúde, Marco Fireman.
 
O novo tratamento será ofertado, prioritariamente, às crianças e adolescentes, já que o diabetes tipo 1 apresenta o seu pico entre 10 a 14 anos. A demanda representa 10% do total de crianças com diabetes no país, que são 1 milhão. No entanto, pacientes adultos, com este tipo da doença, também poderão ter acesso ao medicamento, desde que tenham indicação médica. 
 
Tratamento precoce
Estudos apontam que o tratamento precoce de crianças com diabetes evita dificuldade de aprendizagem, principalmente verbal e de linguagem mais acentuada naquelas que tiveram convulsões por hipoglicemia. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, 440 mil crianças desenvolvem a doença, por ano, no mundo.
 
Dados dos Sistemas de Informação sobre Mortalidade (SIM) e do de Informações Hospitalares (SIH), do Ministério da Saúde, apontaram que, em média, são cerca de 60 mortes de crianças por ano por diabetes e 8.000 internações. 
 
Atualmente, o Diabetes atinge 8,9% da população adulta do Brasil, de acordo com a Vigitel 2016. Desde 2006, o índice cresceu 61,8%, tendo maior prevalência nas brasileiras. O avanço das doenças crônicas no país preocupa, já que são consideradas um sério problema de saúde pública, sendo responsáveis por 63% das mortes no mundo, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, o diabetes são a causa de 72,6% dos óbitos. 
 
“Sensível à progressão da diabetes no país, e aos danos causados por essa doença, principalmente em crianças, tomamos essa atitude inovadora de colocar uma insulina que é o melhor tratamento disponível”, destacou o diretor de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, do Ministério da Saúde, Renato Alves Teixeira.
 

Santa Catarina já registra 43,6% mais focos do Aedes Aegypti que em 2016

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina divulgou o boletim sobre a situação do Aedes aegypti no Estado. Os dados são desde 1º de janeiro a 30 de setembro deste ano.
 
Neste período, foram identificados 8.981 focos do mosquito Aedes aegypti, em 139 municípios. Neste mesmo período, em 2016, haviam sido identificados 6.255 focos em 132 cidades. Isso significa que o número de focos de 2017 é 43,6% maior quando comparado ao mesmo período do ano passado.
 
O mosquito aedes aegypti é o responsável pela trasmissão de dengue, zika e chikungunya. Blumenau registrou 2 casos de febre chikungunya este ano. Os dois são importados, ou seja, a pessoa contraiu a doença em outros locais. Nestas duas situações, os pacientes foram picados em viagens para o Ceará e o Maranhão. Para verificar o boletim completo, clique aqui.
 
No Estado já são 61 municípios considerados infestados, o que representa um aumento de 22% em relação ao mesmo período de 2016, que registrou 50 municípios nessa condição.
 

Glaucoma afetará 80 milhões de pessoas em 2020

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Em 2020, 80 milhões de pessoas terão glaucoma no mundo, e em 2040 esse grupo somará 111,5 milhões. Esta é a estimativa de centros de pesquisa internacionais e da Organização Mundial da Saúde (OMS), previsões nada agradáveis que são lembradas no Dia Mundial da Visão, que foi celebrado nesta quinta-feira, dia 12. O glaucoma não tem cura e é considerado a maior causa de cegueira irreversível. Por isso, médicos alertam que, quanto antes o diagnóstico for feito, melhor será a qualidade de vida do paciente.
 
No Brasil já existem mais de 1,2 milhões de pessoas cegas, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que até 80% dos casos de cegueira pelo mundo poderiam ser evitados ou tratados.
 
O tratamento do glaucoma consegue estagná-lo, mas não consegue fazer o paciente recuperar a visão que perdeu. A doença consiste em um estreitamento do campo visual. Se não tiver outros problemas de visão como miopia, a pessoa com essa doença enxerga com nitidez tudo o que está no centro, mas perde progressivamente a visão periférica.
 
Essa doença pode ser dividida em duas: o glaucoma primário, com causa genética, e o glaucoma secundário, que pode surgir por conta de uso indiscriminado de remédios com corticoides, por exemplo.
 

Obesidade de crianças e adolescentes aumentou 10 vezes desde 1975

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O número de crianças e adolescentes obesos no mundo se multiplicou por mais de dez desde 1975, mas continua sendo menor que o de crianças abaixo do peso, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira, dia 11.
 
Se as tendências observadas nos últimos anos forem mantidas, a obesidade juvenil ultrapassará a insuficiência de peso até 2022, preveem os autores do estudo, publicado na revista médica britânica "The Lancet".
 
Em 2016, 124 milhões de crianças e adolescentes de cinco a 19 anos eram considerados obesos, em comparação com 11 milhões em 1975, segundo o estudo realizado pelo Imperial College de Londres e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
O fenômeno é observado em todas as regiões do mundo. Os países mais afetados são algumas ilhas da Polinésia (mais de 30% de jovens de entre cinco e 19 anos nas ilhas Cook são obesos, por exemplo), enquanto esta porcentagem chega a 20% em países como Estados Unidos, Egito e Arábia Saudita.
 

Amamentação ajuda a prevenir o câncer de mama

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A amamentação gera inúmeros benefícios para a saúde da mãe e do bebê. A prevenção do câncer de mama é um deles. O risco de contrair a doença diminui 4,3% a cada 12 meses de duração de amamentação, estima um estudo com mulheres de 30 diferentes nacionalidades, publicado em 2002. Essa proteção independe de idade, etnia, paridade e situação hormonal (pré ou pós- menopausa).
 
Neste ano, a revisão do Fundo Mundial para Pesquisas sobre Câncer (World Cancer Research Fund - WCRF) sobre lactação e câncer de mama aponta que a amamentação provavelmente diminui o risco de câncer de mama em mulheres até a pós-menopausa. 
 
Segundo o editor científico da Revista Brasileira de Cancerologia, Ronaldo Corrêa, vários estudos realizados nos últimos 30 anos mostram a associação entre a amamentação e a prevenção do câncer de mama. “Existe uma correlação linear entre o tempo da amamentação e o grau de proteção. Ou seja, quanto mais a mulher amamenta e por mais tempo – se ela teve dois, três partos, e nesses partos ela amamentou durante muito tempo – menor o risco, em comparação com mulheres que não tiveram tantos partos e não amamentaram por tanto tempo”, afirma.O mecanismo responsável para tal proteção ainda não foi completamente esclarecido, mas existem várias hipóteses para isso. “Tem uma hipótese que afirma que enquanto a mulher amamenta, ela bloqueia os ciclos ovulatórios, diminuindo a sobrecarga hormonal. Ou seja, ela deixa de produzir um quantitativo maior de hormônios femininos nessa fase. Então, isso poderia ser uma explicação plausível, uma vez que grande parte dos casos de câncer de mama sofrem influência dos hormônios femininos”, explica Corrêa.
 
Outra hipótese seria o fato da maior exfoliação das células dos ductos mamários durante a amamentação e a grande morte programada das células mamárias após a amamentação promoverem a remoção de células com alguma alteração genética.
 
Em resumo, amamentar provavelmente diminui o risco de câncer de mama em mulheres na pré e pós menopausa, além de estar associado a outros benefícios de saúde para a mulher e para a criança. Manter o peso ideal para a idade, praticar atividades físicas regularmente, não consumir álcool, consumir diariamente uma dieta rica em frutas, verduras e legumes também contribuem para diminuir o risco de câncer de mama.
 

Anvisa define composição das vacinas contra a gripe para o ano que vem

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicou uma resolução sobre a composição das vacinas influenza a serem utilizadas no Brasil no ano de 2018 foi publicada, nesta segunda-feira 9/10, no Diário Oficial da União.
 
De acordo com a norma, as vacinas influenza trivalentes a serem utilizadas no Brasil a partir de fevereiro de 2018 deverão conter, obrigatoriamente, três tipos de cepas de vírus em combinação e deverão estar dentro das seguintes especificações:
 
- um vírus similar ao vírus influenza A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09;
 
- um vírus similar ao vírus influenza A/Singapore/INFIMH-16-0019/2016 (H3N2); e
 
- um vírus similar ao vírus influenza B/Phuket/3073/2013.
 
As vacinas influenza quadrivalentes contendo dois tipos de cepas do vírus influenza B deverão conter, além dos três tipos de cepas detalhados acima, um vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane/60/2008.
 
As vacinas influenza sazonais são modificadas anualmente para proteção contra as cepas virais de gripe em circulação. Geralmente em setembro de cada ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda as cepas de vírus influenza que devem ser utilizadas para produção das vacinas para uso no hemisfério sul. Em concordância com as determinações da OMS, a Anvisa publica a resolução que define a composição das vacinas influenza a serem utilizadas no Brasil no ano seguinte.
 
 

Participação de brasileiros no Mais Médicos cresceu 44%

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Segundo o Ministério da Saúde, a participação de brasileiros no programa “Mais Médicos” cresceu 44% no último ano. Foram 5765 profissionais em 2016 e 8316 em 2017.
 
O maior incremento se deu pela participação de brasileiros formados lá fora, De 1204 para 2579, um crescimento de 114,2% no período. Entre os brasileiros residentes no país, o crescimento foi de 25,8% (de 4561 para 5737).
 
Segundo o governo, o aumento de brasileiros se deu porque o programa recebeu um reforço, com mais profissionais, e também pela substituição de médicos estrangeiros. A maior reposição de médicos aconteceu no Sudeste com 565 profissionais. Depois, a região Sul foi a que mais atraiu profissionais (329). Já a região que recebeu o menor número de profissionais foi o Nordeste, com 296.
 
Uma das apostas da atual gestão do Ministério da Saúde é a substituição de médicos estrangeiros por brasileiros. Segundo a pasta, em novembro de 2016, foi feito um levantamento para ver quais cidades que contam atualmente com o serviço de cubanos poderiam atrair brasileiros.
 
Com isso, o governo espera substituir quatro mil profissionais em três anos. Segundo o governo, até o momento, 1.000 vagas foram substituídas.
 

Unidades de saúde estarão abertas no sábado para atender as mulheres

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10

Dentro da programação do Outubro Rosa, campanha que incentiva a prevenção ao câncer de mama, 42 unidades de saúde de Blumenau estarão abertas neste sábado, dia 7, para atender somente mulheres.

 

Das 8h às 12h, serão realizados exames clínicos das mamas, solicitações de mamografia, coleta do exame preventivo de câncer do colo do útero e orientações sobre prevenção.

 

As pacientes que quiserem receber o atendimento na ocasião devem entrar em contato previamente com a unidade mais próxima de casa para verificar se há ou não necessidade agendamento.

 

Confira as unidades que estarão abertas neste sábado:

 

Região da Escola Agrícola

AG Marilene Giacomet de Aguiar

ESF Edemar Winckler

ESF Ivanilde Bernardi

ESF Augusto César Viana II

 

Região da Velha

AG Haroldo Bachmann

ESF Paulo Pedro Mayerle I

ESF Paulo Pedro Mayerle II

ESF Valério José Steil I

ESF Valério José Steil II

 

Região das Itoupavas

AG Guilherme Jensen

ESF Jackson Roberto Carl

ESF Martin Volles

 

Região do Centro

AG Heinz Schraeder

ESF Afonso Rabe

ESF Pedro Krauss

ESF Rubens B. Vedes

ESF Orlando Margarida

 

Região da Fortaleza

AG Mario Jorge Vieira

ESF Lothar Franz

ESF Zebert Kraupp

ESF Gustavo Tribess I

ESF Gustavo Tribess II

ESF Ângelo de Caetano I

ESF Ângelo de Caetano II

ESF Norberto Sprung

ESF Germano Puff

 

Região do Badenfurt

AG Dr. Diogo Vergara

ESF Gilson Piva II

ESF Geraldo S. Sobrinho I

ESF Geraldo S. Sobrinho II

ESF Geraldo S. Sobrinho III

ESF Harold Ewald

ESF Armando Odebrecht I

ESF Armando Odebrecht II

 

Região do Garcia

AG Irmã Marta E. Kunzmann

ESF Benedito C. Rocha

ESF Arthur H. Riedel

ESF Frei João Maria

ESF Marli Batschauer

ESF Silvana Witte

ESF Gustavo Haase

UAS Léo de Carvalho

 

Quase metade dos fumantes quer largar o cigarro

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De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, quase a metade dos fumantes brasileiros diz querer largar o cigarro, mas os esforços ainda esbarram na tentação provocada pelo marketing dos produtos e na demanda por mais programas de aconselhamento e apoio à cessação do vício na rede de saúde pública.

 

Esse resultado foi divulgado na terceira edição de pesquisa global de projeto sobre o controle do tabagismo, do Inca. A proporção de brasileiros que afirmou planejar parar de fumar num prazo de seis meses (49%) é a maior registrada nos 28 países onde o novo levantamento do Projeto Internacional de Avaliação das Políticas de Controle do Tabaco (Projeto ITC) foi realizado e onde vivem dois terços dos fumantes do planeta.

 

Aqui, principal motivação apontada para largar o vício (68%) foi a preocupação com a própria saúde, seguida de “dar exemplo para as crianças” (66%), da preocupação com os efeitos gerados pela fumaça na saúde de não fumantes próximos (51%) e do preço dos cigarros (50%).

 

A pesquisa, no entanto, também mostra que o Brasil ainda não conseguiu banir por completo a propaganda dos produtos como requer a Convenção-Quadro, o que pode dificultar as tentativas de parar de fumar dos viciados, além de continuar atrair novos consumidores, especialmente crianças e jovens. Aqui, apesar de a publicidade do tabaco ser proibida nos meios de comunicação desde 2000, ela ainda está presente nos pontos de venda na forma de iluminados, coloridos e atrativos displays, e a indústria tabagista pode realizar atividades promocionais e patrocinar eventos culturais e esportivos expondo suas marcas.

 

Câncer de mama atinge mulheres cada vez mais jovens

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O câncer de mama acomete 28% do total de tumores, sendo o tipo que mais provoca a morte de mulheres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é de 60 mil novos casos por ano em mulheres cada vez mais jovens. De acordo com a entidade, quanto mais cedo o diagnóstico, mais chances de cura. Segundo o Inca, há 95% de chances de recuperação total, quando descoberto no início.
 
E para chamar a atenção para divulgar e incentivar a população sobre a prevenção ao câncer de mama, foi criado o Outubro Rosa.
Segundo o Ministério da Saúde, nessa época do ano percebe-se um aumento na procura pelas mamografias. O órgão registrou um crescimento de 35% na realização de exames, que passou 3 milhões, em 2010, para 4,1 milhões em 2016. Até julho deste ano, foram realizados um total de 2,1 milhões de testes.
 
 

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